AVALIAO DA CRIANA Caractersticas Fsicas e Fisiolgicas Aparncia

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AVALIAÇÃO DA CRIANÇA Características Físicas e Fisiológicas: Aparência geral, Cabeça, Pescoço, Linfonodos e Pele

AVALIAÇÃO DA CRIANÇA Características Físicas e Fisiológicas: Aparência geral, Cabeça, Pescoço, Linfonodos e Pele Cecília Helena de Siqueira Sigaud

Aparência geral �O Rn apresenta postura de flexão completa, e responde a estímulos do

Aparência geral �O Rn apresenta postura de flexão completa, e responde a estímulos do ambiente: desperta com som alto, acalma-se com embalo, carícias e sucção, aparenta satisfação após ser aleitado, protesta quando perturbado. �No segundo mês de vida, postura mais relaxada: braços e pernas estendidos, mãos abertas

Aparência geral �Lactente tem a cabeça grande em relação ao corpo; tem maior crescimento

Aparência geral �Lactente tem a cabeça grande em relação ao corpo; tem maior crescimento da cabeça e do tronco. �Infante: o crescimento das pernas se intensifica, com formato arqueado e pés chatos; abdome protuberante (globoso).

Aparência geral �Pré-escolar: esguio, postura ereta, e movimentação equilibrada e ágil; abdome plano. �Escolar:

Aparência geral �Pré-escolar: esguio, postura ereta, e movimentação equilibrada e ágil; abdome plano. �Escolar: pernas longas, com aparência mais magra. Meninos e meninas com aparência física semelhante.

Aparência Geral

Aparência Geral

Aparência Geral

Aparência Geral

Aparência Geral Crescimento �Lactente apresenta crescimento muito rápido: Peso x 3 e Estatura x

Aparência Geral Crescimento �Lactente apresenta crescimento muito rápido: Peso x 3 e Estatura x 1, 5 (tronco principalmente) �Infante ao escolar, ritmo de crescimento menor (± 2, 5 Kg e 7, 5 cm/ano); volta a se acelerar na puberdade �Puberdade aos 10 -14 anos para meninas e 11 -15 anos para os meninos: estirão (pico) leva de 24 a 36 meses, com intenso ganho pondo-estatural. Crescimento corporal ocorre na sequência das extremidades ao tronco.

Cabeça e face Formato �Ao nascimento devido à sobreposição das placas ósseas no parto,

Cabeça e face Formato �Ao nascimento devido à sobreposição das placas ósseas no parto, o contorno da cabeça pode ser oval: fronte achatada, com ápice elevado e pontudo, parte posterior caindo abruptamente.

Cabeça e face �Fontanelas - tecido membranoso não ossificado na região da junção das

Cabeça e face �Fontanelas - tecido membranoso não ossificado na região da junção das suturas: planas , firmes e demarcadas �Fontanela anterior: losango, mede 4 -5 cm, fecha aos 9 -18 meses �Fontanela posterior: triangular, mede 0, 5 -1 cm, fecha aos 2 meses

Cabeça e face

Cabeça e face

Cabeça e face Perímetro Cefálico �Crescimento rápido no primeiro ano (33%) devido a crescimento

Cabeça e face Perímetro Cefálico �Crescimento rápido no primeiro ano (33%) devido a crescimento do sistema nervoso Idade da criança Medida Ao nascimento 33 -33, 5 cm (PC > PT) 6 meses 42 -43 cm 12 meses 44 -46 cm (PC~PT) 24 meses 47 -48 cm �Atenção para macrocefalia e microcefalia

Olhos Ao nascimento �Mantém olhos fechados, edema nas pálpebras �Estrabismo ou assimetria dos olhos

Olhos Ao nascimento �Mantém olhos fechados, edema nas pálpebras �Estrabismo ou assimetria dos olhos pode ocorrer por alguns instantes no bebê até 4 -5 meses, porque os olhos e a visão estão em formação(fixação binocular) � Nistagmo lateral: pequeno movimento involuntário e lateral dos olhos

Olhos Estrabismo Nistagmo lateral Link: http: //www. youtube. com/ watch? v=w. Sd 1 hl.

