Banco Central do Brasil Poltica Monetria Creditcia e

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Banco Central do Brasil Política Monetária, Creditícia e Cambial e Impacto Fiscal de suas

Banco Central do Brasil Política Monetária, Creditícia e Cambial e Impacto Fiscal de suas Operações 2º Semestre de 2002

1. O que determina o crescimento do país?

1. O que determina o crescimento do país?

Determinantes do Crescimento • Educação • Produtividade • Risco Brasil baixo • Estabilidade macroeconômica

Determinantes do Crescimento • Educação • Produtividade • Risco Brasil baixo • Estabilidade macroeconômica - baixa inflação • Poupança e investimento 3

Exemplos Internacionais • Países têm crescido com taxas de inflação baixas 1985 -2001 *

Exemplos Internacionais • Países têm crescido com taxas de inflação baixas 1985 -2001 * Inflação (%) Cresc. PIB (%) Coréia 5, 0 7, 0 China 8, 2 9, 7 Índia 8, 4 5, 7 37, 0 2, 7 1, 5 6, 8 606, 3 2, 7 México Cingapura Brasil * Variação média anual no período 4

2. A dinâmica recente da inflação

2. A dinâmica recente da inflação

31/12/02 3, 53 4, 0 3, 8 3, 6 3, 4 3, 2 3,

31/12/02 3, 53 4, 0 3, 8 3, 6 3, 4 3, 2 3, 0 2, 8 2, 6 2, 4 2, 2 2, 0 1, 8 1, 6 1, 4 1, 2 1, 0 Valores diários atualizados até 26 de março. jan/03 set/02 mai/02 jan/02 set/01 mai/01 jan/01 set/00 mai/00 jan/00 set/99 mai/99 jan/99 set/98 mai/98 3, 37 jan/98 R$/US$ Taxa de Câmbio Nominal

0 dez/02 12, 53 jan/03 jul/02 jan/02 20 jul/01 jan/01 jul/00 jan/00 jul/99 jan/99

0 dez/02 12, 53 jan/03 jul/02 jan/02 20 jul/01 jan/01 jul/00 jan/00 jul/99 jan/99 jul/98 jan/98 jul/97 jan/97 jul/96 jan/96 % IPCA - Variação 12 Meses 25 fev/03 15, 85 15 10 5 7

Evolução dos Preços Administrados Itens 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 1995

Evolução dos Preços Administrados Itens 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 1995 -2002 1999 -2002 IPCA 22, 41 9, 56 5, 22 1, 65 8, 94 5, 97 7, 67 12, 53 100, 68 39, 88 Administrados/Monitorados 28, 16 20, 23 18, 33 3, 26 20, 89 12, 90 10, 76 15, 32 228, 21 74, 33 Taxa de água e esgoto 32, 74 24, 07 9, 30 2, 47 12, 78 4, 38 15, 50 9, 48 174, 58 48, 86 Gás de bujão 29, 24 11, 11 16, 00 32, 81 44, 48 20, 99 15, 60 48, 33 563, 09 199, 72 Energia elétrica residencial 65, 13 1, 60 10, 06 2, 69 19, 89 12, 69 17, 93 19, 88 262, 12 91, 00 32, 59 21, 63 12, 93 8, 62 14, 86 7, 86 15, 54 12, 04 217, 25 60, 37 7, 65 21, 34 16, 32 -0, 29 52, 00 30, 74 7, 19 12, 10 261, 73 138, 77 Plano de saúde 50, 45 27, 15 9, 72 7, 97 8, 33 5, 42 4, 28 8, 42 192, 62 29, 12 Telefone fixo 25, 19 69, 21 89, 60 2, 00 8, 83 13, 67 7, 56 11, 86 509, 70 48, 83 Ônibus urbano Gasolina Fonte: IBGE

Trajetória das Expectativas para o IPCA para os próximos 12 meses 15 13 28

Trajetória das Expectativas para o IPCA para os próximos 12 meses 15 13 28 Mar 9, 64% 9 7 5 mar/03 fev/03 jan/03 dez/02 nov/02 out/02 set/02 ago/02 3 jul/02 % 11 9

