DIAGNSTICO MULTIDISCIPLINAR E O PAPEL DOS PAIS NO

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DIAGNÓSTICO MULTIDISCIPLINAR E O PAPEL DOS PAIS NO TRATAMENTO Psicóloga: Nara Aparecida Domingos CRP:

DIAGNÓSTICO MULTIDISCIPLINAR E O PAPEL DOS PAIS NO TRATAMENTO Psicóloga: Nara Aparecida Domingos CRP: 06/95165

O QUE É DIAGNÓSTICO MÚLTIDISPLINAR ? ? O diagnóstico deve ser feito por uma

O QUE É DIAGNÓSTICO MÚLTIDISPLINAR ? ? O diagnóstico deve ser feito por uma equipe multidisciplinar formada por psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e se necessário neurologista ou ainda outros profissionais como oftalmologista, otorrinolaringologista, geneticista, psiquiatra, pediatra, etc. , para se determinar ou eliminar fatores, em todas as áreas, que possam comprometer o processo de desenvolvimento do indivíduo.

PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS NOS CINCO PERIODOS DO CICLO DE VIDA

PRINCIPAIS DESENVOLVIMENTOS NOS CINCO PERIODOS DO CICLO DE VIDA

QUE TIPO DE COMPORTAMENTO DEVE SER OBSERVADO? QUAIS SÃO OS SINAIS DE ALERTA? üAQUILO

QUE TIPO DE COMPORTAMENTO DEVE SER OBSERVADO? QUAIS SÃO OS SINAIS DE ALERTA? üAQUILO QUE PRODUZ SOFRIMENTO PARA A CRIANÇA, ADOLESCENTE E OU FAMILIARES ü COMPORTAMENTOS EXTREMOS OU INCOMUNS, SINTOMAS, RETRAÇÕES OU INTERRUPÇÕES DO DESENVOLVIMENTO. ü ÀS VEZES, NÃO SENTIR, NÃO REAGIR É O QUE MAIS PREOCUPA.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS EFEITOS DE DIAGNÓSTICOS DE TRANSTORNOS MENTAIS EQUIVOCADOS SOBRE A VIDA

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS EFEITOS DE DIAGNÓSTICOS DE TRANSTORNOS MENTAIS EQUIVOCADOS SOBRE A VIDA DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES? ü CUIDADO AO OBSERVAR SINAIS E SINTOMAS QUE SE AGRUPADOS FACILMENTE SERIAM CARACTERIZADOS COMO TRANSTORNOS MENTAIS DENTRO DOS MODELOS CLÁSSICOS. ü MEDIDAS TERAPÊUTICAS VISAM ELIMINAR OU SILENCIAR ESTES SINTOMAS, SEM EXERCER QUALQUER TIPO DE QUESTIONAMENTO A RESPEITO DO MOTIVO DE SUA EXISTÊNCIA OU RELEV NCIA PARA AQUELE SUJEITO. ü O SILENCIAMENTO IRRESPONSÁVEL DESTES SINTOMAS MUITAS VEZES PRODUZ INDIVÍDUOS ROBOTIZADOS, DESVITALIZADOS, OU PRODUZ NOVOS SINTOMAS ü O SUJEITO É DESCONSIDERADO COMO UM TODO E ASSIM, A CRIANÇA OU ADOLESCENTE PASSA A SE REDUZIR A SEU TRANSTORNO AOS OLHOS DO OUTRO

COMO IDENTIFICAR O DIAGNÓSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS EQUIVOCADO? TRÊS PONTOS PODEM SER CONSIDERADOS: 1

