COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES COLETA DE SANGUE
































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COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES
COLETA DE SANGUE Sistema fechado para coleta de sangue venoso
Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial sbpc/ml) Coleta e Preparo da Amostra Biológica A recomendação do CLSI é pela utilização do sistema fechado, composto por um dispositivo que permite a aspiração do sangue diretamente da veia através do vácuo e/ou aspiração, utilizando agulha ou escalpe de duas pontas que se conectam diretamente ao tubo de análise para onde o sangue é drenado. As vantagens do sistema fechado para coleta de sangue venoso são: Facilidade no manuseio: o tubo e/ou tubo seringa para coleta de sangue contém, no seu interior, vácuo calibrado ou seringa com vácuo e/ou aspiração, que está correlacionado com a proporção entre a quantidade de volume de sangue coletado com o anticoagulante/ativador de coágulo determinado na etiqueta do produto; Segurança e conforto ao paciente: a disponibilidade dos diversos calibres de agulhas, escalpes e tubos com menor volume de aspiração, assim como a possibilidade de que, em uma única punção, sejam colhidos vários tubos(coleta múltipla), beneficiam pacientes com acessos difíceis. O profissional de saúde, embasado em conhecimento científico, avalia o paciente e escolhe qual produto (material) será mais adequado para a coleta das amostras biológicas, proporcionando segurança e qualidade na fase pré-analítica e contribuindo para um resultado com qualidade; Segurança ao profissional de saúde: minimização do risco de contaminação, não havendo o manuseio da amostra de sangue, uma vez que o sangue entra diretamente no recipiente de coleta. *Clinical and Laboratory Standardization Institute (CLSI)
Atendimento à norma regulamentadora 32 (NR 32): tem por finalidade estabelecer diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde do trabalhador. IMPORTANTE!!! Sequência de coleta: A recomendação da sequência dos tubos é baseada na (CLSI H 3 -A 6, Procedures for the Collection of Diagnostic Blood Specimens by Venipunctures; Approved. Standart, 6 thed. ) e deve ser respeitada, para que não ocorra contaminação por aditivos nos tubos subsequentes (contaminação cruzada dos aditivos), quando há necessidade da coleta para diversos analíticos de um mesmo paciente. A alteração na sequência dos tubos pode ocasionar a contaminação no tubo subsequente e consequentemente gerar resultados alterados nos analíticos sensíveis a este tipo de interferência. Exemplo: coletar um tubo contendo aditivo de heparina (anticoagulante natural) antes do aditivo citrato de sódio (utilizado para coagulação) pode levar a heparina para dentro do tubo de citrato de sódio que poderá interferir nos resultados fatores de coagulação. 1. Frasco para hemocultura. 2. Tubo de citrato de sódio. Tubo da tampa azul - Utilizado para dosagem dos testes de coagulação. 3. Tubo com ativador de coágulo, com ou sem gel para obtenção de soro. Tubo da tampa vermelha 4. Tubo de heparina. Tubo da tampa verde 5. Tubo de EDTA. Tubo da tampa roxo - Utilizado na dosagem de exames de hematologia, CD 4+ /CD 8+, carga viral, genotipagem, e de citologia. 6. Tubo de fluoreto/EDTA. Tubo da tampa cinza - Utilizado na dosagem de glicose e lactato. (EDTA: etilenodiaminotetracético)
Tubo e/ou tubo seringa heparina sódio e lítio Utiliza na dosagem bioquímica, genética. A parede interna do tubo é revestida de heparina sódio e lítio. Esses anticoagulantes ativam as enzimas antiplaquetárias, impede a coagulação do sangue ao inibir a trombina e o fator Xa, bloqueando assim, a coagulação em cascata dos elementos do sangue. Tubo e/ou tubo seringa heparina sódio e/ou EDTA K 2 Utilizado na dosagem de traços de elementos: alumínio, arsênico, chumbo, cádmio, cromo, ferro, fluoreto, cobalto, cobre, lítio, manganês, molibdênio, mercúrio, selênio. No mercado é apresentado com duas formas de aditivo, Heparinasódica e/ou EDTA K 2. Na sua composição ele livre de metais em seu interior. Seringa de gasometria Utiliza na dosagem para análise de gases sanguíneos. A CLSI recomenda a utilização de seringas de plástico, heparina balanceada, liofilizada, onde minimiza diluição e quelação de íons, sendo proporcional volume de sangue/anticoagulante, com preenchimento natural, por volume pré- determinado e/ou por aspiração, evitando a formação de micro coágulos.
Escalpe de coleta múltipla
Escalpe de coleta múltipla Recomenda-se agulha siliconizada, de aço inoxidável, com bisel trifacetada com corte a laser, que proporciona melhor deslizamento da agulha na veia, contém um acessório intermediário em forma de borboleta ou em forma de plástico rígido e possui uma extensão de tubo de PVC incolor transparente e flexível, recomenda ser isenta de látex e ftalato. A parte distal da agulha é recoberta com uma borracha protetora que perfura a tampa do tubo permitindo coleta múltiplas (trocas de tubos) em punção única. O dispositivo de segurança poderá ter os seguintes sistemas: • trava deslizante que acionado ficará encapsulada; • retração automática, que recolhe a agulha ainda na veia para dentro da câmera de refluxo do escalpe. Os ftalatos são um grupo de compostos químicos derivados do ácido ftálico, tal como o cloro ftalato, utilizado como aditivo par a deixar o plástico mais maleável. Tal grupo de compostos é tido como cancerígeno, podendo causar danos ao fígado, rins e pulmão, além de anormalidade no sistema reprodutivo
Em relação à coleta de sangue para a realização de exames laboratoriais, é importante que se conheçam, controlem e, se possível, evitem algumas variáveis capazes de interferir com a exatidão dos resultados. Classicamente, são referidas como condições pré-analíticas: a variação cronobiológica; o gênero; a idade; a posição; a atividade física; o jejum; a dieta; e o uso de drogas para fins terapêuticos ou não. Em uma abordagem mais ampla, outras condições devem ser consideradas, como a realização contemporânea de procedimentos terapêuticos ou diagnósticos, cirurgias, transfusão de sangue e infusão de soluções. A variação cronobiológica corresponde às alterações cíclicas na concentração de determinado parâmetro em função do tempo. O ciclo de variação pode ser diário, mensal, sazonal, anual, etc. Variação circadiana, ou seja, diária, acontece, por exemplo, nas concentrações do ferro e do cortisol no soro. As coletas realizadas à tarde fornecem resultados até 50% mais baixos do que os obtidos nas amostras coletadas pela manhã. Além das diferenças hormonais específicas e características de cada sexo, alguns outros parâmetros sanguíneos e urinários se apresentam em concentrações significativamente distintas entre homens e mulheres em decorrência das diferenças hormonais e metabólicas e da massa muscular, entre outros fatores.
REGRAS GERAIS Preparar o paciente, informando o tipo de exame que será feito e como deve colaborar. Usar frascos limpos ou estéreis de acordo com o tipo de exame. Lavar as mãos antes e após o procedimento e também usar luvas. Identificar corretamente (nome, n. º leito, data, hora, registro, etc. ) cada frasco se houver mais de 1. Encaminhar o material imediatamente para o laboratório com o respectivo pedido de exame. Checar o pedido de exame no prontuário.
Coleta do Espécime Diagnóstico Solicitação Médica • Cadastramento no sistema • Etiquetagem do material • Confirmação do paciente • Horário da coleta Coleta de Sangue • Posição do paciente • Sítio de punção • Assepsia • Garroteamento • Seqüência dos tubos • Homogeneização
Sangue capilar Arterial Pouco volume de sangue; Punção de calcanhar em crianças; Lobo da orelha ou polpa digital em adultos; Usado na dosagem de hemoglobina, glicotestes e teste do pezinho; Venosa Veia mediana; Jugular externa; Dorso da mão e do pé. Artéria radial Artéria femoral (Avaliação gasométrica em seringa com heparina)
EXAME DE URINA O exame de urina é um dos testes mais solicitados para verificar a saúde de um paciente, considerado como um exame de rotina. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é utilizado apenas para detectar uma infecção urinária, mas pode conter informações importantes sobre diversos aspectos do corpo, auxiliando no diagnóstico de muitas doenças. A urina contém diversos resíduos e toxinas, produtos que são filtrados pelo nosso organismo. Tudo o que você come, bebe, o quanto se exercita, funcionamento dos rins, qualquer descompensação, distúrbio ou doença podem afetar a sua aparência normal. Por isso é utilizada muitas vezes para confirmar ou rejeitar certas condições de saúde. Por ser um exame muito fácil de ser realizado, indolor e que pode gerar muitos dados sobre o estado do paciente, o teste de urina é utilizado há vários séculos, sendo considerado o marco inicial da medicina laboratorial. A investigação e análise da urina para fins de diagnóstico é também chamada de Urinálise. A urinálise compreende a análise macroscópica e físico – química da urina e o exame microscópico do sedimento urinário. A primeira análise corresponde à avaliação quantitativa da cor, turvação, volume e densidade específica e de componentes químicos determinados através de tiras reativas
O exame de urina pode ser prescrito pelo médico como um exame de rotina (mesmo quando o paciente não apresenta sintomas) ou para confirmar a suspeita de alguma doença. Os principais critérios são: Avaliação médica de rotina: rastreio anual geral, avaliação antes da cirurgia (avaliação pré-operatória), triagem de doença renal, diabetes mellitus, hipertensão arterial (pressão alta), doença hepática etc. Avaliação de sintomas particulares: dor abdominal, micção dolorosa, dor no flanco, febre, sangue na urina ou outros sintomas urinários. Diagnóstico de condições médicas: infecção do trato urinário, infecção renal, cálculos renais, diabetes descontrolada, insuficiência renal, proteína na urina, rastreio de drogas e inflamação renal. Monitoramento da progressão da doença e resposta à terapia: doença renal relacionada ao diabetes, insuficiência renal, doença renal relacionada à pressão arterial, infecção renal etc.
Análise Física A urina pode ser avaliada pela aparência física (cor, turbidez, odor e volume), chamada também de análise macroscópica. A urina pode variar na cor de amarelo pálido (quase incolor) até amarelo escuro, vermelho, verde ou azul. Algumas medicações também podem alterar a sua coloração, assim como corantes naturais presentes nos alimentos, tais como cenoura e beterraba. Levemente amarelada: normal Amarelo escuro: baixa ingestão de água, também pode indicar a presença de bilirrubina (responsável pela coloração característica de problemas hepáticos). Esbranquiçada: piúria, pode ser um sinal de uma infecção bacteriana ou fúngica do trato urinário. Laranja: ingestão de alimentos ricos em betacaroteno (como cenoura), pode indicar doenças no fígado e também uso de certos medicamentos. Vermelha/marrom: indica a presença de sangue, hemácias, hemoglobina, mioglobina, porfirinas, excesso de bilirrubinas. Pode estar relacionada a infecção urinária, problemas renais e também no fígado. Verde/azul: corantes, medicamentos e contraste utilizados em exames de diagnóstico.
Análise Bioquímica Esta etapa avalia as propriedades químicas da urina, identificando a ausência ou presença de determinadas substâncias, p. H e também densidade. Os mais comumente avaliados são: p. H: a capacidade ou incapacidade dos rins de secretar ou reabsorver ácidos ou bases. Valores altos ou baixos podem indicar cálculos renais e presença de microrganismos. Densidade: capacidade de concentração de substâncias sólidas diluídas na urina. Baixa, pode representar uso excessivo de líquido, até diabetes e hipertensão. Já alta densidade pode ser indicativo de desidratação, insuficiência cardíaca etc. Bilirrubina: característico de doenças hepáticas e biliares. Urobilinogênio: indica danos ao fígado e distúrbios hemolíticos. Corpos cetônicos (cetona): produtos da metabolização das gorduras, comum durante jejum prolongado e pacientes diabéticos. Glicose: detecção e monitoramento de diabetes. Proteína: relacionada a doenças do trato urinário e renal. Sangue: indica hemorragia que atinge o sistema urinário (infecção, cálculo renal, etc). Nitrito: infecção bacteriana nos rins ou do trato urinário. Leucócitos (glóbulos brancos): doença do trato urinário e inflamação renal.
Análise Microscópica O exame microscópico do sedimento urinário pode revelar a presença de células, cristais minerais e agentes patogênicos, como bactérias ou fungos. Leucócitos (glóbulos brancos): indica doença do trato urinário e inflamação renal. Hemácias (glóbulos vermelhos): infecções, pedras nos rins e doenças renais graves. Células epiteliais: pode estar relacionada a algum problema renal grave, como síndrome nefrótica. Cristais: podem indicar cálculos renais. Parasitas: infecção por cândida ou protozoários. Bactérias ou leveduras: infecção urinária.
Procedimento de coleta de urina Segundo as recomendações da SBPC/ML (Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial), a primeira amostra da manhã é ideal para o exame de urina de rotina, por ser mais concentrada, garantindo assim a detecção de substâncias químicas e elementos presentes na urina. Lavar as mãos, realizar assepsia da região genital, e coletar o jato médio (meio) da urina, sem interromper o fluxo; e o primeiro jato de urina deve ser desprezado (eliminando as impurezas que possam estar na uretra, canal urinário que traz a urina da bexiga). Coletar urina do jato médio até cerca de 1/3 ou metade da capacidade do frasco. Desprezar o restante de urina no vaso sanitário. A coleta deve ocorrer em condições normais de hidratação, haja vista que a urocultura é um exame quantitativo; Utilização de frasco estéril com tampa, resistente a vazamentos. Após a coleta, fechar o frasco, sem tocar na parte interna; Volume mínimo de 1, 0 m. L (se somente a urocultura for solicitada); Retenção de, no mínimo, 2 horas entre a coleta e a última micção, para indivíduos com controle esfincteriano, não obrigatoriamente sendo a primeira urina da manhã;
Procedimento de coleta de urina O tempo decorrido entre a coleta e a análise da amostra sem conservante é de no máximo 2 horas à temperatura ambiente, ou em até 24 horas sob refrigeração. Nas amostras coletadas com conservante (por exemplo: ácido bórico), o processamento da amostra pode se dar em até 24 horas à temperatura ambiente; A coleta de urina em comadre ou urinol não é recomendada; Em crianças menores, sem controle esfincteriano, o uso do saco coletor tem maior valor em descartar uma infecção, do que propriamente confirma-la. Nesses casos, a sondagem vesical é mais pertinente, podendo ser realizada também a punção suprapúbica.
Principais tipos de exame de fezes Há diversos tipos de exame de fezes que podem ser solicitados pelo médico de acordo com o objetivo do exame: Exame parasitológicos de fezes: por meio desse exame é feita a pesquisa de cistos ou ovos de parasitas, sendo útil para identificar vermes intestinais. Neste caso não se pode usar laxantes ou supositório antes de coletar as fezes, e o recipiente deve ser mantido na geladeira. Se você suspeita de que está com verme. Coprocultura: esse exame é solicitado para identificar as bactérias presentes nas fezes, sendo possível verificar a saúde do intestino a partir do momento em que é identificada a presença de bactérias que não fazem parte da microbiota normal. As fezes devem ser colocadas num recipiente adequado e enviada ao laboratório em até 24 horas, o paciente não pode usar laxantes e recipiente com as fezes deverá ser mantido na geladeira; Pesquisa de Sangue Oculto: esse exame é indicado para o rastreio do câncer de cólon, câncer de intestino e possíveis hemorragias no sistema digestivo, pois serve para avaliar pequenas quantidades de sangue nas fezes que não conseguem ser vistas a olho nu. As fezes devem ser enviadas ao laboratório no máximo até o dia seguinte sendo mantido na geladeira. Evitar coletar as fezes em caso de sangramento anal, nasal ou sangramento da gengiva durante a escovação dos dentes; Pesquisa de Rotavírus: As fezes, de preferência quando líquidas, devem ser coletadas a qualquer hora do dia e levadas ao laboratório em no máximo 1 hora, com o objetivo de identificar o rotavírus e, assim, ser possível iniciar o tratamento logo em seguida, evitando complicações.
A candidíase intestinal acontece quando o sistema imunológico encontra-se enfraquecido, favorecendo a proliferação exagerada de Candida albicans no intestino. Essa doença deve ser identificada e tratada rapidamente, uma vez que caso o fungo atinja a corrente sanguínea ou outros órgãos pode ser fatal. O tratamento para a candidíase intestinal é estabelecido pelo médico de acordo com a gravidade da doença e estado imunológico da pessoa, sendo indicado o uso de antifúngicos orais, como o Fluconazol, por exemplo. Principais sintomas Os sintomas da candidíase intestinal normalmente estão relacionados com a doença que levou à diminuição do sistema imunológico e desequilíbrio da flora intestinal. No entanto é possível suspeitar de candidíase intestinal quando são observados pequenos resíduos esbranquiçados nas fezes, sendo indicativo da proliferação em excesso do fungo
Como coletar as fezes no domicílio: A coleta das fezes deve ser feita com cuidado para não haver contaminação com a urina ou com a água do vaso sanitário. Para a coleta é preciso: Evacuar no penico ou numa folha de papel branco colocada no chão do banheiro; Coletar um pouco de fezes com uma pazinha (que vem junto do pote) e coloca-la dentro do frasco; Escrever o nome completo no frasco e guardar na geladeira por 24 horas até ser levado para o laboratório. O procedimento é simples e deve ser o mesmo para adultos, bebês e crianças. Sendo que quando o paciente usa fraldas a coleta deve ser feita logo após a evacuação. Uma outra forma de coletar as fezes de forma mais fácil é comprar uma espécie de sacola plástica esterilizada que reveste o vaso sanitário e evacuar usando o vaso normalmente. Esta sacola não permite a contaminação com a água presente no vaso e facilita a coleta das fezes, sendo especialmente útil para pessoas com mobilidade reduzida e que não conseguem ficar agachadas para evacuar num penico ou numa folha, por exemplo. A sacola é chamada de Col. Off e pode ser comprada em farmácias.
Referências: Jacobs DS, De. Mott WR, Oxley DK, eds. Jacobs & De. Mott Laboratory Test Handbook With Key Word Index. 5 th ed. Hudson, OH: Lexi-Comp Inc; 2001. La. Rocco M, Franek J, Leibach EK, Weissfeld AS, Kraft CS, Sautter RL et al. Effectiveness of preanalytic practices on contamination and diagnostic accuracy of urine cultures: a laboratory medicine best practices systematic review and metaanalysis. Clin Microbiol Rev. 2016; 29: 105 -47. SBPC/ML. Recomendações da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML): fatores pré-analíticos e interferentes em ensaios laboratoriais. 1. ed. Barueri: Manole, 2018.
IBFC_39 31) Na coleta de sangue venoso periférico é muito importante a orientação sobre os cuidados básicos com o paciente após a coleta, essa orientação, na maioria das vezes, deve ser dada pelo coletor que normalmente é o técnico de enfermagem. Assinale a alternativa incorreta. a) O técnico de enfermagem deve orientar aos pacientes idosos ou em uso de anticoagulantes manterem pressão sobre o local de punção por cerca de 3 minutos ou até parar o sangramento. b) O técnico de enfermagem deve orientar os pacientes em geral para não carregarem peso imediatamente após a coleta. c) O técnico de enfermagem deve orientar os pacientes em geral a observarem o uso de relógio, pulseira ou mesmo vestimenta que possa estar garroteando o braço puncionado. d) O técnico de enfermagem deve orientar os pacientes em geral para massagearem o local da punção enquanto pressiona o local. e) A compressão do local de punção é de responsabilidade do técnico de enfermagem. Se não puder executá-lo, deverá estar atento à maneira do paciente fazê-lo.
