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DEUS WWW. ALOISIOCOLUCCI. WORDPRESS. COM A GÊNESE – MÓDULO IV – AULA 02 84

DEUS WWW. ALOISIOCOLUCCI. WORDPRESS. COM A GÊNESE – MÓDULO IV – AULA 02 84 SLIDES

OBJETIVOS • Favorecer o entendimento da evolução acerca de Deus e propiciar a compreensão

OBJETIVOS • Favorecer o entendimento da evolução acerca de Deus e propiciar a compreensão Dele como Pai, criador e inteligência suprema do Universo.

ABORDAGENS • • A Existência de Deus; Da Natureza Divina; A Providência; A Visão

ABORDAGENS • • A Existência de Deus; Da Natureza Divina; A Providência; A Visão de Deus.

INTRODUÇÃO • Deus é um princípio fundamental para a Doutrina dos Espíritos. • "Não

INTRODUÇÃO • Deus é um princípio fundamental para a Doutrina dos Espíritos. • "Não há vida, realidade, inteligência senão pela vontade de Deus“. • (Leocádio J. Correia). • Deus é a causa primeira de todas as coisas. (Allan Kardec). • Para o Espiritismo, o entendimento que os homens tem de Deus não está pronto nem é definitivo, está em constante evolução.

 • O conceito de Deus modifica-se com o tempo, resultado de ampliações sucessivas

• O conceito de Deus modifica-se com o tempo, resultado de ampliações sucessivas de um conceito inicial, de abordagens complementares que destacaram aspectos diferentes de Deus não considerados até então, e, também, de visões contraditórias que expuseram as limitações de explicações utilizadas em determinado momento. • A compreensão de Deus, alcançada por uma pessoa é a possível em face do seu conhecimento e do conhecimento do seu grupo social.

 • A tradição judaico-cristã é um exemplo. • Moisés alcançou a ideia de

• A tradição judaico-cristã é um exemplo. • Moisés alcançou a ideia de um Deus que, não sendo mais voluntarioso, estabelecia um contrato, um conjunto de regras a serem obedecidas pelo seu povo. • Amós compreendeu que a relação de Deus com o homem seria, embora severa, justa (Deus de justiça). • Oséas afirmou que Deus, na sua severidade, sabia perdoar os erros de seus filhos (Deus de perdão). • O Deutero Isaías compreendeu que o Deus de Israel era o mesmo de toda a humanidade (Deus único).

 • E Jesus traduziu em ações que todos são iguais perante Deus, e

• E Jesus traduziu em ações que todos são iguais perante Deus, e que o amor é a relação básica entre Deus e suas criaturas (Deus de amor). • A visão histórica mostra que vários conceitos de Deus, aceitos em um determinado período, foram sendo abandonados na medida em que deixaram de atender às expectativas das pessoas e de seus grupos sociais. • Deus foi aos poucos deixando de ser um deus entre muitos deuses. • Deixou de ser o Deus de um só povo, o que comandava os exércitos e esmagava seus inimigos.

 • Deixou de ser o Deus imprevisível em suas ações, que a todos

• Deixou de ser o Deus imprevisível em suas ações, que a todos castigava. • Deixou de ser o Deus que provocava medo e controlava a vida das pessoas. Deixou de ser o Deus de uma Igreja, refém de concepções doutrinárias e dogmáticas. • No entendimento do Espiritismo, Deus não se relaciona ao mágico, ao místico, ao divinal, ao sacro, ao infinito, ao absoluto. • Deus não é matéria, nem energia. Ele não tem uma forma definida. Deus não está restrito a uma pessoa, por mais evoluída que seja, como Jesus.

 • Deus não está no céu. Ele está nos seres mas não se

• Deus não está no céu. Ele está nos seres mas não se confunde com eles; está nas coisas mas não se confunde com elas. • Deus não prescreve comportamentos, não determina um conjunto de regras a serem seguidas. • Logo, não há desobediência à sua vontade, não há pecado. Deus não vigia, não fiscaliza. Ele não pune, não castiga, não determina ou executa sentenças. • Para o Espiritismo, Deus não aceita oferendas, sacrifícios ou promessas. Não concede graça, dom ou favores. Não intercede, não aceita pedidos, não protege alguém em especial. Deus não atua através de milagres.

 • Deus não está limitado à humanidade, ao planeta Terra ou à Via

• Deus não está limitado à humanidade, ao planeta Terra ou à Via Láctea. Deus abrange todas as coisas, todos os seres vivos, inteligentes ou não, encarnados ou desencarnados do Universo. Deus se estende pelo Cosmo e o mantém (o Universo organizado e ordenado) — Deus Cósmico. • Para a Doutrina Espírita, o Universo é estruturado, as coisas não ocorrem ao acaso. Em tudo há causalidade, inteligibilidade, significado, padrão. Deus, para o Espiritismo, é a Inteligência Suprema (Allan Kardec). • O objetivo do ser é a evolução, a ampliação de sua consciência através da aquisição de conhecimentos.

 • Ao construir a sua trajetória de vida, o ser inteligente amplia a

• Ao construir a sua trajetória de vida, o ser inteligente amplia a sua percepção e compreensão da natureza, das coisas, das pessoas, de si mesmo, do Cosmo, da estruturação inteligente do Universo e, em consequência, o seu entendimento de Deus. • Deus torna-se evidente na Harmonia de tudo o que existe. Ao se fazer identidade com o Cosmo, se faz identidade com Deus, pois os seres, as coisas, as relações, a harmonia do Universo presentam Deus. • Dessa forma, Deus é a totalidade.