3. Como combater a inflação?

3. Como combater a inflação?

Experiência Internacional • Controle de preços, controle de capitais, confiscos e tablitas não funcionaram

Experiência Internacional • Controle de preços, controle de capitais, confiscos e tablitas não funcionaram no Brasil e no mundo • Existem 3 formas de atuação dos bancos centrais no mundo – Controlar a taxa de câmbio (ex. Brasil 1995 -1998) – Controlar agregados monetários – Utilizar a taxa de juros para combater a inflação • Após várias crises cambiais a alternativa (1) foi abandonada pela maioria dos países • Devido à instabilidade da demanda por agregados monetários, quase nenhum BC adota esta opção • A maioria dos BCs adota a 3 a. alternativa: Chile, México, Peru, EUA, Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia etc. 11

Taxa de Juros Nominal e Taxa de Juros Real Taxa de juros nominal 26,

Taxa de Juros Nominal e Taxa de Juros Real Taxa de juros nominal 26, 5% Taxa de juros real 14% Taxa de juros real 18% Taxa de juros nominal 26, 5% Inflação 12, 5% Inflação 8, 5% 12

dez-02 fev-03 ago-02 abr-02 ago-01 dez-01 abr-01 dez-00 ago-00 15 abr-00 dez-99 ago-99 abr-99

dez-02 fev-03 ago-02 abr-02 ago-01 dez-01 abr-01 dez-00 ago-00 15 abr-00 dez-99 ago-99 abr-99 dez-98 ago-98 abr-98 45 dez-97 ago-97 abr-97 dez-96 ago-96 abr-96 dez-95 ago-95 % a. a. Taxa de Juros Real Over Selic Deflator: IPCA 12 meses 35 25 Média (ago 95 – jun 99): 19. 07 Média (jul 99 – fev 03): 10. 18 5

Taxa de Juros Nominal e Taxa de Juros de Equilíbrio Política Monetária Juros Nominais

Taxa de Juros Nominal e Taxa de Juros de Equilíbrio Política Monetária Juros Nominais 7, 5% Taxas de Juros de Equilíbrio 12, 5% Inflação em 12 meses 14

É possível ter taxas mais baixas? Taxas de juros reais de equilíbrio de longo

É possível ter taxas mais baixas? Taxas de juros reais de equilíbrio de longo prazo 7, 50% 4, 53% 2, 75% Brasil EUA 2, 88% Espanha Tailândia 15

4. Por que os juros reais são mais altos no Brasil?

4. Por que os juros reais são mais altos no Brasil?

Porque os juros reais são mais altos no Brasil? • Rompimento de contratos no

Porque os juros reais são mais altos no Brasil? • Rompimento de contratos no passado • Histórico de superávits primários do setor público é recente. • Trajetória desfavorável da Dívida Pública/PIB • Reduzida participação do setor externo na economia 17

Resultado Primário 1994 -98 Superávit Primário Consolidado 12 meses % do PIB 5, 21

Resultado Primário 1994 -98 Superávit Primário Consolidado 12 meses % do PIB 5, 21 0, 27 0, 01 -0, 09 -0, 95 1994 02/03/2021 16: 25 1996 1997 1998 18

Dívida/PIB 1994 -98 60 50 41, 71 % do PIB 40 30, 02 30,

Dívida/PIB 1994 -98 60 50 41, 71 % do PIB 40 30, 02 30, 56 1994 1995 33, 28 34, 35 1996 1997 30 20 10 0 1998 19

Balança Comercial - 1994 -98 US$ bilhões 15 10, 5 10 5 0 -5

Balança Comercial - 1994 -98 US$ bilhões 15 10, 5 10 5 0 -5 -3, 5 -5, 6 -10 1994 1995 1996 -6, 8 -6, 6 1997 1998 20

Déficit em Transações Correntes 1994 -98 40 US$ bilhões 35 30, 5 30 33,

Déficit em Transações Correntes 1994 -98 40 US$ bilhões 35 30, 5 30 33, 4 23, 5 25 18, 4 20 15 10 5 1, 8 0 1994 1995 1996 1997 1998 21