Olhos Estrabismo Nistagmo lateral Link: http: //www. youtube. com/ watch? v=w. Sd 1 hl. AJ 1 v. Q

Olhos Visão �O lactente é capaz de focalizar e acompanhar um objeto e as

Olhos Visão �O lactente é capaz de focalizar e acompanhar um objeto e as pupilas reagem à luz. As glândulas lacrimais começam a funcionar entre a 2ª-4ª semana de vida. �Fixação binocular se estabiliza aos 4 meses �Percepção de profundidade começa a se desenvolver aos 7 -9 meses (risco de quedas) e se completa entre 23 anos

Ouvidos e orelhas Estrutura auricular �Posição das orelhas: o ápice da orelha deve estar

Ouvidos e orelhas Estrutura auricular �Posição das orelhas: o ápice da orelha deve estar alinhado ao canto externo do olho �Até os 3 anos, estruturas do ouvido são curtas, estreitas e retas, predispondo a criança a infecções. Audição �O Rn tem acuidade auditiva semelhante a do adulto. Sons suaves tendem a acalmá-lo e cessar o choro, enquanto que som alto e súbito o assusta e desencadeia reflexo de Moro.

Orelhas

Orelhas

Orelhas com implantação baixa e rotação

Orelhas com implantação baixa e rotação

Nariz Estrutura nasal �Ao nascimento, formato achatado do nariz. �Rn respira pelo nariz; espirro,

Nariz Estrutura nasal �Ao nascimento, formato achatado do nariz. �Rn respira pelo nariz; espirro, e muco branco e ralo são comuns. �Atenção à obstrução nasal e presença de movimento das asas do nariz (sinal de esforço respiratório) Olfato �O Rn identifica o cheiro do leite materno e reage a odores fortes.

Boca Estrutura bucal �Reflexo de sucção: ao colocar um dedo na boca do Rn,

Boca Estrutura bucal �Reflexo de sucção: ao colocar um dedo na boca do Rn, ele suga vigorosamente �Ao nascimento, palato alto e pouco estreito �Até os 7 anos, tecido linfoide das tonsilas e adenoides podem estar aumentados. �Atenção para fenda labial e palatina Paladar �O Rn tem capacidade de distinguir paladares diferentes.

Boca Amigdalite

Boca Amigdalite

Boca Estomatite Candidíase oral

Boca Estomatite Candidíase oral

Boca Língua em framboesa (escarlatina) Língua saburrosa (sujidade)

Boca Língua em framboesa (escarlatina) Língua saburrosa (sujidade)

Boca Fenda labial e palatina

Boca Fenda labial e palatina

Boca Dentes �Ausência de dentes ao nascimento Erupção dos dentes �Primeiros dentes no 1º

Boca Dentes �Ausência de dentes ao nascimento Erupção dos dentes �Primeiros dentes no 1º ano de vida �Dentição decídua completa aos 2 anos e meio de idade � Substituição dos dentes inicia-se no período escolar (dentição secundária)

Pescoço �O lactente tem pescoço curto e com pregas de tecido. �Movimentação ampla presente.

Pescoço �O lactente tem pescoço curto e com pregas de tecido. �Movimentação ampla presente. Controle da cabeça �Rn tenta controlar ou endireitar a cabeça quando colocado em posição sentada, tenta levantar a cabeça quando em posição ventral �Aos 4 meses, o controle da cabeça está estabilizado

Pele Ao nascimento �Características: hidratada, elástica e macia, mas frágil e susceptível à irritação

Pele Ao nascimento �Características: hidratada, elástica e macia, mas frágil e susceptível à irritação e lesões (assaduras). �Todas as estruturas da pele estão presentes, mas algumas funções estão imaturas. �A epiderme e a derme são mais finas. �Vérnix caseosa: gordura branca-acinzentada, absorvida em 24 h

Pele �Cor: depende dos antecedentes étnicos e familiares variando bastante; nos 2 -3 primeiros