 • A estruturação inteligente do Universo é ampla, plural, variada, abrangendo o número

• A estruturação inteligente do Universo é ampla, plural, variada, abrangendo o número de consciências do universo. O Livre-Arbítrio é parte fundamental do Cosmo e as infinitas possibilidades que surgem de seu exercício estão contidas na estruturação inteligente do Universo. • A compreensão que o ser vai tendo do Cosmo é construída gradativamente e é expressa através de sínteses parciais, limitadas, incompletas. Algumas dessas sínteses parciais foram chamadas de leis de Deus, e muitas vezes entendidas como uma prescrição que deveria ser obedecida de forma rígida, como uma ordem direta de Deus que os homens não deveriam discutir.

 • Com o tempo, no entanto, passou a ser vista como a expressão

• Com o tempo, no entanto, passou a ser vista como a expressão de uma compreensão, como uma aproximação do entendimento da estrutura inteligente do Universo. • As chamadas leis não são prescrições, mas entendimentos. A identidade com Deus não se faz, portanto, pela obediência, mas através de conhecimento, entendimento, sabedoria, consciência. • Todos os seres se relacionam com Deus tal como as criaturas com o Criador. Na medida em que evoluem, ampliam a sua consciência dessa unidade criatura-Criador.

 • Todos os seres criam expressando Deus e nesse sentido pode-se compreender que

• Todos os seres criam expressando Deus e nesse sentido pode-se compreender que Deus está presente em todos os seres (Deus onipresente). Pode-se compreender, também, que Deus é consciente através da consciência de todos os seres do universo (Deus onisciente). • E, por fim, Deus faz, age, constrói através de suas criaturas. Elas são instrumentos do amor, da justiça, verdade, da evolução. A estruturação inteligente é operada pelas suas criaturas (Deus onipotente) • "Deus é vida, paz, amor, compreensão, inteligência, justiça, caridade suprema, . . . onipotência, onipresença, onisciência, verdade universal"

 • Deus é a expressão da vida, Deus é a dinâmica da vida.

• Deus é a expressão da vida, Deus é a dinâmica da vida. Deus é a unidade que se revela todos os dias quando nos procuramos ". . . estou servindo ao meu Criador? " (Antônio Grimm). • Texto de: L. J. Correia. • Copyright: Todos os direitos reservados. A SBEE autoriza a reprodução dos textos para fins não comerciais desde que seja mencionada a fonte. • Encontrado em: www. sbee. org. br

COSMOS – A CRIAÇÃO DIVINA

COSMOS – A CRIAÇÃO DIVINA

A EXISTÊNCIA DE DEUS • A prova da existência de Deus, como dizem os

A EXISTÊNCIA DE DEUS • A prova da existência de Deus, como dizem os Espíritos, pode ser encontrada num […] axioma que aplicais às vossas ciências. • Não há efeito sem causa. • Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá. • Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.

 • Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma

• Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa. • Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, creem instintivamente na existência de um poder sobre-humano. • A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação (dos Espíritos Superiores) como pela evidência material dos fatos.

 • Como remediar tal desordem? Como escapar a essas contradições? • Da mais

• Como remediar tal desordem? Como escapar a essas contradições? • Da mais simples maneira. • Basta elevarmo-nos acima das teorias e dos sistemas, bastante alto para ligá-las em seu conjunto e pelo que têm de comum. • Basta elevarmo-nos até à grande Causa, na qual tudo se resume e tudo se explica. • Duvidar da existência de Deus é negar que todo efeito tem uma causa e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.

 • A prova da existência de Deus, como dizem os Espíritos, pode ser

• A prova da existência de Deus, como dizem os Espíritos, pode ser encontrada em um […] axioma que aplicais às vossas ciências. • Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá. • Vemos constantemente uma imensidade de efeitos, cuja causa não está na Humanidade, pois que a Humanidade é impotente para produzi-los, ou, sequer, para explicá-los. […]

 • Tais efeitos absolutamente não se produzem ao acaso, fortuitamente e em desordem.

• Tais efeitos absolutamente não se produzem ao acaso, fortuitamente e em desordem. • Desde a organização do mais pequenino inseto e da mais insignificante semente, até a lei que rege os mundos que circulam, no Espaço, tudo atesta uma ideia diretora, uma combinação, uma previdência, uma solicitude que ultrapassam todas as combinações humanas. • A causa é, pois, soberanamente inteligente. • Constitui princípio elementar que pelos seus efeitos é que se julga de uma causa, mesmo quando ela se conserve oculta.

 • Se, fendendo os ares, um pássaro é atingido por mortífero grão de

• Se, fendendo os ares, um pássaro é atingido por mortífero grão de chumbo, deduz-se que hábil atirador o alvejou, ainda que este último não seja visto. • Nem sempre, pois, se faz necessário vejamos uma coisa, para sabermos que ela existe. Em tudo, observando os efeitos é que se chega ao conhecimento das causas. • Outro princípio igualmente elementar e que, de tão verdadeiro, passou a axioma é o de que todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente. Se perguntassem qual o construtor de certo mecanismo engenhoso, que pensaríamos de quem respondesse que ele se fez a si mesmo?

 • Quando se contempla uma obra-prima da arte ou da indústria, diz-se que

• Quando se contempla uma obra-prima da arte ou da indústria, diz-se que há de tê-la produzido um homem de gênio, porque só uma alta inteligência poderia concebê-la. • Reconhece-se, no entanto, que ela é obra de um homem, por se verificar que não está acima da capacidade humana; • Mas, a ninguém acudirá a ideia de dizer que saiu do cérebro de um idiota ou de um ignorante, nem, ainda menos, que é trabalho de um animal, ou produto do acaso. • Não podendo nenhum ser humano criar o que a Natureza produz, a causa primária é, conseguintemente, uma inteligência superior à Humanidade.