COMO IDENTIFICAR O DIAGNÓSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS EQUIVOCADO? TRÊS PONTOS PODEM SER CONSIDERADOS: 1 - DIAGNÓSTICO ACERTADO, CONTUDO, A FAMÍLIA E AQUELES QUE CUIDAM DA CRIANÇA OU DO ADOLESCENTE, TEM UMA VISÃO REDUZIDA E DETERMINISTA DAQUELE ‘TRANSTORNO’, CONSIDERANDO QUE SEU DESTINO ESTÁ CONDENADO A ‘SER O TRANSTORNO’: “SE É TAL COISA, LOGO ELE SERÁ SEMPRE DO JEITO TAL”. 2 - ÀS VEZES A CRIANÇA ESTÁ DIAGNOSTICADA E MEDICADA, MAS OS SINTOMAS E SOFRIMENTOS PERSISTEM SEM QUALQUER TIPO DE DESLOCAMENTO. NESTES CASOS HÁ DE SE CONSIDERAR QUE HÁ ALGO EQUIVOCADO, SEJA NO DIAGNÓSTICO, NA MEDICAÇÃO E/OU NA INTERVENÇÃO. 3 - AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES MANIFESTAM MUITO FACILMENTE OS SINTOMAS DAQUILO QUE ESTÁ DESREGULADO NA FAMÍLIA OU NOS AMBIENTES EM QUE VIVEM.

QUAL A FINALIDADE DE UM DIAGNÓSTICO DE TRANSTORNO MENTAL NA INF NCIA E ADOLESCÊNCIA

QUAL A FINALIDADE DE UM DIAGNÓSTICO DE TRANSTORNO MENTAL NA INF NCIA E ADOLESCÊNCIA E QUANDO ELE É NECESSÁRIO? O DIAGNÓSTICO TEM POR FINALIDADE DEFINIR OU DIRECIONAR O TRATAMENTO, PRINCIPALMENTE NA INF NCIA OU ADOLESCÊNCIA. ELA É NECESSÁRIA QUANDO EXISTEM INDICADORES DE RISCO DE DESENVOLVIMENTO E CONDIÇÕES DE SOFRIMENTO PSÍQUICO. MAS VEZES UM FECHAMENTO DE DIAGNÓSTICO PODE SER UM RISCO

INF NCIA DOENÇAS MAIS FREQUENTES NA INF NCIA E ADOLESCÊNCIA • DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Sua

INF NCIA DOENÇAS MAIS FREQUENTES NA INF NCIA E ADOLESCÊNCIA • DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Sua característica principal é um desempenho mental inferior à média. é comum também apresentarem limitações em pelo menos duas áreas de habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. geralmente, os pacientes se comportam como se tivessem menos idade do que de fato têm. • TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): Formado por um grupo de transtornos, o problema tem como característica principal os prejuízos sociais e de interação com os outros e com o mundo exterior. geralmente, os sinais aparecem já nos primeiros meses de vida. bebês que não mantêm contato visual, que parecem não “ouvir” e não demonstram reações a brincadeiras, por exemplo, provavelmente são acometidos pelo transtorno. comportamentos repetitivos também são comuns ao quadro. há vários subgrupos de TEA com sintomas e características específicos. • TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE (TDAH): o problema tem como sintomas principais a desatenção, a inquietude e a impulsividade. São as chamadas, injustamente, de “criança problema”. elas não ficam quietas, não conseguem reter informações e, geralmente, são estabanadas. é de origem neurobiológica e tem causas genéticas. É o transtorno mental que mais acomete as crianças (cerca de 3% a 5% dos pequenos penam com ele). • TRANSTORNOS ESPECÍFICOS DO APRENDIZADO: Como o nome sugere, os transtornos de aprendizagem atrapalham (e muito!) a retenção de novos conhecimentos pelos pequenos. Podem se apresentar em forma de dificuldade para aprender a escrever, a ler ou a fazer contas matemáticas, por exemplo. Um sinal bastante sugestivo são crianças que apresentam resultados extremamente inferiores ao esperado pela faixa etária e pelo grau de escolaridade. Acredita-se que a limitação tenha origem no sistema nervoso central. Dentro do Transtorno Especifico de Aprendizado se encontram: discalculia, disgrafia, dispraxia, dislexia e Síndrome de Gerstmann.

DOENÇAS MAIS FREQUENTES NA INF NCIA E ADOLESCÊNCIA ADOLESCENCIA • DEPRESSÃO: A doença caracteriza-se

