DISCIPLINA 1 SRIE EM DANAS DE SALO NOS




































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DISCIPLINA 1ª SÉRIE EM DANÇAS DE SALÃO: NOS PASSOS DO FORRÓ Aula: 20
FORRÓ Do pé-de-serra ao estilizado: O forró é de todo mundo!
Patrimônio cultural e imaterial do Brasil, sua majestade: O FORRÓ! em processo/2020
Foto: Divulgação/Embratur Foto: Acervo/Prefeitura de Recife Foto: Heitor Reali/Iphan Foto: Luiz Santos Foto: Diretoria da Festa de Nazaré
A Palavra Forró A primeira versão, talvez a mais conhecida, é que o termo surgiu no final do século XIX, nas construções das estradas de ferro no Nordeste pelos ingleses. Eles faziam festas frequentemente, que não eram abertas à população. Quando a festa era aberta a todos, escrevia-se na entrada "For All“, isto é, "para todos“. Assim, o termo forró teria surgido da variação da pronúncia da expressão inglesa. (ROCHA, 2004).
A segunda versão é muito parecida, porém, quem realizariam as festas seriam os soldados norteamericanos durante a Segunda Guerra Mundial: 1939 - 1945. (ROCHA, 2004). A terceira versão, é apresentada por Aurélio Buarque de Holanda, dicionarista e crítico literário, que "forró" é a contração de "forrobodó“. (ROCHA, 2004).
O termo forrobodó - expressão africana que significa "algazarra", "festa para a ralé", "arrasta-pé”. Inclusive esse termo é mais antigo que as duas outras versões. " (CASCUDO, 1972; TRINDADE, 2004). Esta é a versão que tem mais peso como correta. (QUADROS JUNIOR; VOLP, 2005)
O que é Dançado em pares, o forró é uma dança popular de origem nordestina. Esta dança é acompanhada de música, que possui o mesmo nome da dança. A música de forró possui temática ligada aos aspectos culturais e cotidianos da região Nordeste do Brasil. (AIDAR, 2020).
O que é A música de forró é acompanhada dos seguintes instrumentos musicais: triângulo, sanfona e zabumba. https: //bit. ly/3 i. Hg. Lw. O
História O forró é uma expressão artística genuinamente nordestina. Por ser uma forma de manifestação cultural ampla, o termo Forró tem diversos significados e pode servir tanto para designar o ritmo musical, o estilo de dança e mesmo a festividade em que acontece.
Como surgiu o forró? Sua origem tem relação com bailes populares que eram realizados no final do século XIX e eram chamados de "forrobodó", "forrobodança" ou "forrobodão". (AIDAR, 2020).
Como surgiu o forró? Naquele tempo era preciso molhar o piso do local onde essas festas aconteciam, pois eles eram feitos de "chão batido", ou seja, não havia revestimento, somente terra. As pessoas costumavam dançar arrastando os pés, a fim de evitar que a poeira levantasse, daí o termo rastapé ou arrasta-pé. (QUADROS E VOLP, 2004; AIDAR, 2020)
Xilogravura "Forró de Regina", Regina Drozina
QUIZ
Sobre o contexto histórico do forró, pode-se dizer que: a) Seu nome é a contração de "forrobodó. É uma dança popular de origem nordestina. b) Uma dança em pares com temáticas ligadas a cultura e ao cotidiano da região Sul do Brasil. c) De origem europeia, passou dos salões da nobreza do final do século XIX para as festas populares urbanas e regiões rurais do país.
Sobre o contexto histórico do forró, pode-se dizer que: a) Seu nome é a contração de "forrobodó. É uma dança popular de origem nordestina; b) Uma dança em pares com temáticas ligadas a cultura e ao cotidiano da região Sul do Brasil; c) De origem europeia, passou dos salões da nobreza do final do século XIX para as festas populares urbanas e regiões rurais do país.
Características importantes Uma das principais características do forró é o ato de arrastar os pés durante a dança. Ela é realizada por casais, que dançam com os corpos bem colados, transmitindo sensualidade. (RAMOS, 2019)
São subestilos de forró Baião: veio do lundu e era dançado em roda; representado pelo estilo Luiz Gonzaga. Xote: de origem europeia, passou dos salões aristocráticos do final do século XIX para as festas populares urbanas e regiões rurais do país. (PERNA, 2005) Côco: de origem nas praias, uma dança de roda do Norte e Nordeste do Brasil.
xaxado– dança do agreste e sertão pernambucanos, cujo nome vem do som que os sapatos faziam no chão ao se dançar; dançado inicialmente apenas por homens, popularizou-se com os cangaceiros do grupo de lampião. (PERNA, 2005)
Quadrilhas juninas: de tradição europeia e natureza rural, passou a ser praticada, já desde a Corte Imperial, por pares de dançarinos em fileiras, com graus diferentes na sua forma, se praticada em salões ricos e pobres; atualmente é lembrada nas festas Juninas. (PERNA, 2005)
Algumas categorias dos “forrós” conhecidos atualmente: Forró Pé-de-serra (FPS) Forró Universitário (FU) Forró Eletrônico (FE)
Forró Pé-de-serra (FPS) é caracterizado por ter como fonte de inspiração artística o universo rural do sertanejo. Tem origem em meados da década 1940, no Nordeste. A música é tocada e embalada pelo trio: zabumba, sanfona e triângulo. (SYLLOS; MONTANHAUR, 2002).