 • Quaisquer que sejam os prodígios que a inteligência humana tenha operado, ela

• Quaisquer que sejam os prodígios que a inteligência humana tenha operado, ela própria tem uma causa e, quanto maior for o que opere, tanto maior há de ser a causa primária. • Aquela inteligência superior é que é a causa primária de todas as coisas, seja qual for o nome que lhe deem. • Pois bem! lançando o olhar em torno de si, sobre as obras da Natureza, notando a providência, a sabedoria, a harmonia que presidem a essas obras, reconhece o observador não haver nenhuma que não ultrapasse os limites da mais portentosa inteligência humana.

 • Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas

• Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas são produto de uma inteligência superior à Humanidade, a menos que se sustente que há efeitos sem causa. • A harmonia existente no mecanismo do Universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. • Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso. • Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.

 • A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela

• A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos fatos. Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, creem instintivamente na existência de um poder sobre-humano. • Eles veem coisas que estão acima das possibilidades do homem e deduzem que essas coisas provêm de um ente superior à Humanidade. Não demonstram raciocinar com mais lógica do que os que pretendem que tais coisas se fizeram a si mesmas? • Provas da Existência de Deus – Bíblia do Caminho – Estudos Espíritas. • Encontrado em: www. bibliadocaminho. com

DA NATUREZA DIVINA • O homem não pode, porque não consegue, sondar a natureza

DA NATUREZA DIVINA • O homem não pode, porque não consegue, sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire pôr meio da completa depuração do espírito. • No entanto, se não pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite como premissa a sua existência, pode, pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários;

 • Porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode deixar de ser sem

• Porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode deixar de ser sem deixar de ser Deus, deduz, daí, o que ele deve ser, ou seja, não podendo compreender como Deus é, pode compreender como ele não pode deixar de ser. • É impossível compreender-se a obra da criação sem o conhecimento dos atributos de Deus. • Esse o ponto de partida de todas a crenças religiosas e, é pôr não terem se reportado a isso, como ao farol capaz de as orientar, que a maioria das religiões errou em seus dogmas.

 • As que não atribuíram a Deus a onipotência, imaginaram muitos deuses; as

• As que não atribuíram a Deus a onipotência, imaginaram muitos deuses; as que não lhe atribuíram soberana bondade, fizeram dele um Deus cioso, colérico, parcial e vingativo. • Deus é a suprema e soberana inteligência. • É limitada a inteligência do homem, pois que não pode fazer nem compreender tudo quanto existe. • A de Deus , abrangendo o infinito, tem que ser infinita. • Se a supuséssemos limitada num ponto qualquer, poderíamos conceber outro ser mais inteligente, capaz de compreender e fazer o que o primeiro não faria e assim pôr diante, até ao infinito.

 • Deus é eterno. • Deus não teve começo e não terá fim.

• Deus é eterno. • Deus não teve começo e não terá fim. Se tivesse tido princípio, houvera saído do nada. • Ora, não é coisa alguma e portanto coisa nenhuma pode produzir. Ou, então, teria sido criado pôr outro ser anterior e, nesse caso, este ser é que seria Deus. • Se lhe supuséssemos um começo ou fim, poderíamos conceber uma entidade existente antes dele e capaz de lhe sobreviver, e assim pôr diante, ao infinito. • Deus é imutável. • Se estivesse sujeito a mudanças, nenhuma estabilidade teriam as leis que regem o Universo.

 • Deus é imaterial. • A sua natureza difere de tudo o que

• Deus é imaterial. • A sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria. De outro modo, não seria imutável, pois estaria sujeito ás transformações da matéria. • Deus carece de forma apreciável pelos nossos sentidos, sem o que seria matéria. • Dizemos: a mão de Deus, o olho de Deus, a boca de Deus, porque o homem, nada mais conhecendo além de si mesmo, toma a si próprio pôr termo de comparação para tudo o que não compreende.

 • São ridículas essas imagens em que Deus é representado pela figura de

• São ridículas essas imagens em que Deus é representado pela figura de um ancião de longas barbas e envolto num manto. • Têm o inconveniente de rebaixar o Ente supremo até às mesquinhas proporções da Humanidade. Daí a lhe emprestarem as paixões humanas e fazerem-no um Deus colérico e cioso, não vai mais que um passo. • Deus é onipotente. • Se não possuísse o poder supremo, sempre se poderia conceber uma entidade mais poderosa e assim pôr diante, até chegar-se ao ser cuja potencialidade nenhum outro ultrapassasse. • Esse então é que seria Deus.

 • Deus é soberanamente justo e bom. • A providencial sabedoria das Leis

• Deus é soberanamente justo e bom. • A providencial sabedoria das Leis Divinas se revela nas mais pequeninas coisas, como nas maiores, não permitindo essa sabedoria que se duvide da sua justiça nem da sua bondade. • O fato de ser infinita uma qualidade, exclui a possibilidade de uma qualidade contrária, porque esta a tornaria menor ou a anularia. • Um ser infinitamente bom não poderia conter a mais insignificante parcela de malignidade, nem o ser infinitamente mau conter a mais insignificante parcela de bondade;

 • Do mesmo modo que um objeto não pode ser negro absoluto, com

• Do mesmo modo que um objeto não pode ser negro absoluto, com a mais ligeira nuança de branco, nem de um branco absoluto com a mais pequenina mancha preta. • Deus, pois, não poderia ser simultaneamente bom e mau, porque então, não possuindo qualquer dessas duas qualidades no grau supremo, não seria Deus; todas as coisas estariam sujeitas ao seu capricho e para nenhuma haveria estabilidade. • Não poderia ele, pôr conseguinte, deixar de ser ou infinitamente bom, ou infinitamente mau.