Dívida Externa/Exportações 1994 -98 4, 4 5, 0 4, 0 3, 3 1994 1995

Dívida Externa/Exportações 1994 -98 4, 4 5, 0 4, 0 3, 3 1994 1995 3, 6 1996 1997 3, 0 2, 0 1, 0 0, 0 1998 22

5. Como reduzir as taxas de juros reais?

5. Como reduzir as taxas de juros reais?

Risco País - Brasil, México e Chile 2500 1000 500 Brasil /1 Chile /2

Risco País - Brasil, México e Chile 2500 1000 500 Brasil /1 Chile /2 1/ Média mensal. Março de 2003, cotação de 21/3. 2/ Cotações de final de mês. Março de 2003, cotação de 21/3. jan-03 mar-03 out-02 jul-02 abr-02 jan-02 out-01 jul-01 abr-01 jan-01 out-00 jul-00 abr-00 jan-00 out-99 jul-99 abr-99 0 jan-99 pontos 2000 México /2 24

Balança Comercial 1998 -03 20 16, 0 13, 1 US$ bilhões 15 10 5

Balança Comercial 1998 -03 20 16, 0 13, 1 US$ bilhões 15 10 5 2, 6 0 -5 -10 -1, 2 -0, 7 1999 2000 -6, 6 1998 2001 2002 2003* * Projeção do BC 25

Déficit em Transações Correntes 1998 -03 40 35 33, 4 US$ bilhões 30 25,

Déficit em Transações Correntes 1998 -03 40 35 33, 4 US$ bilhões 30 25, 3 24, 2 25 23, 2 20 15 7, 8 10 4, 2 5 0 1998 1999 2000 2001 2002 2003* * Projeção do BC 26

Dívida Externa/Exportações 1998 -02 5, 0 4, 5 4, 4 4, 7 3, 9

Dívida Externa/Exportações 1998 -02 5, 0 4, 5 4, 4 4, 7 3, 9 4, 0 3, 6 3, 5 2001 2002 3, 5 3, 0 2, 5 2, 0 1, 5 1, 0 0, 5 0, 0 1998 1999 2000 27

Resultado Primário 1998 -03 Superávit Primário Consolidado 12 meses 4, 5 3, 96 4,

Resultado Primário 1998 -03 Superávit Primário Consolidado 12 meses 4, 5 3, 96 4, 0 3, 23 % do PIB 3, 5 3, 46 4, 25 3, 64 3, 0 2, 5 2, 0 1, 5 1, 0 0, 5 0, 01 0, 0 1998 02/03/2021 16: 25 * Meta 2003 1999 2000 2001 2002 2003* 28

dez/02 56, 53 56 fev/03 jan/03 58 dez/02 nov/02 out/02 64 set/02 ago/02 jul/02

dez/02 56, 53 56 fev/03 jan/03 58 dez/02 nov/02 out/02 64 set/02 ago/02 jul/02 jun/02 mai/02 abr/02 mar/02 fev/02 jan/02 % do PIB Dívida/PIB 2002 -03 set/02 62, 52 62 60 fev/02 56, 64 54 52 50 29

Risco Brasil 2002 -03 2100 dez/02 1518 1500 1200 1031 900 mar/03 fev/03 jan/03

Risco Brasil 2002 -03 2100 dez/02 1518 1500 1200 1031 900 mar/03 fev/03 jan/03 dez/02 nov/02 out/02 set/02 ago/02 jul/02 jun/02 mai/02 abr/02 mar/02 fev/02 600 jan/02 pontos 1800 1/ Média mensal. Março de 2003, cotação de 28/3. 30

Sumário • A inflação é uma ameaça • Todos os países que cresceram tiveram

Sumário • A inflação é uma ameaça • Todos os países que cresceram tiveram baixa inflação como condição prévia • A experiência internacional mostra que o instrumento mais eficaz no controle da inflação tem sido a taxa de juros • Para crescer precisamos baixar a taxa neutra de juros • Para isso precisamos baixar o risco país • Superávit primário sustentável – reforma da Previdência • Saldo comercial - exportação • Micro reformas - spread bancário e lei de falências 31