Na dança, é comum vermos o passo básico e variações simples, tais como giros simples da dama (não muito frequentes). Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Dominguinhos são exemplos de músicos que tocam FPS.
Forró Universitário (FU) surge quando os jovens sulistas começam a tocar e a dançar o FPS de maneira diferente da original, com influências do Rock`n Roll, do Samba, do Funk e do Reggae, nas décadas de 1990/2000. Estas influências introduziram características peculiares no passo básico (marcação atrás) e em variações, tais como giros mais complexos, que passam a não ser somente da dama e são frequentes.
A FU é constituído principalmente por três danças constituintes do FPS: baião, xote e menos frequente, o xaxado. Na música, além da zabumba, sanfona e triângulo há a introdução de instrumentos como violão, contrabaixo e percussão (os mais comuns) além de bateria, entre outros. Entre as bandas que tocam o FU, encontramos: Fala Mansa, Rastapé, entre outras
Forró Eletrônico (FE): também originado na década 1990, mostra uma linguagem estilizada e um visual chamativo, com grande destaque para os instrumentos eletrônicos: guitarra, contrabaixo e o órgão eletrônico. A dança também tem seu estilo, com passos para frente e para trás, passos mais complexos que envolvem o "balanço" do corpo da mulher, os giros e as movimentações. Entre os artistas encontramos: Frank Aguiar, Wesley Safadão.
Atividade
Quais são as categorias dos “forrós” conhecidos atualmente, apresentadas na aula? R:
Quais são as categorias dos “forrós” conhecidos atualmente, apresentadas na aula? R: Forró pé-de-serra, Forró Universitário e Forró eletrônico.
Benefícios A prática do forró pode gerar diversos benefícios para o corpo do praticante de dança. Isso porque essa atividade física melhora os aspectos físicos e psicológicos do corpo.
Trabalha todo o corpo; Melhora a postura; Trabalha a flexibilidade, a força e a coordenação do corpo; Promove o bem estar, diminuindo sensações de estresse, tensão e ansiedade; Melhora o condicionamento cardiovascular e a resistência; Pode ser praticada por crianças, jovens, adultos e idosos.
Hora da Prática! Música : Numa Sala De Reboco Compositores: Luiz Gonzaga Do Nascimento / Jose Marcolino Alves Artista: Elba Ramalho Álbum: O Forró de Elba Ramalho Licenciado para o You. Tube por SME (em nome de Sony BMG Music Entertainment); Latin. Autor, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM, Latin. Autor - UMPG, UMPG Publishing e 4 associações de direitos musicais. https: //www. youtube. com/watch? v=XUs. Vjnfo. Yoo
VÍDEO
REVENDO OS OBJETIVOS DA AULA Bons estudos!!!
MÚSICA UTILIZADA NA VÍDEO/AULA PEDAGÓGICA Música : Numa Sala De Reboco Compositores: Luiz Gonzaga Do Nascimento / Jose Marcolino Alves Artista: Elba Ramalho Álbum: O Forró de Elba Ramalho Licenciado para o You. Tube por SME (em nome de Sony BMG Music Entertainment); Latin. Autor, UNIAO BRASILEIRA DE EDITORAS DE MUSICA - UBEM, Latin. Autor - UMPG, UMPG Publishing e 4 associações de direitos musicais. Disponível em: https: //www. youtube. com/watch? v=XUs. Vjnfo. Yoo
REFERÊNCIAS JUNIOR QUADROS, A. C. De; Volp. C. M. , Forró Universitário: a tradução do forró nordestino no sudeste brasileiro. Motriz, Rio Claro, v. 11, n. 2, p. 127 -130, mai. /ago. 2005, UNESP – Rio Claro SP; CASCUDO, L. C. Dicionário do folclore brasileiro. 3. ed. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1972; RAMOS. J. E. M. Forró. Disponível em: https: //www. suapesquisa. com/musicacultura/forro. Acesso em 25/07/2020; AIDAR Laura. Forró. Disponível em https: //www. todamateria. com. br/historia-do-forro/; ROCHA, J. M. T. Forró eletrônico, forró universitário. In: Festival Do Folclore, 40. , 2004, Olímpia. Anuário. ano 31, n. 34, p. 62 -71.