ARTIGO DE MONOGRAFIA APRESENTADO AO PROGRAMA DE RESIDNCIA

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ARTIGO DE MONOGRAFIA APRESENTADO AO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM PEDIATRIA DO HOSPITAL MATERNO

ARTIGO DE MONOGRAFIA APRESENTADO AO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM PEDIATRIA DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA HMIB/SES/DF Avaliação da aplicação do protocolo de Cetoacidose Diabética no Pronto Socorro de Pediatria do Hospital Materno Infantil de Brasília no período de agosto 2011 a janeiro de 2015. Grasiele Gil Fernandes Faria Orientador: Dr Filipe Lacerda de Vasconcelos Brasília, 09 de novembro de 2015 www. paulomargotto. com. br

Introdução CAD CATABOLISMO Aumento dos hormônios contrarreguladores Outras causas de hiperglicemia - Diabetes mellitus

Introdução CAD CATABOLISMO Aumento dos hormônios contrarreguladores Outras causas de hiperglicemia - Diabetes mellitus - Estado hiperosmolar hiperglicêmico - Impaired glucose tolerance - Hipoglicemia de stress Outras causas de cetose - Cetose por hipoglicemia - Cetose alcoolica - Cetose de jejum Outras causas de acidose metabólica - Acidose láctica - Acidose hiperclorêmica - Acidose urêmica - Acidose induzida por drogas

Introdução CAD Confusão mental Polidipsia Hálito frutado Taquipnéia Respiração de Kussmaul Náuseas Vômitos Dor

Introdução CAD Confusão mental Polidipsia Hálito frutado Taquipnéia Respiração de Kussmaul Náuseas Vômitos Dor abdominal Poliúria Noctúria Desidratação Perda de peso Astenia

Introdução CAD DKA = tríade da CAD Diabetic Glicose > 200 mg/d. L (usualmente

Introdução CAD DKA = tríade da CAD Diabetic Glicose > 200 mg/d. L (usualmente 500 -800) Keto Produção de cetonas - Tanto na urina quanto sérica - Acetoacetato, acetona, betahidroxibutirato - Hálito frutado Acidosis Acidose metabólica, ânion gap aumentado, HCO 3 - <15, p. H <7, 30

Introdução CAD

Introdução CAD

Introdução Protocolo de CAD

Introdução Protocolo de CAD

Introdução Protocolo de CAD Glicemia e cetonúria Pese o paciente! (ou cetonemia) Gravidade da

Introdução Protocolo de CAD Glicemia e cetonúria Pese o paciente! (ou cetonemia) Gravidade da desidratação INICIALMENTE: SEMPRE ABCDE! Nível de consciência (ECG) Amostra de sangue e urina.

Introdução Protocolo de CAD * Metas da terapia: - Correção da desidratação - Correção

Introdução Protocolo de CAD * Metas da terapia: - Correção da desidratação - Correção da acidose e reversão da cetose - Restaurar a glicemia para próximo do normal - Monitorar as complicações - Identificar a tratar o fator predisponente HIDRATAÇÃO + INSULINA Hidratação inadequada Infecções (20 -40%) Hipoglicemia Medicamentos Hipocalemia * Pancreatite, trauma Acidose hiperclorêmica Sem causa definida (2 Edema cerebral 10%) - Pacientes diabéticos: controle metabólico ruim e omissão de dose.

Introdução Protocolo de CAD Idade * Hidratação: - Corrigir a desidratação -> SF 0,

Introdução Protocolo de CAD Idade * Hidratação: - Corrigir a desidratação -> SF 0, 9% (em 6 h) - Hidratação de manutenção (Holliday 100% em 24 h) - Se choque: SF 0, 9% 20 m. L/kg, repetindo caso necessário – deve-se descontar o realizado da correção de SF. RN Volume do EEC (% peso) 40% Concentração do SG 30% Glicemia Lactente (mg/dl) K reposto Pré-escolar 25% K inicial >300 (Antes da (m. Eq/L) 1ªdiurese) Escolar e adulto 20% 200 a 300 K reposto 5% (Após 1ª diurese) 7. 5% >6* 2 a 4 m. Eq/Kcal/dia 4 a 6 4 a 6 m. Eq/Kcal/dia <200 ------Grau de DEEC <4 4 m. Eq/kg/ dia 10% % de DEEC 6 a 8 m. Eq/Kcal/dia glicose 50%: Leve. Transformação com 15% - SG 5% em 7, 5% 20% volume 17 Moderado - SG 5% em 10% volume 8 Grave 25% Choque 30%

Introdução Protocolo de CAD * Insulina: - Insulina REGULAR - 0, 1 UI/kg/hora -

Introdução Protocolo de CAD * Insulina: - Insulina REGULAR - 0, 1 UI/kg/hora - IM ou EV Até cetonúria ≤ 2+ e glicemia <300 mg/d. L Para EV, p. e. : 25 UI de insulina regular + 250 m. L de SF 0, 9%esperada: = Diminuição da glicemia 0, 1 UI/m. L 70 -100 mg/d. L/h Bolus EV NÃO é necessário!