6. Impacto Fiscal das Operações do Banco Central do Brasil

6. Impacto Fiscal das Operações do Banco Central do Brasil

Impacto Fiscal Dívida Líquida do Setor Público (em % do PIB) jan/02 a dez/02

Impacto Fiscal Dívida Líquida do Setor Público (em % do PIB) jan/02 a dez/02 Dívida líquida total: dez/01: 52, 57 dez/02: 56, 53 Variação da dívida líquida total: 3, 96% do PIB Razões para a variação da dívida: Apropriação de juros reais 1, 13 Reconhecimento de dívida 0, 92 Variação cambial 9, 45 Dívida externa-outros ajustes 0, 05 Privatizações -0, 23 Correção monetária -3, 21 Crescimento real do PIB -0, 79 Resultado primário -3, 36 3, 96 33

dez/02 out/02 63 61 59 57 55 53 51 49 47 45 ago/02 jun/02

dez/02 out/02 63 61 59 57 55 53 51 49 47 45 ago/02 jun/02 abr/02 fev/02 dez/01 out/01 ago/01 jun/01 abr/01 fev/01 dez/00 % do PIB Evolução da DLSP 62, 52 56, 53 34

Dívida Líquida do Setor Público 2003 -11 60 até 2002: ocorrido 55 45 40

Dívida Líquida do Setor Público 2003 -11 60 até 2002: ocorrido 55 45 40 37, 33 35 Dados de dezembro de cada ano 2003 4, 25 13, 80 2, 20 0, 63 2011 2009 2007 2005 2003 a partir de 2003: Projeção BC / Minifaz 2001 1999 1997 20 1995 25 Hipóteses Superávit Primário (% PIB) Inflação (% a. a. )-IGP PIB (cresc real %) Esqueletos (%PIB) 1993 30 1991 % do PIB 50 35

Sensibilidade da Dívida Líquida • Uma elevação da taxa de juros em 1 ponto

Sensibilidade da Dívida Líquida • Uma elevação da taxa de juros em 1 ponto percentual, mantida por um ano, aumenta a Dívida Líquida do Setor Público em 0, 2084% do PIB. Por outro lado, se a inflação tiver subido, o impacto na relação dívida sobre o produto é neutralizado. • Uma depreciação permanente da taxa de câmbio real de 1% aumenta a Dívida Líquida do Setor Público em 0, 2734% do PIB Essa sensibilidade não significa desembolso de recursos, mas aumento da Dívida Líquida do Setor Público. 36

7. Política Cambial

7. Política Cambial

Política Cambial em 2002 § Captação de US$ 4 bilhões no mercado externo até

Política Cambial em 2002 § Captação de US$ 4 bilhões no mercado externo até março/2002 § Intervenções do Banco Central no mercado de câmbio: § mercado à vista: US$ 5, 8 bilhões § leilões de linha de crédito: US$ 2, 7 bilhões § linhas de exportação: US$ 1, 5 bilhão § Programa de recompra dos bônus da dívida externa (até US$ 3 bilhões) § Acordo Stand-By com o FMI (US$ 30 bilhões até 2003, com saque de US$ 6 bilhões em 2002) 38

Intervenções no Mercado de Câmbio 2. 000 1. 200 800 400 À vista Linha

Intervenções no Mercado de Câmbio 2. 000 1. 200 800 400 À vista Linha Interbancária Linha de Exportação Não houve intervenção do BC nos meses de janeiro, fevereiro, março e maio de 2002. fev/03 jan/03 dez/02 nov/02 out/02 set/02 ago/02 jul/02 jun/02 mai/02 0 abr/02 US$ milhões 1. 600

Dívida Indexada ao Câmbio 80 2001: aumento de US$ 18, 8 bilhões US$ 66,

Dívida Indexada ao Câmbio 80 2001: aumento de US$ 18, 8 bilhões US$ 66, 6 bilhões mar 2003 70 2002: queda de US$ 11, 8 bilhões 65 60 US$ 65, 3 bilhões dez 2002 Dados atualizados até 13 de março de 2003 mar/03 dez/02 set/02 jun/02 mar/02 dez/01 set/01 jun/01 50 mar/01 55 dez/00 US$ bilhões 75

Dívida Indexada ao Câmbio Títulos Públicos Federais e Swaps Atrelados ao Câmbio Estoques em

Dívida Indexada ao Câmbio Títulos Públicos Federais e Swaps Atrelados ao Câmbio Estoques em US$ bilhões Mês Títulos Swaps Total dez/99 56, 29 - 56, 29 dez/01 76, 96 - 76, 96 mar/02 77, 29 - 77, 29 jun/02 68, 65 7, 55 76, 20 set/02 49, 10 19, 70 68, 80 dez/02 39, 50 25, 80 65, 30 fev/03 37, 30 29, 20 66, 50 mar/03* 36, 40 30, 20 66, 60 *Dados atualizados até 13 de março de 2003

fev/03 jan/03 400 dez/02 600 nov/02 1. 800 out/02 2. 000 set/02 ago/02 jul/02

fev/03 jan/03 400 dez/02 600 nov/02 1. 800 out/02 2. 000 set/02 ago/02 jul/02 jun/02 mai/02 abr/02 mar/02 fev/02 jan/02 US$ milhões Saídas Líquidas Contas CC 5 US$ 1, 7 bil. 1. 600 1. 400 1. 200 1. 000 800 US$ 0, 3 bil. 200 0

8. Política Creditícia

8. Política Creditícia

Crédito Livre Volume de crédito livre total * 215, 3 200 175 150 *

Crédito Livre Volume de crédito livre total * 215, 3 200 175 150 * Excluem-se créditos rurais, habitacionais, repasses de recursos, e cartão de crédito fev-03 out-02 jun-02 fev-02 out-01 jun-01 fev-01 out-00 125 jun-00 R$ bilhões 225

fev-03 out-02 jun-02 fev-02 out-01 jun-01 fev-01 out-00 jun-00 % a. a. Spread Bancário

fev-03 out-02 jun-02 fev-02 out-01 jun-01 fev-01 out-00 jun-00 % a. a. Spread Bancário Spread bancário total 40 35 31, 8 30 25

Inadimplência Bancária Operações de crédito com recursos livres Inadimplência acima de 90 dias 9

Inadimplência Bancária Operações de crédito com recursos livres Inadimplência acima de 90 dias 9 Pessoa Física 8 7 Total Geral 5 4 Pessoa Jurídica 3 2 fev/03 dez/02 out/02 ago/02 jun/02 abr/02 fev/02 dez/01 out/01 ago/01 jun/01 abr/01 fev/01 dez/00 out/00 ago/00 1 jun/00 % 6

9. Resultado do Banco Central do Brasil

9. Resultado do Banco Central do Brasil

Resultado do Banco Central Características • Considera as receitas e despesas de todas as

Resultado do Banco Central Características • Considera as receitas e despesas de todas as suas operações • Se positivo, após ajustes de reservas, é transferido como receita e, se negativo, é coberto como despesa do Tesouro Nacional • Em ambas as situações é contemplado no Orçamento Fiscal à conta do Tesouro Nacional

Resultado do Banco Central Estrutura Patrimonial Ativo Passivo 31. 12. 2002 Câmbio 48% 51%

Resultado do Banco Central Estrutura Patrimonial Ativo Passivo 31. 12. 2002 Câmbio 48% 51% Índices Internos 52% 35% - 14% Sem Remuneração 100% Câmbio 57% 62% Índices Internos 43% 25% - 13% 100% 30. 6. 2002 Sem remuneração

Resultado do Banco Central Por Operação Em R$ bilhões Operações da Área Externa Operações

Resultado do Banco Central Por Operação Em R$ bilhões Operações da Área Externa Operações – Mercado Aberto Operações com o Tesouro Nacional Ajustes a valor de mercado Operações com Swap 15, 83 15, 82 (16, 71) (5, 81) (14, 19) Outras (1, 22) Total (6, 28)

Resultado do Banco Central Por Indexador R$ bilhões Cambial (2, 89) Índices Internos (0,

Resultado do Banco Central Por Indexador R$ bilhões Cambial (2, 89) Índices Internos (0, 73) Ajustes Valor de Mercado (5, 81) Outros Total 3, 15 (6, 28)

