Doenas Renais No Obstrutivas TC corte coronal Infarto
Doenças Renais Não Obstrutivas
TC corte coronal Infarto no Baço Rim em ferradura está relacionado a um aumento na chance de carcinoma de células transicionais da pelve renal. Anomalia de fusão mais comum, ocorrendo 1 caso a cada 400 -500 indivíduos, sendo mais comum no sexo masculino. Geralmente assintomáticos, embora tornem os rins mais susceptíveis ao trauma, bem como ao desenvolvimento de cálculos. Rim em ferradura
TC de abdome com contraste Formação expansiva predominantemente sólida com área cística pequena no meio, no polo inferior do rim esquerdo
Bosniak 4: lesão cística renal componente sólido evidente, realce heterogêneo, área cística ou de necrose em permeio, com sinais claros de malignidade. Principal HD: carcinoma de células renais.
Deve-se suspeitar de hipertensão renovascular em situações, como: - Início antes dos 30 anos, principalmente se não houver histórico familiar ou outros fatores de risco; - Hipertensão resistente a controle, mesmo usando 3 antihipertensivos em dose plena; - HAS grave em paciente com um rim atrófico sem causa específica ou com assimetria renal longitudinal maior que 1, 5 cm. v Solicite: ARTERIOGRAFIA (faz diagnostico e trata); USG com doppler; Angiotomografia; Angioressonância (sem contraste é boa no paciente com função renal comprometida; pelo movimento das hemácias – só não funciona bem no pescoço); v Se tiver recursos limitados peça USG com doppler se der alterado tem que pedir ARTERIOGRAFIA para confirmar e tratar.
Pielonefrite aguda: diagnóstico é clínico e laboratorial. Exames de imagem entram em casos de complicações, dúvida diagnóstica e infecções de repetição ou outras doenças renais. USG: sensibilidade baixa; qd precisar fazer: TC com contraste; Pielonefrite = inflamação do parênquima; Pionefrose = pus no sistema coletor (“ecos em suspensão”); Infiltrado inflamatório permeando o tecido renal USG Normal
Pielonefrite Microabscessos na superfície renal
Pielonefrite Microabscessos na profundidade do parênquima, edema e hiperemia
Pielonefrite Aumento do volume, edema e microabscessos
Gordura perirrenal cheia de estria e densificada→ inflamada; Essa lesão é mais cística (hipodensa, não realça com contraste), tem parede um pouco espeça = capsula que realça; Clinica: febre e leucócito alterado HD: pielonefrite que complicou com abcesso.
Pielonefrite: distúrbio perfusional causado pela infecção + clínica; Pode pensar em linfoma.
Menino de 3 anos com astenia, dor abdominal e febre há 3 dias. Exame físico: abdome doloroso, com massa palpável no flanco esquerdo. Fez USG e TC.
Tumor de Wilms (nefroblastoma): neoplasia renal de maior incidência na primeira infância, acometendo 1 a cada 10. 000 crianças. Predomínio em <5 anos. DD: neuroblastoma e outras massas palpáveis abdominais. É uma neoplasia renal de caráter embrionário composta por componente (patognomônico da doença): blastematoso (células pequenas com aspecto indiferenciado); epitelial, constituído pela diferenciação das células blastematosas em túbulos e/ou glomérulos abortivos; estromatoso - estroma conjuntivo entre os dois componentes já mencionados. Estes tumores podem surgir tanto na pelve quanto no córtex. 2 tipos principais, dependendo da histologia: Histologia Favorável - não existe anaplasia, >90%. Histologia Desfavorável (Tumor de Wilms Anaplásico): aparência das células cancerígenas é amplamente variável e seus núcleos tendem a serem grandes e distorcidos são denominadas células anaplásicas. Quanto mais anaplasia tiver o tumor, pior o prognóstico.
Doença renal policística do adulto Paciente não tem relato de doença renal previa. Doença de herança autossômica dominante, pode apresentar rins multicísticos aumentados de volume e cistos hepáticos. Clinicamente pode haver presença de hematúria, dor em flanco, ITU, cálculos renais e hipertensão. Evolução típica: falência renal crônica começando aos 40 -60 anos de idade. Doença renal policística na infância: herança autossômica recessiva, com rins de superfície externa lisa, numerosos cistos pequenos no córtex e medula, fibrose hepática também pode estar presente.
Doença renal policística na infância: morre no primeiro ano de vida; Microcistos (detectado no pré-natal): como eles são pequenos e sobrepostos tem aumento da ecogenicidade no USG_tempestade de nevoeiro.
Doença renal policística adquirida História clínica: paciente já tem doença renal de qualquer outra natureza
Hipertensão arterial sistêmica Área de infarto brando derivado de necrose isquêmica, causado por obstrução total de vaso Aumentou de tamanho para responder a atrofia do contralateral e com chance de evoluir com nefroesclerose. Estenose da A. renal: pela multiplicidade da lesão, pense em embolia, aorta liberando placas de ateroma.
Arterioesclerose hiperplásica ou produtiva: HAS Arterioesclerose hialina: Diabetes
NEFROESCLEROSE Lesão vascular em pacientes hipertenso/diabético. Microinfartos (aspecto granulado da superficie e sintoma de dor) que fazem com que o parênquima renal seja perdido.
INFARTO RENAL Oclusão de A. renal
INFARTO RENAL Vaso que foi obstruído e causou o infarto em cunha Tecido necrosado vai ser preenchido por colágeno
Carcinoma de células claras Originado do córtex renal, onde estão os túbulos e glomérulos renais Paciente tende a ser assintomático, para o paciente apresentar sintoma tem que perder 70% do parênquima renal; Pode só descobrir qd a metástase causar sintoma.
Lesão tumoral retro-orbitária em paciente de 45 anos Metástase de carcinoma renal Adulto jovem apresentando lesão de crescimento progressivo em subcutâneo e pele do mento
Achado de invasão tumoral da veia renal Metástase de carcinoma renal
TB renal
Envolve pelve e ureter CARCINOMA DE CELLS TRANSICIONAIS
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