DOENÇAS MAIS FREQUENTES NA INF NCIA E ADOLESCÊNCIA ADOLESCENCIA • DEPRESSÃO: A doença caracteriza-se por um estado de tristeza profunda, é muito comum que o indivíduo sinta angústia, ansiedade, desânimo, falta de energia. Além disso, o humor depressivo, a irritabilidade, a ansiedade, a dificuldade de concentração, o esquecimento e a tendência ao isolamento são sintomas característicos ao transtorno. Para diferenciar a tristeza normal da depressão é preciso observar se a pessoa sente a necessidade de “sumir”, de largar tudo. Muitos pacientes deprimidos preferem se isolar, enquanto outros procuram ocupar a cabeça ao máximo para não pensarem em sentimentos negativos. • TRANSTORNO BIPOLAR: O paciente diagnosticado vive uma montanha-russa de emoções, uma vez que seu humor muda constantemente, o humor do indivíduo oscila entre episódios de humor exaltado (chamado euforia) e os períodos depressivos. Fácil distração, hiperatividade, aumento de energia, falar em excesso, autoestima muito alta, compulsão alimentar ou de bebidas alcoólicas e pouco controle de temperamento estão entre os principais sintomas. • TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA: É muito mais do que apenas uma sensação de angústia ou de aflição. O transtorno de ansiedade generalizada pode significar um verdadeiro tormento na vida do doente. O distúrbio é caracterizado como uma “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva persistente e de difícil controle. ” Um dos critérios para o diagnóstico é que a situação perdure por, pelo menos, seis meses, com a presença de três ou mais sintomas: fadiga, irritabilidade, inquietação, tensão muscular, dificuldade de concentração, perturbação do sono e fadiga.

OUTRAS DOENÇAS EXISTENTES • VISÃO GERAL DOS TRANSTORNOS MENTAIS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES •

OUTRAS DOENÇAS EXISTENTES • VISÃO GERAL DOS TRANSTORNOS MENTAIS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • VISÃO GERAL DOS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • AGORAFOBIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA (TAG) EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNO DO P NICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNOS DE ANSIEDADE DA SEPARAÇÃO • TRANSTORNOS DE ANSIEDADE SOCIAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNOS DE ESTRESSE AGUDO E PÓS-TRAUMÁTICO (TEA E TEPT) EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNO BIPOLAR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • DISTÚRBIOS DE CONDUTA • TRANSTORNOS DEPRESSIVOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO (TOC) E TRANSTORNOS RELACIONADOS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • TRANSTORNO DESAFIADOR OPOSITIVO (TDO) • ESQUIZOFRENIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES • SINTOMA SOMÁTICO E TRANSTORNOS RELACIONADOS EM CRIANÇAS • COMPORTAMENTO SUICIDA

PAPEL DOS PAIS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS • RECEBIMENTO DO DIAGNOSTICO •

PAPEL DOS PAIS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS PATOLOGIAS • RECEBIMENTO DO DIAGNOSTICO • LUTO DA EXPECTATIVA DO FILHO IDEALIZADO • IMPORT NCIA DA FAMÍLIA NA ACEITAÇÃO DO DIAGNOSTICO E DA NÃO ROTULAÇÃO • ACORDO ENTRE OS PAIS NO DIRECIONAMENTO DA EDUCAÇÃO DOS FILHOS • DIN MICA FAMILIAR • DIN MICA FINANCEIRA • RELAÇÕES CONJUGAIS • MEDIADORES ENTRE A CRIANÇA E O MEIO • REFERENCIA PARA OS ADOLESCENTES • INTERAÇÃO E PESQUISAS SOBRE O TRANSTORNO • AÇÕES CONJUNTAS COM OS PROFISSIONAIS E ESCOLA • INTERAÇÃO DOS PAIS COM OS FILHOS • DIFERENCIAR MÁ EDUCAÇÃO, BIRRAS, PREGUIÇA E MANIPULAÇÕES DA CRIANÇA E ADOLESCENTES • CUIDADO COM OS GANHOS SECUNDÁRIOS DA CRIANÇA E ADOLESCENTES A PARTIR DO DIAGNÓSTICO • SUPER PROTEÇÃO E ANULAÇÃO DA IDENTIDADE DO INDIVIDUO • ATENÇÃO, PACIÊNCIA E UM DIÁLOGO MAIOR • RESPONSABILIZAR OS FILHOS POR SEUS COMPORTAMENTOS. • FAMILIAS TREINADAS E ORIENTADAS. • ADAPTAÇÕES E AJUSTAMENTOS PSICOSSOCIAS • CUIDADO COM EVENTOS ESTRESSORES E CUIDADO COM A PRÓPRIA SAÚDE MENTAL.