 • Ora, com suas obras dão o testemunho da sua sabedoria, da sua

• Ora, com suas obras dão o testemunho da sua sabedoria, da sua bondade e da sua solicitude, concluir-se-á que, não podendo ser ao mesmo tempo bom e mau sem deixar de ser Deus, ele necessariamente tem de ser infinitamente bom. • A soberana bondade implica a soberana justiça, porquanto, se ele procedesse injustamente ou com parcialidade, numa só circunstância que fosse, ou com relação a uma só de suas criaturas, já não seria soberanamente justo e, em consequência, já não seria soberanamente bom.

 • Deus é infinitamente perfeito. • É impossível conceber-se Deus sem o infinito

• Deus é infinitamente perfeito. • É impossível conceber-se Deus sem o infinito das perfeições, sem o que não seria Deus, pois sempre se poderia conceber um ser que possuísse o que lhe faltasse. Para que nenhum ser possa ultrapassá-lo, é preciso que ele seja infinito em tudo. • Sendo infinitos, os atributos de Deus não suscetíveis bem de aumento, nem de diminuição, visto que do contrario não seriam infinitos e Deus não seria perfeito. Se lhe tirassem a qualquer dos atributos a mais mínima parcela, já não haveria Deus, pois que poderia existir um ser mais perfeito.

 • Deus é único. • Do fato de serem infinitas as suas perfeições,

• Deus é único. • Do fato de serem infinitas as suas perfeições, resulta a unicidade de Deus. • Não poderia existir outro Deus, salvo sob a condição de ser igualmente infinito em todas as coisas, visto que, se houvesse a mais ligeira diferença, um seria inferior ao outro, subordinado ao poder desse outro e, então não seria Deus. • Se houvesse entre ambos igualdade absoluta, isso equivaleria a existir, de toda a eternidade, um mesmo pensamento, uma mesma vontade, um mesmo poder.

 • Confundidos, assim, quanto à identidade, não haveria, em realidade, mais que um

• Confundidos, assim, quanto à identidade, não haveria, em realidade, mais que um único Deus. • Se cada um tivesse atribuições especiais, um não faria o que o outro fizesse; mas, então não existiria igualdade perfeita entre eles, pois que nenhum possuiria autoridade soberana. • A ignorância do princípio de que são infinitas as perfeições de Deus foi que gerou o politeísmo, parecia acima dos poderes inerentes à Humanidade. Mais tarde, a razão levou-os a reunir essas diversas potências numa só.

 • Depois, à proporção que os homens foram compreendendo a essência dos atributos

• Depois, à proporção que os homens foram compreendendo a essência dos atributos divinos, retiraram dos símbolos, que haviam criado, a crença que implicava a negação desses atributos. • Em resumo, Deus não pode ser Deus senão sob a condição de que nenhum outro o ultrapasse, porquanto o ser que o excedesse no quer que fosse, ainda que apenas na grossura de um cabelo, é que seria o verdadeiro Deus. • Para que tal não se dê, indispensável se torna que seja infinito em tudo.

 • É assim que, comprovada pelas suas obras a existência de Deus, por

• É assim que, comprovada pelas suas obras a existência de Deus, por simples dedução lógica se chega a determinar os atributos que o caracterizam. • Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diferente disso. • Tal o eixo sobre que repousa o edifício universal. Esse farol cujos raios se estendem pôr sobre o Universo inteiro, única luz capaz de guiar o homem na pesquisa da verdade. • Orientando-se pôr essa luz, ele nunca se transviará.

 • Em filosofia, em psicologia, em moral, em religião, só há de verdadeiro

• Em filosofia, em psicologia, em moral, em religião, só há de verdadeiro o que não se afaste nem um til, das qualidades essenciais da Divindade. • A religião perfeita será aquela de cujos artigos de fé nenhum esteja em oposição àquelas qualidades; aquela cujos dogmas todos suportem a prova dessa verificação sem nada sofrerem. • Denizart Castaldeli. • Da Natureza Divina. Centro Espírita Batuíra. • Encontrado em: www. cebatuira. org. br

A PROVIDÊNCIA DIVINA • A ação da providência divina. • Para entender aos mecanismos

A PROVIDÊNCIA DIVINA • A ação da providência divina. • Para entender aos mecanismos de ação da providência divina é preciso ter alguma compreensão das leis que regem os fluidos, os tipos e frequências das vibrações energéticas, pois são estes elementos materiais que servem de veiculo à manifestação da vontade do Criador, e de todos os Espíritos, ainda que em escala bem reduzida.

 • Assim, Kardec faz a seguinte reflexão: • “Como pode Deus, tão grande,

• Assim, Kardec faz a seguinte reflexão: • “Como pode Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, intrometer-se em pormenores sem importância, preocupar-se com os menores atos da nossa vida e com os mais ínfimos pensamentos de cada indivíduo? ” • Tal a interrogação que o incrédulo dirige a si mesmo, concluindo por dizer que, admitida a existência de Deus, só se pode aceitar, quanto à sua ação, que ela se exerça sobre as leis gerais do Universo; que o Universo funcione de toda a eternidade, em virtude dessas leis, às quais toda criatura se acha submetida na esfera de suas atividades, sem que seja preciso a intervenção incessante da Providência.

