CONCEITOS MACROECONMICOS PIB PIB Produto Interno Bruto mede
CONCEITOS MACROECONÔMICOS
PIB - PIB (Produto Interno Bruto) – mede a produção de bens e serviços finais (estoques dos bens produzidos no período corrente devem ser contabilizados), dentro das fronteiras do país, em um determinado intervalo de tempo, avaliados a preço de mercado. PIB nominal: a preços correntes de mercado PIB real: em termos de preços constantes, a partir de um ano base
PNB O PNB, ao contrário do PIB, inclui as rendas dos residentes e das firmas domésticas auferidas no exterior. Então, para passar do PIB ao PNB somamos as rendas do exterior
DESEMPREGO Taxa de desemprego: é a porcentagem da força de trabalho que não está empregada. A instabilidade do crescimento da produção pode refletir-se em flutuações da taxa de desemprego, enquanto uma forte e constante expansão pode proporcionar uma diminuição das taxas de desemprego.
INFLAÇÃO E DESINFLAÇÃO Para calcular a taxa de inflação utiliza-se um índice de preços que é a medida do nível de preços agregado (ou geral) relativo a um ano-base. A taxa de inflação é então calculada como a taxa percentual de variação do índice de preços em um determinado período. Desinflação: Diminuição da taxa de inflação.
ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - IPC mede os preços de varejo de uma “cesta de mercado” fixa, que abrange vários bens e serviços adquiridos pelas famílias.
SUPERÁVIT E DÉFICIT DA BALANÇA COMERCIAL É a relação entre exportações e importações Superávit – Mais exportações que importações Déficit – Excesso das importações em relação às exportações.
INSTABILIDADE ECONÔMICA A economia possui um comportamento cíclico.
RELAÇÃO ENTRE PRODUTO E INFLAÇÃO Até a década de 1970, a demanda era alta, a taxa de inflação era alta e o desemprego era alto. Quando a demanda era baixa, a inflação era baixa e o desemprego era baixo também. Esse raciocínio não pode explicar as altas taxas de desemprego e as baixas taxas de inflação.
DEMANDA AGREGADA Os eventos dos anos de 1970 levaram os economistas reconsiderar e modificar suas teorias anteriores sobre inflação e desemprego. Uma parte importante dessa reconsideração da teoria existente diz respeito ao papel da demanda total por bens e serviços, denominada de demanda agregada, na determinação da produção, do emprego e da inflação.
RENDA NACIONAL E PRODUTO NACIONAL LÍQUIDO A renda nacional é a soma de todas as rendas dos fatores produtivos obtidas na produção de bens e serviços, contabilizadas em determinado período de tempo. As rendas de fator são devidas aos serviços prestados pelos fatores de produção terra, trabalho e capital.
ALGUNS COMPONENTES DA RENDA NACIONAL Remuneração dos empregados; Lucros corporativos; Renda dos Proprietários; Renda Econômica dos Indivíduos; Juros Líquidos.
RELAÇÃO ENTRE PNB E RENDA NACIONAL PNB. . . . 6. 726, 80 - Depreciação. . . 715, 30 = PNL. . . . 6. 011, 50 - Imp. Ind. (vendas e consumo) e outros. . . . 553, 10 = Renda Nacional. . . . . 5. 458, 40
RENDA PESSOAL E RENDA PESSOAL DISPONÍVEL Renda pessoal é a medida da renda total recebida pelos indivíduos, incluindo todas as fontes geradoras. Da renda pessoal subtraindo os pagamentos de Imposto de Renda, obteremos a RENDA PESSOAL DISPONÍVEL.
- Renda Nacional. . . 5. 458, 40 Nacional - Pagamento de impostos sobre lucros, lucros não distribuídos e ajuste inflacionário. . . 348, 40 - Contribuições à Previdência Social. . . 626, 00 + Transferências aos indivíduos. . . . . 963, 40 + Renda pessoal com juros. . . . 254, 30 = Renda Pessoal. . . 5. 701, 70 Pessoal - Impostos sobre a renda. . . . 742, 10 = Renda pessoal disponível. . . . 4. 959, 60 disponível
DISPOSIÇÃO DA RENDA PESSOAL DISPONÍVEL Renda pessoal disponível. . . . 4. 959, 60 disponível - Dispêndios pessoais com consumo. . . 4. 628, 40 - Juros pagos às empresas. . . 117, 60 - Transferências líquidas ao exterior. . . . 10, 50 = Poupança pessoal. . . . . 203, 10 pessoal
PIB NOMINAL E PIB REAL PIB Nominal resulta da produção corrente de bens e serviços avaliados aos preços de mercado vigentes. Assim, ele mudará quando o nível geral de preços e o volume real da produção mudarem. PIB Real mede o produto em termos de preços constantes a partir de um ano-base. Assim, o PIB Real muda somente quando as quantidades produzidas mudam.
DEFLATOR IMPLÍCITO DO PIB Quando dividimos o PIB Nominal pelo PIB Real, estamos corrigindo o efeito da inflação sobre o PIB, para deflacionar o PIB. Deflator do PIB = PIB N / PIB R = PIB N / Deflator PIB N = PIB R * Deflator
IPC E IPA Além do deflator, há outros índices de preços amplamente utilizados que mostram usos e vantagens particulares. IPC – Índice de Preços ao Consumidor – É um índice explícito de preços, que mede diretamente as alterações da média ponderada dos preços e serviços da cesta básica no decorrer do tempo. Os preços de salários, aposentadorias, entre outros são indexados pelo IPC. (consumo) IPA – Índice de Preços por Atacado (1947) ou Índice de Preços ao Produtor Amplo (2010) - Registram as variações médias dos preços recebidos pelos produtores domésticos na venda de seus produtos. Funcionam como indicadores do movimento de preços em estágios do processo produtivo anteriores à demanda final. São usados como deflatores de variáveis macroeconômicas, especialmente as integrantes do Sistema de Contas Nacionais. São utilizados também como referenciais para reajustes de contratos. (Matérias-primas e produtos semi-acabados)
CONCLUSÃO Até agora a moeda é uma exceção. No próximo capítulo a ser estudado o controle da quantidade de moeda através da política monetária é um tipo importante de política de estabilização. PROVA: Próxima aula 16/11 Parte I – Capítulo I – Manual de Macro Parte I – Macroeconomia – Froyen Capítulo 2 e 3 – Macroeconomia - Blanchard
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