Dinmica de um Sistema de Muitas Partculas Centro

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Dinâmica de um Sistema de Muitas Partículas Centro de Massa e Momentum Linear xm

Dinâmica de um Sistema de Muitas Partículas Centro de Massa e Momentum Linear xm d/dt

z Uma partícula r 2 r 1 r 3 r 5 Várias partículas rcm

z Uma partícula r 2 r 1 r 3 r 5 Várias partículas rcm r 4 r 6 y O r 7 r 8 x

É por isso que recipientes cheios de gás não saem andando espontaneamente! cm

É por isso que recipientes cheios de gás não saem andando espontaneamente! cm

Campo gravitacional uniforme: Resultante nula:

Campo gravitacional uniforme: Resultante nula:

Momentum Angular do Sistema ri rij rj O Forças centrais

Momentum Angular do Sistema ri rij rj O Forças centrais

Princípio de Conservação do Momentum Angular

Princípio de Conservação do Momentum Angular

Galáxias Espirais --- disco de estrelas em rotação M 74 NGC 2841 M 81

Galáxias Espirais --- disco de estrelas em rotação M 74 NGC 2841 M 81 NGC 3115

Energia Cinética do Sistema de Partículas ri d/dt ri rcm O d/dt

Energia Cinética do Sistema de Partículas ri d/dt ri rcm O d/dt

Movimento de Dois Corpos que Interagem—Massa Reduzida dois corpos (tomados como partículas) que interagem

Movimento de Dois Corpos que Interagem—Massa Reduzida dois corpos (tomados como partículas) que interagem através de força central m 2 r 2 cm r 1 R m 1 massa reduzida

m 1, r 1 R F 2 F 1 v 2 m 2 ,

m 1, r 1 R F 2 F 1 v 2 m 2 , r 2 v 1

m 1, r 1 R F 2 F 1 v 2 m 2 ,

m 1, r 1 R F 2 F 1 v 2 m 2 , r 2 v 1

m 1, r 1 R m 2 , r 2

m 1, r 1 R m 2 , r 2

Colisões Conservação do momento linear Conservação da energia cinética Q =0 : energia cinética

Colisões Conservação do momento linear Conservação da energia cinética Q =0 : energia cinética conservada colisão elástica Q : ganho (<0) ou perda (>0) de energia cinética pelas partículas

Colisões frontais de duas partículas Coeficiente de restituição: totalmente inelástica 0<e <1 elástica (exceto

Colisões frontais de duas partículas Coeficiente de restituição: totalmente inelástica 0<e <1 elástica (exceto para colisões explosivas) Massa reduzida Velocidade relativa

Movimento de um Corpo com Massa Variável — Movimento de um Foguete m m+Dm

Movimento de um Corpo com Massa Variável — Movimento de um Foguete m m+Dm

Mecânica dos Corpos Rígidos - Movimento no Plano z r 2 r 1 r

Mecânica dos Corpos Rígidos - Movimento no Plano z r 2 r 1 r 3 r 5 rcm r 4 r 6 y O r 7 r 8 x

Considerações de Simetria z Hemisfério Sólido

Considerações de Simetria z Hemisfério Sólido

Alguns Teoremas sobre o Equilíbrio Estático de um Corpo Rígido equilíbrio completo de um

Alguns Teoremas sobre o Equilíbrio Estático de um Corpo Rígido equilíbrio completo de um corpo rígido. Equilíbrio em um Campo Gravitacional Uniforme

Rotação de um Corpo Rígido em Torno de um Eixo Fixo — Momento de

Rotação de um Corpo Rígido em Torno de um Eixo Fixo — Momento de Inércia y mi Ri yi f xi x onde

H TORQUE PROVOCADO PELA REAÇ O (FORÇA) AO AR EJETADO TORQUE SOBRE A HÉLICE

H TORQUE PROVOCADO PELA REAÇ O (FORÇA) AO AR EJETADO TORQUE SOBRE A HÉLICE TORQUE SOBRE O HELICÓPTERO AR EJETADO PELO ROTOR TRASEIRO ATRITO DO TREM DE POUSO COM A PLATAFORMA GERA TORQUE IMPEDE A ROTAÇ O DO HELICÒPTERO

Uma partícula: y mi Ri yi eixo fixo: f xi x

Uma partícula: y mi Ri yi eixo fixo: f xi x

Calculo do Momento de Inércia corpo composto: Exemplo: Barra fina

Calculo do Momento de Inércia corpo composto: Exemplo: Barra fina

Aro ou Casca Cilındrica Disco Circular ou Cilindro a r dr eixo

Aro ou Casca Cilındrica Disco Circular ou Cilindro a r dr eixo

Esfera eixo z dz y a 2

Esfera eixo z dz y a 2

Casca Esférica d/da eixo z eixo d/da z

Casca Esférica d/da eixo z eixo d/da z

Teorema dos Eixos Perpendiculares y z x

Teorema dos Eixos Perpendiculares y z x

Disco circular fino no plano xy.

