Dengue Diretrizes clnicas do Ministrio da Sade II




















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Dengue Diretrizes clínicas do Ministério da Saúde II Seminário “DENGUE” 22 e 23/11/2010 - FIOCRUZ/RJ Lúcia Alves da Rocha Doutora em Medicina Tropical
Fases da doença Dengue Fonte: WHO/TDR, 2009
Classificação Dengue Infecção pelo vírus dengue Assintomática Sintomática Febre Indiferenciada Febre do dengue Sem sangramento Fonte: WHO, 1997 (adaptado) Com sangramento Febre hemorrágica do dengue sem choque GI Com choque GIII GIV Dengue complicação
Diretrizes clínicas Dengue Julho/2009 Novembro/2010
Classificação de risco Dengue • • Reduzir o tempo de espera Acelerar o atendimento, diagnóstico e tratamento Organização do serviço Prioridade de acordo com a gravidade Fonte: Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue. Brasília-DF-Brasil/2009.
Estadiamento clínico Dengue Suspeito de dengue Sem sangramento e sem sinais de alarme Com sangramento Com sinais de alarme Com sinais de A B C D choque Fonte: Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue. Brasília-DF-Brasil/2009.
Fluxograma para Classificação de Risco de Dengue *Disponibilização de leitos (macas ou/e poltronas), possibilitando o mínimo de conforto possível ao paciente durante sua observação. Fonte: Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue. Brasília-DF-Brasil/2009.
Nova classificação da OMS Dengue “Que por meio de testes clínicos e laboratoriais simples é possível classificar os pacientes com dengue de forma mais prática e com potencial vantagem operacional” Fonte: TDRnews, No 81 novembro de 2008.
Nova classificação da OMS Dengue Novembro/2009 Novembro/2010
Nova classificação da OMS Dengue sem e com sinais de alarme Sem sinais Com sinais de de alarme Dengue grave • Extravasamento plasmático grave • Hemorragia grave • Comprometimento grave de órgãos A Fonte: WHO/TDR, 2009 B C
Critérios para nova classificação Dengue com/sem sinais de alarme Dengue Grave Dengue provável Com sinais de alarme* Extravasamento plasmático grave ● Morar ou viajar para área Dor abdominal evoluindo para: endêmica de dengue Vômito persistente Choque ● Febre com mais 2 dos seguintes Evidência clínica de acúmulo de Acúmulo de fluído com desconforto critérios: fluído respiratório üNáuseas/vomito Sangramento em mucosa üExantema Letargia/irritabilidade Hemorragia grave üArtralgia e mialgia Aumento do fígado >2 cm (definido pelo médico) üProva do laço+ Exame laboratorial inespecífico: üLeucopenia ↑Hematócrito simultâneo com Envolvimento grave de órgãos: üAlgum sinal de alarme ↓Plaquetas Fígado: AST/ALT≥ 1000 üExame laboratorial (específico) confirmado Fonte: WHO/TDR, 2009 *Exige observação rigorosa e intervenção médica SNC: alteração da consciência Coração e outros órgãos
Sinal de alarme Dengue
Sinal de alarme Dengue
Caso 02 - Idade: 12 anos Sexo: Fem Dia da doença 1 2 3 X X 4 5 6 X X X 7 8 9 10 Artralgia Cefaléia Exantema Febre X Gengiv/Metrorragia X X Prostação X Der Pleural e Ascite Dor abdominal X X X X X x Petéquias Vomito X X X Leucócitos (mil) 5. 8 6. 8 2. 02 4. 1 3. 0 Hemácias (milhões) 4. 2 5. 9 4. 2 4. 8 4. 1 Hemoglobina (g/d. L) 11, 7 16 11. 6 13 11. 5 Hematócrito (%) 36 47 34. 7 40. 3 35. 7 Plaquetas (mil)) 242. 29 62 81 200 Albumina NR 3. 6 NR
Dengue grave Dengue
Dengue grave
Dengue grave
Classificação clínica de dengue MS/Brasil Grupo A Grupo B OMS/TDR Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Grupo C
Questões de orientação Nova classificação clínica É dengue? Qual a fase da doença? Há sinais de alarme? Qual o estado hemodinâmico e hidratação? Está em choque? Necessita de hospitalização?
Dengue Temos o dever e a obrigação de evitar o óbito Obrigada! ada_rocha@hotmail. com lucia. rocha@pmm. am. gov. br