IBFC _85 35) A técnica na coleta de urina depende do tipo de exame solicitado. Sobre este assunto, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. I. Do tipo 1, sedimento quantitativo, não deve ser realizada a higiene prévia dos genitais externos e nem desprezar o primeiro jato da urina. Pode ser coletado a qualquer momento do dia. II. Para o exame de cultura de urina, deve ser orientado a realização da higiene prévia dos genitais externos e desprezar o primeiro jato da urina, coletando o jato médio em recipiente esterilizado. III. O teste de gravidez não requer cuidados específicos, deve-se coletar a amostra, identificar o frasco e encaminhar ao laboratório, com o pedido do exame. IV. Glicosúria e cetonúria: quando realizada na unidade, verificar logo após a micção, imergir a fita reagente na urina e comparar com o padrão definido no rótulo do frasco, no tempo estipulado pelo fabricante. Estão corretas as afirmativas: a) II, III e IV, apenas b) I, III e IV c) I e II, apenas d) I, II e IV, apenas e) II e IV, apenas
pser 1701/020 -Técnico Enfermagem-Tarde 46. O técnico de enfermagem é solicitado para coleta de urina de uma criança de quatro meses que não tem controle de esfíncter e não compreende o procedimento que será realizado com ela. Dessa forma, após higienização da genitália, o profissional deverá: (A) deixar a criança sem a fralda. (B) usar uma fralda descartável. (C) realizar sondagem de alívio. (D) realizar sondagem de demora. (E) colocar saco coletor específico.
08) (IADES – SES/DF – 2014). Considerando o exame pósprandial, é correto afirmar que o tipo de amostra de urina utilizada é a: A) amostra aleatória. B) primeira urina da manhã. C) urina de 24 horas. D) urina de duas horas. E) urina em jejum.
05) (IBFC – EBSERH – Biomédico – 2015). Para coleta de amostra de urina para cultura em recém-nascidos e crianças de pouca idade devese: a) usar o saco coletor e trocar o coletor a cada 60 minutos b) realizar punção suprapúbica para evitar contaminação c) hidratar abundantemente e coletar o jato médio da urina em frasco estéril. d) usar o saco coletor e trocar o coletor a cada 30 minutos.
6 - Sobre a coleta de amostras de fezes para o exame parasitológico, é CORRETO afirmar que: A. Amostras que não possam ser processadas de imediato devem ser mantidas em temperatura ambiente, refrigeradas ou colocadas em estufa. B. As fezes poderão ser colhidas em conservantes. Neste caso não há necessidade de enviá-las imediatamente ao laboratório, nem de mantê-las a baixas temperaturas. C. Não há restrições quanto ao uso de substâncias como laxantes, antiácidos, óleos minerais e contrastes contendo bário antes da coleta da amostra de fezes. D. A coleta de no mínimo três amostras em dias alternados garante um intervalo ideal para a recuperação dos parasitas que liberam formas de maneira contínua.
09) (CCV- UFC – 2015). A amostra recomendada para análise de urina tipo Sumário de Urina é: A) Primeira da manhã. B) 12 horas. C) 24 horas. D) Aleatória. E) Pós-Prandial.
IBFC_39 31) Na coleta de sangue venoso periférico é muito importante a orientação sobre os cuidados básicos com o paciente após a coleta, essa orientação, na maioria das vezes, deve ser dada pelo coletor que normalmente é o técnico de enfermagem. Assinale a alternativa incorreta. Resposta d) O técnico de enfermagem deve orientar os pacientes em geral para massagearem o local da punção enquanto pressiona o local. IBFC _85 35) A técnica na coleta de urina depende do tipo de exame solicitado. Sobre este assunto, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. Estão corretas as afirmativas: Resposta a) II, III e IV, apenas pser 1701/020 -Técnico Enfermagem-Tarde 46. O técnico de enfermagem é solicitado para coleta de urina de uma criança de quatro meses que não tem controle de esfíncter e não compreende o procedimento que será realizado com ela. Dessa forma, após higienização da genitália, o profissional deverá: Resposta (E) colocar saco coletor específico.
08) (IADES – SES/DF – 2014). Considerando o exame pósprandial, é correto afirmar que o tipo de amostra de urina utilizada é a: Resposta D) urina de duas horas. 05) (IBFC – EBSERH – Biomédico – 2015). Para coleta de amostra de urina para cultura em recém-nascidos e crianças de pouca idade deve-se: Resposta d) usar o saco coletor e trocar o coletor a cada 30 minutos. 6 - Sobre a coleta de amostras de fezes para o exame parasitológico, é CORRETO afirmar que: Resposta D) A coleta de no mínimo três amostras em dias alternados garante um intervalo ideal para a recuperação dos parasitas que liberam formas de maneira contínua. 09) (CCV- UFC – 2015). A amostra recomendada para análise de urina tipo Sumário de Urina é: Resposta A) Primeira da manhã.