 • Ainda que os fluidos e energias sirvam de manifestação da ação providencial,

• Ainda que os fluidos e energias sirvam de manifestação da ação providencial, não são dotados de inteligência, por mais poderosos que sejam, mesmo em se tratando dos fluidos etéreos ou de vibrações sutilíssimas. • Para melhor entender o assunto, o Codificador recorda como se expressam a propriedades do perispírito, já conhecidas pelos espíritas: As propriedades do fluido perispirítico dão-nos disso uma ideia. • Ele não é inteligente de si mesmo porque é matéria, mas serve de veículo ao pensamento, às sensações e percepções do Espírito.

 • O fluido perispiritual não é o pensamento do Espírito, mas o agente

• O fluido perispiritual não é o pensamento do Espírito, mas o agente e o intermediário desse pensamento. Sendo ele quem o transmite, fica, de certo modo, impregnado do pensamento transmitido. […]. • Neste sentido, o fluido que serve de veículo à ação mental simula algum efeito inteligente (apenas simula!), uma vez que está impregnado de elementos inteligentes oriundos da mente emissora. • Seja ou não assim no que respeita ao pensamento de Deus, isto é, quer o pensamento de Deus atue diretamente, quer por intermédio de um fluido;

 • Representemo-lo, para facilitar a compreensão, sob a forma concreta de um fluido

• Representemo-lo, para facilitar a compreensão, sob a forma concreta de um fluido inteligente preenchendo o Universo infinito e penetrando todas as partes da Criação: • A Natureza inteira mergulhada no fluido divino. • Ora, em virtude do princípio de que as partes de um todo são da mesma natureza e têm as mesmas propriedades que ele, cada átomo desse fluido, se assim nos podemos exprimir, possuindo o pensamento, isto é, os atributos essenciais da Divindade e estando o mesmo fluido em toda parte, tudo está submetido à sua ação inteligente, à sua previdência, à sua solicitude.

 • Não haverá nenhum ser, por mais ínfimo que o suponhamos, que de

• Não haverá nenhum ser, por mais ínfimo que o suponhamos, que de algum modo não esteja saturado dele. • Achamo-nos assim, constantemente, em presença da Divindade; não lhe podemos subtrair ao olhar nenhuma de nossas ações; • O nosso pensamento está em contato incessante com o seu pensamento, havendo, pois, razão para dizer-se que Deus vê os mais profundos refolhos do nosso coração. • Estamos nele, como ele está em nós, segundo a palavra do Cristo. […].

 • Fica, pois, evidente a forma como age a providência divina, utiliza os

• Fica, pois, evidente a forma como age a providência divina, utiliza os elementos materiais (fluídicos e energéticos), existentes na Natureza para se manifestar. • Para estender a sua solicitude a todas as criaturas, Deus não precisa lançar o olhar do Alto da imensidade. • Para que as nossas preces sejam ouvidas, não precisam transpor o espaço, nem ser ditas com voz retumbante, porque, estando Deus continuamente ao nosso lado, os nossos pensamentos repercutem nele. • Os nossos pensamentos são como os sons de um sino, que fazem vibrar todas as moléculas do ar ambiente.

 • Essas explicações são tanto mais esclarecedoras quanto maior for o nosso entendimento

• Essas explicações são tanto mais esclarecedoras quanto maior for o nosso entendimento a respeito de Deus. • Se o entendimento que temos de Deus ainda é o de natureza antropomórfica, dificilmente iremos compreender como acontece a providência divina. • É preciso, por outro lado, agir com humildade e, também coragem para rever a concepção que, usualmente, temos de Deus, escapando das armadilhas das opiniões pessoais, dos dogmas fornecidos pelas religiões ou conclusões filosóficas apressadas, as quais se restringem, em geral, a meros palpites, destituídos de cunho filosófico ou embasamento religioso mais aprofundado.

 • No estado de inferioridade em que ainda se encontram, só com muita

• No estado de inferioridade em que ainda se encontram, só com muita dificilmente podem os homens compreender que Deus seja infinito, visto que, sendo eles mesmos limitados e circunscritos, imaginam também que Deus seja circunscrito e limitado, figurando-o à imagem e semelhança deles. […] • Há, contudo, um fato concreto que não podemos ignorar: a providência divina existe e somos dela beneficiários, cotidianamente, no plano físico e no espiritual. Eis o que Emmanuel tem a dizer: Seja onde for, recorda que Deus está sempre em nós e agindo por nós.

 • Para a maioria, Ele é um soberano poderoso, sentado num trono inacessível

• Para a maioria, Ele é um soberano poderoso, sentado num trono inacessível e perdido na imensidade dos céus. • Como suas faculdades e percepções são limitadas, não compreendem que Deus possa ou se digne de intervir diretamente nas pequeninas coisas. • Para assegurar-nos, quanto a isso, bastar-nos-á a prática da oração, mesmo ligeira ou inarticulada, que desenvolverá em nós outros a convicção da presença divina, em todas as faixas da existência.

 • Certamente, a prece não se fará seguida de demonstrações espetaculares, nem de

• Certamente, a prece não se fará seguida de demonstrações espetaculares, nem de transformações externas imprevistas. • Pensa, todavia, no amparo de Deus e, em todos os episódios da estrada, senti-lo-ás contigo no silêncio do coração. • Nos obstáculos de ordem material, esse apoio não te chegará na obtenção do dinheiro fácil que te solva os compromissos, mas na força para trabalhar a fim de que os recursos necessários te venham às mãos;

 • Nas horas de dúvida, não te virá em fórmulas verbais diretas que

• Nas horas de dúvida, não te virá em fórmulas verbais diretas que te anulem o livre arbítrio e sim na inspiração exata que te ajude a tomar as decisões indispensáveis à paz da própria consciência; • Nos momentos de inquietação, não surgirá em acontecimentos especiais que te afastem dos testemunhos de fé, mas percebê-los-ás contigo em forma de segurança e bom ânimo, na travessia da aflição; • Nos dias em que o mal te pareça derrotar a golpes de incompreensão ou de injúria, não se te expressará configurado em favores de exceção que te retirem dos ombros a carga das provas redentoras;

 • E sim na energia bendita da fé viva que te restaure a

• E sim na energia bendita da fé viva que te restaure a esperança, revestindo-te de coragem, a fim de que não esmoreças na rude jornada, em direção à vida nova. • Seja qual for a dificuldade em que te vejas ou a provação que experimentes, recorda que Deus está contigo e nada te faltará, nos domínios do socorro e da bênção, para que atravesses todos os túneis de tribulação e de sombra, ao encontro da paz e a caminho da luz.