Disco circular fino no plano xy.

Teorema dos Eixos Paralelos y ri ri rcm x

Teorema dos Eixos Paralelos y ri ri rcm x

Disco circular fino no plano xy. z’ z y x a CM

Disco circular fino no plano xy. z’ z y x a CM

Disco circular fino no plano xy. y’ z y x a CM

Disco circular fino no plano xy. y’ z y x a CM

Raio de Giração Exemplo: o raio de giração de uma barra fina, relativo a

Raio de Giração Exemplo: o raio de giração de uma barra fina, relativo a um eixo perpendicular que passa por uma extremidade

O Pêndulo Físico O l cm

O Pêndulo Físico O l cm

O Pêndulo Físico O Usando o teorema dos eixos paralelos, podemos expressar o raio

O Pêndulo Físico O Usando o teorema dos eixos paralelos, podemos expressar o raio de giração k em termos do raio de giração relativo ao centro de massa km l q cm

Centro de Oscilação O l q cm O’ l’ cm

Centro de Oscilação O l q cm O’ l’ cm

ponto O’ : centro de oscilação do ponto O’ l’ cm

ponto O’ : centro de oscilação do ponto O’ l’ cm

Ex: Barra fina oscilando da extremidade:

Ex: Barra fina oscilando da extremidade:

Teorema Geral Relativo ao Momentum Angular

Teorema Geral Relativo ao Momentum Angular

Este resultado estabelece que a taxa de variação temporal do momentum angular relativo ao

Este resultado estabelece que a taxa de variação temporal do momentum angular relativo ao centro de massa de qualquer sistema é igual ao momento total das forças externas relativo ao centro de massa. Isto é verdadeiro mesmo que o centro de massa esteja se acelerando.

Movimento Laminar de um Corpo Rígido O movimento do corpo ocorre de modo que

Movimento Laminar de um Corpo Rígido O movimento do corpo ocorre de modo que todas as suas partículas se deslocam paralelamente a um determinado plano fixo, então este movimento é denominado laminar. No movimento laminar, o eixo de rotação pode mudar de posição mas não muda de direção.

Movimento laminar CM em translação + rotação em torno do CM Eixo de rotação

Movimento laminar CM em translação + rotação em torno do CM Eixo de rotação com direção constante Movimento em um plano Translação: Rotação:

Cilindro Rolando em um Plano Inclinado y COM ATRITO gc osq FN cm mg

Cilindro Rolando em um Plano Inclinado y COM ATRITO gc osq FN cm mg sen q cos q mm mg x mg a q

Movimento sem deslizamento

Movimento sem deslizamento

Considerações sobre energia Derivando:

Considerações sobre energia Derivando:

Ocorrência de Deslizamento x Supondo: FN osq cm mg sen q cos mg COM

Ocorrência de Deslizamento x Supondo: FN osq cm mg sen q cos mg COM ATRITO gc q mm y mg a q

Rolamento sem deslizamento Exs: Esfera rola em plano inclinado com θ=45° se o coeficiente

Rolamento sem deslizamento Exs: Esfera rola em plano inclinado com θ=45° se o coeficiente de atrito for, no mínimo: r vcm P

F 2 F F 1

F 2 F F 1

Ex: colisão de uma barra metálica sobre gelo com disco de hóquei.

Ex: colisão de uma barra metálica sobre gelo com disco de hóquei.

Esta apresentação foi desenvolvida pelo Prof. Gustavo de Almeida Magalhães Sáfar e corrigida, conferida

Esta apresentação foi desenvolvida pelo Prof. Gustavo de Almeida Magalhães Sáfar e corrigida, conferida e ampliada pelo Prof. João Francisco C. Santos Jr. no Departamento de Física do Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais.