Captulo II Coeso e coerncia no texto falado

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Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Fatores básicos da textualidade Coesão (coerência

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Fatores básicos da textualidade Coesão (coerência microestrutural ou coerência local) Coerência (coerência macroestrutural ou coerência global) FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado A coesão revela-se na superfície textual

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado A coesão revela-se na superfície textual em seus aspectos léxico, sintático e semântico. Coesão referencial: reiteração: repetição do mesmo item lexical Coesão recorrencial: paráfrase Coesão sequencial: conectores FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Coerência: princípio de interpretabilidade do texto

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Coerência: princípio de interpretabilidade do texto (ordem cognitiva, linguística e interacional). A coerência é propriedade daqueles que interagem no texto; articula-se pela interação, num processo de construção mútua, pelas relações estabelecidas e percebidas pelos falantes. A coerência não é uma unidade de sentido, mas uma possibilidade interpretativa resultante localmente. (Marcuschi, 1988). FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Organização do texto conversacional - Turno

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Organização do texto conversacional - Turno - Tópico discursivo - Marcadores conversacionais - Par adjacente FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Turno é a produção de um

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Turno é a produção de um falante enquanto ele está com a palavra, incluindo a possibilidade de silêncio. Qualquer intervenção dos falantes constitui um turno. A conversação é uma sucessão de turnos. FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Tópico discursivo Elemento estruturador da conversação

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Tópico discursivo Elemento estruturador da conversação que, muitas vezes, não se dá de modo explícito, podendo apenas ser pressuposto. Nesse sentido, o referencial não está no texto, mas no contexto situacional. FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Propriedades do tópico discursivo - Centração:

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Propriedades do tópico discursivo - Centração: o tópico é basicamente uma questão de conteúdo e os referentes são explícitos ou inferidos. O tópico depende de um processo colaborativo que envolve os participantes da atividade interacional. - Organicidade: relação de interdependência entre dois planos (sequencial e hierárquico) ST: supertópico T: tópico Sb. T: subtópico FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Propriedades do tópico discursivo - Delimitação

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Propriedades do tópico discursivo - Delimitação local: o tópico é marcado, potencialmente, por início, desenvolvimento e fecho. São marcas da delimitação marcadores conversacionais, elementos prosódicos, perguntas, repetições, paráfrases etc. A condução do tópico discursivo e, consequentemente, a organização do texto falado, não pode ser prevista. FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Marcadores conversacionais Os marcadores conversacionais podem

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Marcadores conversacionais Os marcadores conversacionais podem ser produzidos tanto pelo falante como pelo ouvinte e desempenham uma função interacional. Eles constituem um elemento importante na articulação de textos, encadeando-os de modo coeso. Marcadores prosódicos Marcadores não-linguísticos ou paralinguísticos Marcadores verbais: marcador simples, marcador composto, marcador oracional. FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Par adjacente O par adjacente concorre

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Par adjacente O par adjacente concorre para organizar localmente a conversação, controlando o encadeamento de ações. Também pode ser um elemento introdutor de tópico discursivo. • • Pergunta-resposta Convite-aceitação ou recusa Pedido-concordância ou recusa Saudação-saudação FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Par adjacente As perguntas e respostas

Capítulo II: Coesão e coerência no texto falado Par adjacente As perguntas e respostas correspondem a estratégias usadas pelos falantes na atividade conversacional: introdução de tópico, continuidade de tópico, redirecionamento de tópico e mudança de tópico. FÁVERO, L. L. ; ANDRADE, M. L. C. V. O. ; AQUINO, Z. G. O. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.