 • As bênçãos da providência divina. • O indivíduo materialista ou pouco espiritualizado

• As bênçãos da providência divina. • O indivíduo materialista ou pouco espiritualizado ignora a ação providencial de Deus em sua vida; que só é percebida à medida em que ele aprende a se libertar das influências da vida material e desenvolve aprendizado espiritual. • No começo desse aprendizado, visualiza apenas os benefícios mais patentes: as boas condições do corpo físico, da inteligência, da vida em família, de acesso ao conhecimento, de sobrevivência material por meio de profissão digna, entre outros.

 • Mais tarde, tendo adquirido outros conhecimentos, que o eleva em termos espirituais,

• Mais tarde, tendo adquirido outros conhecimentos, que o eleva em termos espirituais, consegue identificar inúmeros outros benefícios que lhe abençoam a existência. • Nessa fase da evolução, o Espírito realmente se renova: empenha-se no combate aos vícios e imperfeições que ainda possui, e se esforça no propósito de desenvolver virtudes. • Vemos, então, que a existência da providência divina, e o seu consequente aproveitamento, acompanha o amadurecimento espiritual do ser humano: • Dá-se com os homens, em geral, o que se dá em particular com os indivíduos.

 • As gerações têm sua infância, sua juventude e sua maturidade. Cada coisa

• As gerações têm sua infância, sua juventude e sua maturidade. Cada coisa deve vir a seu tempo; a semente lançada à terra, fora da estação, não germina. • Esse é o principal motivo porque “[…] em sua previdente sabedoria, a Providência não revela as verdades senão gradualmente, sempre as desvenda à medida que a Humanidade está amadurecida para recebêlas. […]. ” • Os ensinamentos de Jesus que seguem fornecem maiores esclarecimentos a respeito da providência divina.

 • Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o

• Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os corroem, e onde os ladrões arrombam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça, nem o caruncho corroem e onde os ladrões não arrombam nem roubam; pois onde está teu tesouro aí estará também teu coração. • A lâmpada do corpo é o olho. • Portanto, se teu olho estiver são todo teu corpo ficará iluminado; mas se teu olho estiver doente todo teu corpo ficará escuro. Pois se a luz que há em ti são trevas, quão grandes serão as trevas!

 • Ninguém pode servir a dois senhores. Com efeito, ou odiará um e

• Ninguém pode servir a dois senhores. Com efeito, ou odiará um e amará o outro, ou se apegará ao primeiro e desprezará o segundo. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro. • Por isso vos digo: não vos preocupeis com a vossa vida quanto ao que haveis de comer, nem com o vosso corpo quanto ao que haveis de vestir. • Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que a roupa? Olhai as aves do céu: não semeiam, nem colhem, nem ajuntam em celeiros.

 • E, no entanto, vosso Pai celeste as alimenta. Ora, não valeis vós

• E, no entanto, vosso Pai celeste as alimenta. Ora, não valeis vós mais do que elas? Quem dentre vós, com as suas preocupações, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida? • E com a roupa, por que andais preocupados? • Observai os lírios do campo, como crescem, e não trabalham e nem fiam. E, no entanto, eu vos asseguro que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.

 • Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que existe hoje

• Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que existe hoje e amanhã será lançada ao forno, não fará ele muito mais por vós, homens fracos na fé? Por isso, não andeis preocupados, dizendo: • Que iremos comer? Ou, que iremos beber? Ou, que iremos vestir? • De fato, são os gentios que estão à procura de tudo isso: vosso Pai celeste sabe que tendes necessidade de todas essas coisas.

 • Buscai em primeiro lugar, o Reino de Deus e sua justiça, e

• Buscai em primeiro lugar, o Reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos preocupeis, portanto, com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia basta o seu mal. (Mateus, 6. 19 -34). • A providência divina nos concede bens favoráveis ao nosso progresso intelectual e moral. Alguns destes bens são transitórios, úteis à vida no plano físico, durante a reencarnação. • Outros são eternos, imprescindíveis à felicidade do Espírito, independentemente do plano de existência onde ele se encontre.

 • A sabedoria está em sabermos utilizar os primeiros, sem nos escravizarmos a

• A sabedoria está em sabermos utilizar os primeiros, sem nos escravizarmos a eles, mas priorizar a aquisição dos segundos. • Infelizmente, são características da imperfeição espiritual apreciamos a aquisição de bens materiais, sempre de caráter transitórios, e às sensações que eles nos proporcionam, mesmo estando cientes que o acúmulo de bens materiais jamais poderá ser considerado processo de felicidade. • Ao contrário, pode estimular o egoísmo e o orgulho, retardando o progresso individual.

