Bloqueio trio ventricular ECG aula 6 Caso Clnico
Bloqueio átrio - ventricular ECG – aula 6
Caso Clínico: Paciente de 67 anos, encaminhado ao teste ergométrico para avaliar dor precordial. Durante esforço em esteira ergométrica, apresenta quadro de dispnéia, sudorese profusa, hipotensão e pré-síncope. FC – 25 bpm PA – 80/50 mm. Hg
Bloqueio A-V 1 – BAV 1º grau 2 – BAV 2º grau - A - Mobitz tipo I ( Wenckeback ) - B - Mobitz tipo II - C - BAV 2: 1 3 - BAVT
Sintomas üNos bloqueios não avançados ( BAV 1º grau e BAV 2º grau Mobitz tipo I ) – bem tolerados; üBAVs avançados – tontura, síncope, sudorese, dispnéia, convulsão, etc; üBloqueio secundário – sintoma da doença inicial; üOutra sintomatologia em já bradicárdicos! üNão tentar refazer o ritmo sem abordar patologia de base;
s üHipoxemia; Causa üDrogas; üDoença isquêmica ( NAV 90% - irrigado por CD); üDoença do Sistema de condução; üInflamações, infecções; üTrauma cirúrgico; üDoenças do colágeno; üAnomalias congênitas; üOutras – Hipotireoidismo, Apnéia sono, H. I. Craniana;
mento Estáveis : Trata Instáveis: üAvaliar necessidade ou não de aumento imediato da F. C. ; ü Avaliar drogas – Atropina, Dopamina, Adrenalina; üAvaliar Marcapasso: üSe BAV avançado – avaliar marcapasso transvenoso; - Transcutâneo; - Transvenoso; - Definitivo;
Bloqueio AV de 1º grau ü PRi superior a 0, 20 s; üTodas as ondas P são conduzidas; üPRi - Podem ser variáveis; üPodem ter origem no NAV(maioria), His- Purkinje o nos átros ( > SAE ); üGeralmente benigno, raramente sintomas, se muito alargado; üRara evolução para bloqueio mais avançado;
BAV de 2º grau – Mobitz tipo I Wenckebach ü Aumento progressivo do Pri até falha de condução de P; ü Período refratário anormalmente longo no NAV; ü Local da lesão – 75% no NAV; ü Se QRS estreito – lesão NAV; ü QRS largo – NAV ou intra ou infrahissiano
BAV de 2º grau – Mobitz tipo I Wenckebach üGeralmente estabilidade elétrica; üPode ser temporário; üRaramente progride; üCausa pode ser extrínseca; üPode ocorrer durante sono.
BAV de 2º grau – Mobitz tipo II ü Pri constante; ü Onda P intermitentemente bloqueada; üLesão mais baixa no sistema de condução ; üFrequentemente lesão irreversível do sistema de condução; üPode evoluir para BAVT
Bloqueio AV – 2º grau – 2: 1 üBatimentos são conduzidos alternadamente, gerando relação 2: 1; üPri constante nos batimentos conduzidos; üGrau mais baixo de bloqueio, com frequente evolução para BAVT ;
üOndas P não conduzem; Bloqueio AV total üDissociação do QRS das ondas P; üFrequência atrial sempre superior; üNível de Bloqueio: 1 - NAV – QRS estreito, escape de junção com FC de 40 a 60 bpm; 2 - His-Purkinge – QRS largo – escape ventricular – FC de 20 a 40 bpm
CASO CLÍNICO: Paciente de 82 anos, deu entrada no Pronto Atendimento com relato de síncope em casa. Mostrava-se consciente, sem déficits, deambulando. PA – 110/70 mm. Hg, FC – 37 bpm.
grau BAV de 2º
BAVT COM QRS estreito
BAVT com QRS largo
Gravando o ritmo
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