Resultado do Banco Central Por Indexador - Cambial R$ bilhões Dólar 14, 87 DES

Resultado do Banco Central Por Indexador - Cambial R$ bilhões Dólar 14, 87 DES (13, 03) Euro 5, 95 Iene 3, 29 Operações de Swap (dólar x DI) Outras Total (14, 19) 0, 22 (2, 89)

Resultado do Banco Central Por Indexador – Índices Internos R$ bilhões Selic (0, 07)

Resultado do Banco Central Por Indexador – Índices Internos R$ bilhões Selic (0, 07) TR (0, 66) Total (0, 73)

Resultado do Banco Central Ajustes a Valor de Mercado R$ bilhões NTN-D (7, 72)

Resultado do Banco Central Ajustes a Valor de Mercado R$ bilhões NTN-D (7, 72) LTN 0, 50 LFT 0, 09 CVS (0, 87) Títulos da Área Externa Total 2, 19 (5, 81)

Resultado do Banco Central Outros R$ bilhões Juros 5, 11 Administrativas (0, 64) Precatórios

Resultado do Banco Central Outros R$ bilhões Juros 5, 11 Administrativas (0, 64) Precatórios (0, 42) Outros (0, 90) Total 3, 15

Resultado do Banco Central Operações de Swap – Posição em 31. 12. 2002 Em

Resultado do Banco Central Operações de Swap – Posição em 31. 12. 2002 Em 31. 12. 2002 Vencimento (em dias) 0 - 180 181 - 360 361 - 720 > 720 Total SCC Comprada SC 2 SC 3 37. 717. 178 3. 272. 764 8. 716. 393 14. 587. 744 13. 691. 395 4. 663. 660 4. 767. 663 2. 125. 407 64. 294. 079 25. 248. 125 5. 370. 758 5. 452. 444 2. 761. 811 528. 870 Total Vendida SCC 56. 779. 331 13. 388. 868 16. 245. 867 17. 242. 021 3. 935. 730 4. 728. 799 3. 894. 045 - 14. 113. 883 103. 656. 087 12. 558. 574

Resultado do Banco Central Auditoria das Demonstrações Contábeis • Ressalvas apresentadas no parecer demonstrações

Resultado do Banco Central Auditoria das Demonstrações Contábeis • Ressalvas apresentadas no parecer demonstrações contábeis em 31. 12. 2002: Banco não avaliou todas as contingências judiciais para as demonstrações de 31. 12. 2002. O Banco da está KPMG sobre avaliando as as contingências judiciais para fins de constituição de provisão para perdas com base na expectativa de ocorrência. Foi registrada a provisão de R$558. 811 mil referente a 781 ações com decisão de mérito desfavorável ao Banco.

Resultado do Banco Central Auditoria das Demonstrações Contábeis • Ressalvas apresentadas no parecer da

Resultado do Banco Central Auditoria das Demonstrações Contábeis • Ressalvas apresentadas no parecer da KPMG demonstrações contábeis em 31. 12. 2002 (continuação): sobre as Acerto de contas previsto Deve-se aguardar a publicação do pela MP 45 foi suspenso decreto legislativo que disciplinará as tornando-se improvável a relações jurídicas decorrentes da MP realização ou aguardar o transcurso do prazo registrados. dos valores previsto no art. 62 § 11 da Constituição, para então prosseguir com o acerto de contas.

Resultado do Banco Central Auditoria das Demonstrações Contábeis • Ressalvas apresentadas no parecer da

Resultado do Banco Central Auditoria das Demonstrações Contábeis • Ressalvas apresentadas no parecer da KPMG demonstrações contábeis em 31. 12. 2002 (continuação): não estão as O Banco não contabilizou a Os obrigação dos contabilizados em consonância ao servidores (Lei 8. 112/90) em procedimento adotado pelas demais atendimento ao disposto na entidades da Administração Pública LRF. Federal. atuarial valores sobre sendo O Banco Central está estudando o tratamento contábil a ser dado ao assunto.

Resultado do Banco Central Cobertura O resultado constitui obrigação do Tesouro Nacional para com

Resultado do Banco Central Cobertura O resultado constitui obrigação do Tesouro Nacional para com o Banco Central e deverá ser coberto até o décimo dia útil de janeiro de 2004.