 • Sendo assim, é importante destacamos os principais ensinamentos presentes no texto evangélico,

• Sendo assim, é importante destacamos os principais ensinamentos presentes no texto evangélico, anteriormente citado (Mateus, 6. 19 -34). • Aprender a acumular bens ou tesouros imperecíveis, imortais, não sujeitos à destruição por efeito dos elementos da natureza (“traça e ferrugem”) ou que possam ser retirados (“roubados”). • Esses tesouros são as virtudes e as conquistas intelectuais edificantes.

 • É preciso estar atentos à aquisição de valores imperecíveis ao Espírito, aprendendo

• É preciso estar atentos à aquisição de valores imperecíveis ao Espírito, aprendendo a distinguir o supérfluo do necessário, o bom do ruim, o superior do inferior, educando a conduta, pois, onde está o “nosso tesouro aí estará o nosso coração”. • O ser humano feliz conhece com clareza o significado dos verbos “ter” e “ser”. • Os olhos percebem o mundo, as pessoas e as coisas, mas só teremos luz espiritual se transformarmos os olhos em “candeias”, isto é, olhos que enxergam a vida verdadeira e os valores eternos que promovem a melhoria do Espírito.

 • Combatendo as imperfeições ou “trevas” que existem em nosso íntimo, veremos o

• Combatendo as imperfeições ou “trevas” que existem em nosso íntimo, veremos o mundo e as pessoas sob nova ótica. • O homem espiritualizado conhece o valor relativo dos bens materiais e o peso que eles representam. • Esforça-se, então, para dominar e não ser dominado pelas paixões inferiores. • Conduz seu destino, discernindo o certo do errado e fazendo escolhas mais acertadas.

 • O ser espiritualizado, ou que já possui alguma evolução espiritual, esforça-se para

• O ser espiritualizado, ou que já possui alguma evolução espiritual, esforça-se para levar uma vida mais simples, conduzindo-se com prudência ao longo do processo ascensional, evitando excessos de qualquer natureza: no vestir, no alimentar, na acumulação de bens, no desfrutamento de prazeres etc. • Trabalha para ter o necessário à existência, não entorpecendo os sentidos com os excessos que a vida material oferece. Por este motivo não se preocupa em demasia com o que beber, comer e vestir, sabendo que “a vida é mais do que o alimento” e o “corpo mais do que a vestimenta”, sobretudo porque:

 • “Se Deus veste a erva do campo com admirável beleza, que existe

• “Se Deus veste a erva do campo com admirável beleza, que existe hoje e amanhã será lançada ao fogo, que não tecem nem fiam”, o que o Pai Celestial não fará em benefício dos seres inteligentes da sua Criação? • A inquietação sobre os dias futuros revela falta de fé na bondade e misericórdia divinas. Ser prudente é uma coisa. Ser inquieto ou estressado é outra, bem diferente. O homem angustiado está sempre aflito (e sempre doente: doente do espírito). • O homem materialista é, notadamente, infeliz, pois desconhece o valor da fé, o poder da prece, não percebe o amparo que os benfeitores espirituais lhe endereçam.

 • O Pai Celestial sabe do que precisamos, efetivamente. E nos concederá as

• O Pai Celestial sabe do que precisamos, efetivamente. E nos concederá as suas bênçãos, pois a felicidade faz parte da nossa destinação espiritual. • A condição única para alcançarmos a felicidade verdadeira é, primeiramente, “buscarmos o reino de Deus e a sua justiça, e tudo o mais nos será concedido em acréscimo”. • Enquanto não estivermos conscientes desta verdade, entraremos e sairemos das reencarnações em processo de sofrimento, sob o peso de expiações que parecem não ter fim.

 • Enquanto não buscarmos o reino dos céus e sua justiça (pela reparação

• Enquanto não buscarmos o reino dos céus e sua justiça (pela reparação dos erros cometidos) estaremos presos aos processos expiatórios determinados pela lei de causa e efeito. Esta é a realidade. • Praticando o bem, desenvolvendo virtudes e combatendo as imperfeições estaremos, por certo, edificando o reino de Deus em nós mesmos. Cada dia, na reencarnação, é único. • Saibamos aproveitá-lo! Cada dia reflete uma oportunidade de crescimento espiritual, cujo aproveitamento depende da nossa vontade e do nosso esforço em superar os obstáculos do caminho.

 • Cada dia é uma lição, que deve ser lida no livro da

• Cada dia é uma lição, que deve ser lida no livro da vida, analisada e assimilada para ser bem aproveitada como aprendizado. • Assim, não devemos “nos inquietar com o dia de amanhã”, pois o dia de hoje é o que merece destaque e atenção, por ser o momento de vivenciar a lição que nos é reservada. • O amanhã pertence a Deus e às consequências dos nossos atos. • “Basta a cada dia o seu mal”! • A Providência Divina. Bíblia do Caminho. Estudos Espíritas. • Encontrado em: www. bibliadocaminho. com

A VISÃO DE DEUS • Por que não vemos Deus? Se ele está em

A VISÃO DE DEUS • Por que não vemos Deus? Se ele está em toda parte, por que não o vemos? Dar-se-á possamos vê-lo quando deixarmos a Terra? • São perguntas que se formulam todos os dias, partindo-se do princípio que se crê em Deus e na alma. • Facilmente se pode responder a primeira questão. Os nossos órgãos visuais possuem percepções limitadas e por isso são inaptos à visão de certas coisas, mesmo materiais.

 • Alguns fluidos nos fogem totalmente à visão e aos instrumentos de análise

• Alguns fluidos nos fogem totalmente à visão e aos instrumentos de análise e não duvidamos da existência deles; vemos, por exemplo, os corpos em movimentos sob a influência da força de gravitação, mas não vemos essa força. • Assim também os nossos órgãos materiais não podem perceber as coisas de essência espiritual. Unicamente com a visão espiritual podemos ver as coisas do mundo imaterial. • Portanto, somente a nossa alma pode ter a percepção de Deus. Dar-se-á que ela o veja logo após a morte? Como saber? Somente as comunicações de além túmulo podem nos instruir.

