Drenagem de Percolados Mtodos de Clculo Mtodos Empricos

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Drenagem de Percolados

Drenagem de Percolados

Métodos de Cálculo - Métodos Empíricos (Suíço) - Métodos de Balanço Hídrico -Métodos Computacionais

Métodos de Cálculo - Métodos Empíricos (Suíço) - Métodos de Balanço Hídrico -Métodos Computacionais (HELP) (UNSAT-H, etc. )

MÉTODO SUIÇO O método considera como componentes principais a precipitação pluviométrica sobre o aterro

MÉTODO SUIÇO O método considera como componentes principais a precipitação pluviométrica sobre o aterro e o grau de compactação dos resíduos. O tipo de solo de cobertura, a declividade da superfície dessa camada e a variação pluviométrica durante o ano não são considerados. A vazão de chorume é calculada como : Q = C. P. A. (1/t) sendo: Q = vazão média (l/s); P = precipitação média anual (mm); A = área do aterro (m 2); t = número de segundos em um ano e C = coeficiente dependente do grau de compactação

g (k. N/m 3) C 4 a 7 0. 5 a 0. 25 Maior

g (k. N/m 3) C 4 a 7 0. 5 a 0. 25 Maior q 7 0. 25 a 0. 15

Balanço Hídrico em Aterros Sanitários PRECIPITAÇÃO (P) COBERTURA DE SOLO DIÁRIA EVAPO-TRANSPIRAÇÃO (ET) ESCOAM.

Balanço Hídrico em Aterros Sanitários PRECIPITAÇÃO (P) COBERTURA DE SOLO DIÁRIA EVAPO-TRANSPIRAÇÃO (ET) ESCOAM. SUPERF. (R) LIXO COMPACTADO AS SOLO NATURAL LÍQUIDOS PERCOLADOS

PERC = P – ET – R – CWS PERC - Líquidos percolados P

PERC = P – ET – R – CWS PERC - Líquidos percolados P - Precipitação ET - Evapotranspiração CWS - Líquidos retidos na camada de cobertura e no lixo

VIÇOSA 1227 mm/ano

VIÇOSA 1227 mm/ano

ET = P – ES -CWS

ET = P – ES -CWS

Método do Balanço Hídrico (Koerner and Daniel, 1998)

Método do Balanço Hídrico (Koerner and Daniel, 1998)

TEOR DE UMIDADE - Composição inicial - clima Depende - sistema de coleta de

TEOR DE UMIDADE - Composição inicial - clima Depende - sistema de coleta de chorume - profundidade - recobrimento - líquidos gerados pelos processos de decomposição biológicos, etc.

TEOR DE UMIDADE

TEOR DE UMIDADE

Carvalho (2002)(Sto. André/SP)

Carvalho (2002)(Sto. André/SP)

Permeabilidade AUTOR PESO ESPECÍFICO (k. N/m 3) PERMEABILIDADE (m/s) MÉTODO Koriates et al. (1983)

Permeabilidade AUTOR PESO ESPECÍFICO (k. N/m 3) PERMEABILIDADE (m/s) MÉTODO Koriates et al. (1983) 8. 6 5 a 3 x 10 -5 Lab Landva & Clark (1990) 10. 1 a 14. 4 10 -5 a 4 x 10 -4 Campo Brandl (1994) 13 a 17 (compac) 2 x 10 -6 a 3 x 10 -8 Lab Carvalho (2001)(Sto. André/SP) 9 x 10 -6 Lab 10 -5 m/s

Carvalho (2002)(Sto. André/SP)

Carvalho (2002)(Sto. André/SP)

Capacidade de Campo (teor de umidade volumétrico Vw/V a partir do qual inicia a

Capacidade de Campo (teor de umidade volumétrico Vw/V a partir do qual inicia a percolação vertical em função das forças gravitacionais) Carvalho (2002)(Sto. André/SP)

Fluxo em meio não-saturado Equação de Richards HELP LEACHM (Hudson and Wagenet, 1992) UNSAT-H

Fluxo em meio não-saturado Equação de Richards HELP LEACHM (Hudson and Wagenet, 1992) UNSAT-H (Fayer and Jones, 1990) HYDRUS-2 D (Simunek et al. , 1996) SOILCOVER (Geo 2000, 1997) Propriedades dos materiais

Programa HELP (Hydrologic Evaluation of Landfill Performance) -Versão para DOS e para Windows -Dados

Programa HELP (Hydrologic Evaluation of Landfill Performance) -Versão para DOS e para Windows -Dados climáticos colecionados num banco de dados - Perfil pode ser composto de diversas camadas de diferentes espessuras - As camadas tem que ser definidas como: - camada de percolação vertical - camada de drenagem horizontal - camada barreira - geomembranas - geotexteis -Tem banco de dados com propriedades mecânicas de diferentes materiais - Usa a equação de Richards simplificadamente pois considera gradiente unitário

Ir para o HELP

Ir para o HELP

Espaçamento dos drenos

Espaçamento dos drenos

Considerando o ângulo S igual a zero (caso mais desfavorável)

Considerando o ângulo S igual a zero (caso mais desfavorável)

Canaletas de Drenagem

Canaletas de Drenagem

n = Vv/V (porosidade) Determinação aproximada da porosidade -Lata de volume (V) conhecido -Encher

n = Vv/V (porosidade) Determinação aproximada da porosidade -Lata de volume (V) conhecido -Encher com a brita -Pesar a brita que encheu a lata (Ps) -Determinar Vs = Ps/2, 7 -Determinar Vv = V – Vs -Determinar n (porosidade)

Área efetiva de drenagem vai ser igual a área total multiplicada pela porosidade. Exemplo

Área efetiva de drenagem vai ser igual a área total multiplicada pela porosidade. Exemplo Pelos cálculos de dutos quadrados chega-se a uma tubulação de 10 cmx 10 cm (Av = 100 cm 2). Se a porosidade for n=0, 3, a área total vai ser At = Av/0, 3 = 333, 33 cm 2 ou seja, 18, 3 cmx 18, 3 cm.

Dimensionamento do dreno Q = (1, 486 r 2/3 s 1/2 )/n

Dimensionamento do dreno Q = (1, 486 r 2/3 s 1/2 )/n