Pele �Cor: depende dos antecedentes étnicos e familiares variando bastante; nos 2 -3 primeiros dias de vida a coloração é mais avermelhada; menor quantidade de melanina = pele mais clara do que no adulto �Icterícia neonatal: coloração amarelo-alaranjada da pele, devido ao aumento da bilirrubina no sangue em razão da morte das hemoglobinas e incapacidade do fígado de metabolizá-las �Lanugem: pelo fino e felpudo na pele, especialmente na face, ombros e costas; desaparece no 8º mês

Pele

Pele

Pele Vérnix caseosa Lanugem fetal Icterícia neonatal

Pele Vérnix caseosa Lanugem fetal Icterícia neonatal

Pele Milho ou millium sebáceo As glândulas sebáceas estão muito ativas devido à ação

Pele Milho ou millium sebáceo As glândulas sebáceas estão muito ativas devido à ação dos hormônios maternos e se concentram no couro cabeludo, face e genitália, produzindo oleosidade (pontos esbranquiçados decorrentes do entupimento do folículo piloso)

Pele �As glândulas que produzem suor em resposta ao calor são funcionais em níveis

Pele �As glândulas que produzem suor em resposta ao calor são funcionais em níveis equivalentes ao adulto. Devido à obstrução parcial dos ductos das glândulas sudoríparas, pode ocorrer extravasamento do suor para as camadas da pele produzindo miliária, que são pequenas vesículas nas áreas de maior transpiração, como tronco e dobras.

Pele Miliária

Pele Miliária

Pele Oleosidade no couro cabeludo (crostas)

Pele Oleosidade no couro cabeludo (crostas)

Pele �O infante tem a pele mais resistente. Toque/Tato �O Rn tem sensação tátil

Pele �O infante tem a pele mais resistente. Toque/Tato �O Rn tem sensação tátil em todo o corpo, mais intensamente na face, mãos e pés. �Carícias acalmam o bebê e estímulos dolorosos provocam reações perturbadoras.

Pele Após os primeiros meses de vida, as glândulas sebáceas reduzem sua atividade e

Pele Após os primeiros meses de vida, as glândulas sebáceas reduzem sua atividade e a pele se torna menos oleosa. Na adolescência, elas voltam a ser mais ativas e podem produzir acne. As glândulas sudoríparas alcançam seu máximo funcionamento, respondendo a estímulo de calor e emocional. O suor reage com bactérias da pele e produz odor forte e desagradável. Sudorese tende a ser maior nos homens.

Anexos da pele Cabelos �Nos primeiros meses pode ocorrer supercrescimento do cabelo ou nenhum.

Anexos da pele Cabelos �Nos primeiros meses pode ocorrer supercrescimento do cabelo ou nenhum. O cabelo dos meninos cresce mais rápido que o das meninas. �O cabelo do infante se torna mais espesso e escuro, e há crescimento de pelos corporais. �Atenção às infestações por parasitas (piolhos)

Anexos da pele Pediculose

Anexos da pele Pediculose

Anexos da pele Pelos corporais �Na adolescência, ocorre o crescimento de pelos no corpo.

Anexos da pele Pelos corporais �Na adolescência, ocorre o crescimento de pelos no corpo. Rapazes têm maior concentração de pelos na face e tórax. �O crescimento dos pelos na região pubiana e axilar integram a maturação sexual. O crescimento dos pelos pubianos ocorre simultaneamente ao desenvolvimento mamário nas meninas e após o aumento testicular e escrotal nos meninos. Dois anos depois do início da puberdade surgem os pelos axilares e do restante do corpo. �A quantidade de pelos corporais sofre influência genética

Anexos da pele Crescimento de pelos pubianos

Anexos da pele Crescimento de pelos pubianos

Linfonodos

Linfonodos

Linfonodos Fonte: Hockenberry MJ, Wilson D. Wong Fundamentos de enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro:

Linfonodos Fonte: Hockenberry MJ, Wilson D. Wong Fundamentos de enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014. Cap. 6

Referência bibliográfica �Hockenberry MJ, Wilson D. Wong Fundamentos de enfermagem pediátrica. 9ª ed. Rio

Referência bibliográfica �Hockenberry MJ, Wilson D. Wong Fundamentos de enfermagem pediátrica. 9ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014. �Brêtas JRS. Manual de exame físico para a prática da enfermagem em pediatria. 3ª ed. São Paulo: Iátria; 2012.