 • Por elas sabemos que a visão de Deus constitui privilégio das almas

• Por elas sabemos que a visão de Deus constitui privilégio das almas purificadas e que bem poucas ao deixarem o envoltório terrestre, se encontram no grau de desmaterialização necessária a tal efeito. • Assim como uma pessoa que se encontre no fundo de um vale envolvido por densa bruma não vê o Sol, mas pela luz difusa percebe que está fazendo sol e, ao subir a montanha, à medida que vai ascendendo o nevoeiro se torna menos denso até que finalmente ao passar a camada brumosa vê o Sol em sua plenitude, o Espírito, também vai se elevando em moralidade. • As imperfeições da alma são quais camadas nevoentas que lhe obscurecem a visão.

 • Cada imperfeição de que ela se desfaz é uma mácula a menos;

• Cada imperfeição de que ela se desfaz é uma mácula a menos; todavia, só depois de se haver depurado completamente é que goza da plenitude de suas faculdades. • Há que se fazer menção para o entendimento do exemplo da existência do perispírito invólucro constituído de matéria quitessenciada, isto é sutil, diferente da matéria bruta e que por isso que escapa aos nossos sentidos e que é o liame, laço fluídico através do qual o espírito se liga ao seu corpo material, isto é o corpo de matéria bruta e com ele interage.

 • Com a evolução do espírito em moralidade, o que se dá nas

• Com a evolução do espírito em moralidade, o que se dá nas suas múltiplas encarnações esse invólucro também vai se tornando menos denso, menos grosseiro. • "Sendo Deus a essência divina por excelência, unicamente os Espíritos que atingiram o mais alto grau de desmaterialização o podem perceber. • Pelo fato de não o verem não se segue que os Espíritos imperfeitos estejam mais distantes dele do que os outros;

 • Esses Espíritos, como os demais, como todos os seres da Natureza se

• Esses Espíritos, como os demais, como todos os seres da Natureza se encontram mergulhados no fluido divino, do mesmo modo que nós o estamos na luz. • O que há é que as imperfeições daqueles espíritos são vapores que os impedem de vê-lo. Quando o nevoeiro se dissipar, vê-loão resplandecer. Para isso não é preciso subir nem procura-lo nas profundezas do infinito. • Desimpedida a visão espiritual eles o verão de todo lugar onde se achem, mesmo da Terra, porque Deus está em toda parte.

 • O Espírito só se depura com o tempo, sendo as diversas encarnações

• O Espírito só se depura com o tempo, sendo as diversas encarnações o alambique em cujo fundo deixa de cada vez algumas impurezas. • Com o abandonar seu corpo material, não se despoja instantaneamente de suas imperfeições, razão porque , depois da morte não veem a Deus mais do que viam quando vivos. • Não o veem, mas compreendem-no melhor; é a luz menos difusa. Nenhum homem, conseguintemente, pode ver a Deus com os olhos da carne.

 • Se essa graça fosse concedida a alguns, só o seria no estado

• Se essa graça fosse concedida a alguns, só o seria no estado de êxtase, quando a alma se acha tão desprendida dos laços da matéria que torna possível o fato durante a encarnação. • Tal privilégio, aliás, exclusivamente pertenceria a almas de eleição, encarnadas em missão e não em expiação. • Mas como os Espíritos da mais elevada categoria refulgem de ofuscante brilho, pode dar-se que Espíritos menos elevados, encarnados ou desencarnados, maravilhados com o esplendor de que aqueles se mostram cercados, suponham estar vendo o próprio Deus.

 • Sob que forma se apresenta Deus aos que se tornaram dignos de

• Sob que forma se apresenta Deus aos que se tornaram dignos de vê-lo? Será sob uma forma qualquer? Sob uma figura humana ou como um foco resplendente de luz? • A linguagem humana é impotente para dize-lo, porque não existe para nós nenhum ponto de comparação capaz de nos facultar uma ideia de tal coisa. • Somos quais cegos de nascença a quem procurassem inutilmente fazer compreendessem o brilho do Sol.

 • A nossa linguagem é limitada pelas nossas necessidades e pelo círculo de

• A nossa linguagem é limitada pelas nossas necessidades e pelo círculo de nossas ideias; • A dos selvagens não poderia descrever as maravilhas da civilização; • A dos povos mais civilizados é extremamente pobre para descrever os esplendores dos céus, a nossa muito restrita para compreender e a nossa vista, por muito fraca, ficaria deslumbrada. " • Texto de: Denizart Castaldeli. • A Visão de Deus. Centro Espírita Batuíra. • Encontrado em: www. cebatuíra. org. br

O COSMOS - GRANDEZA DE DEUS

O COSMOS - GRANDEZA DE DEUS

FONTES DE PESQUISAS • KARDEC, Allan. A Gênese. • DENNIS, Léon. Depois da Morte.

FONTES DE PESQUISAS • KARDEC, Allan. A Gênese. • DENNIS, Léon. Depois da Morte. 1ª edição especial. Rio de Janeiro: FEB, 2008. • XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. • XAVIER, Francisco Cândido. Rumo Certo. Pelo Espírito Emmanuel. • KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. • Deus, L. J. Correia. Encontrado em: www. sbee. org. com • Provas da Existência de Deus. A Providência Divina. – Bíblia do Caminho – Estudos Espíritas. Encontrado em: www. bibliadocaminho. com