Introdução Protocolo de CAD * A cada hora averiguar: - Sinais vitais - Glicemia

Introdução Protocolo de CAD * A cada hora averiguar: - Sinais vitais - Glicemia capilar - Cetonúria - Observação neurológica - Quantidade administrada de insulina - Balanço hídrico * *Sinais de alarme para edema cerebral: Solicitar na admissão e a cada 2 -4 h: - Cefaléia - Glicemia sérica - Bradicardia - Eletrólitos inapropriada (incluindo bicarbonato) - Mudança - Ur e Cr no estado mental ou sinais neurológicos específicos - Osmolaridade sérica - Aumento da PA - Gasometria arterial ou venosa - Dessaturação - Hemograma - Diminuição sérico - Albumina, rápida Ca, P edo Mgsódio séricos

Introdução Protocolo de CAD * Suspensão do protocolo: - 6 h após início, novos

Introdução Protocolo de CAD * Suspensão do protocolo: - 6 h após início, novos exames. - Se acidose corrigida (p. H>7, 3 e HCO 3>15) e pelo menos 3 doses de insulina IM (ou 3 h de insulina EV) já foram administradas -> Insulina regular SC 4/4 h. Glicemia (mg/dl) Insulina Regular (UI/kg/dose) < 200 0 200 a 250 0, 10 250 a 300 0, 15 > 300 0, 20

Objetivos * Geral: - Avaliar a aplicação do protocolo de tratamento da CAD no

Objetivos * Geral: - Avaliar a aplicação do protocolo de tratamento da CAD no PSI do HMIB. * Específicos: - Descrever o perfil epidemiológico - Identificar problemas na aplicação - Descrever as consequências da aplicação e manejo inadequado - Propor mudanças ao protocolo, se necessárias.

Metodologia * Delineamento do estudo: - Estudo observacional descritivo * População do estudo: -

Metodologia * Delineamento do estudo: - Estudo observacional descritivo * População do estudo: - Crianças com o diagnóstico de CAD internadas no HMIB, entre agosto de 2011 e fevereiro de 2015 = 25 pacientes. * Métodos: - Análise de prontuários do sistema Trak. Care® - Softwares utilizados Microsoft Excel e SAS 9. 1

Resultados 77% dos pacientes = PRIMODESCOMPENSAÇÃO DA DM 1. Dados internacionais: 30 -50% CAD

Resultados 77% dos pacientes = PRIMODESCOMPENSAÇÃO DA DM 1. Dados internacionais: 30 -50% CAD como primodescompensação (8) Dados brasileiros: 32, 8 -41% (15) Incidência 0, 5 novo caso/100. 000 habitantes/ano. Pico na adolescência e aumento em < 5 anos. Média das glicemias: 446, 7 mg/d. L (7 pacientes HI).

Resultados 38% 62% Masculino Feminino Figura 1. Distribuição da população conforme o sexo.

Resultados 38% 62% Masculino Feminino Figura 1. Distribuição da população conforme o sexo.

Resultados 10 Maior Média frequência: de idade: >10 a 7, 8 anos. (40%) <5

Resultados 10 Maior Média frequência: de idade: >10 a 7, 8 anos. (40%) <5 a: 24% da amostra. Média de idade: 7, 9 -8, 7 Maior frequência: <5 a (26 anos. 3, 4 36%) 3, 4 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 <1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 > 10 Figura 2. Distribuição dos pacientes por idade (em anos completos).

Resultados Desidratação: ~100% (5) Poliúria: ~71 -95% (5, 6, 7) Desidratação 92% Poliuria 72%

Resultados Desidratação: ~100% (5) Poliúria: ~71 -95% (5, 6, 7) Desidratação 92% Poliuria 72% Vômitos 64% Dor abdominal 56% Respiração de Kussmaul 52% Polidipsia 52% Perda de peso 52% Fadiga 40% Polifagia 24% 0% 10% 20% 30% 40% Stress respiratório: ~85 -89% (5, 6) 50% 60% 70% 80% 90% 100% Figura 3. Principais sinais e sintomas encontrados nos pacientes internados por CAD.

Resultados 20% CAD GECA 40% DM descompensado 4% DM 8% Dor abdominal a/e NC

Resultados 20% CAD GECA 40% DM descompensado 4% DM 8% Dor abdominal a/e NC 8% 20% Figura 4. Diagnósticos iniciais dados aos pacientes com CAD.

Resultados 16 14 53, 8% 12 51% graves 19% leves (8) 10 38, 4%

Resultados 16 14 53, 8% 12 51% graves 19% leves (8) 10 38, 4% 8 6 4 2 0 7, 7% Leve Moderada Severa Figura 5. Classificação da gravidade de CAD na admissão hospitalar.

Resultados 10 9 9 9 8 Demora na busca do serviço? 7 Desconhecimento? Diagnóstico

Resultados 10 9 9 9 8 Demora na busca do serviço? 7 Desconhecimento? Diagnóstico tardio? 6 5 5 4 3 2 1 0 Leve Sim Não Moderada Severa Figura 6. Relação entre a classificação da CAD em pacientes com primodescompensação (marcados como sim) e os sabidamente diabéticos (marcados como não).

Resultados 4% 8% - Restaurar o volume circulante - Repor o sódio e fluido

Resultados 4% 8% - Restaurar o volume circulante - Repor o sódio e fluido intra e extracelular - Melhorar a TFG. (9) Fase rápida 4% Fase rápida + insulina 4% Fase rápida + sintomáticos Holliday 12% 60% 8% Holliday + insulina Sintomáticos Protocolo de CAD Figura 7. Tratamento inicial instituído nos casos de CAD.

Resultados 8% 8% -Dose Seguro em de relação à diminuição da glicemia média insulina:

Resultados 8% 8% -Dose Seguro em de relação à diminuição da glicemia média insulina: 0, 09 UI/kg/h - Bom custo-benefício dos tempo casos por via IM. para realizar as -80% Menor de resposta mudanças nos fluidos (10, 11). PADRÃO OURO = EV - Taxa de redução de bicarbonato e cetonas (1, 2, 7). mais rápidas (12). Protocolo da unidade Manejados em UTI Somente SF 0, 9% 84% Figura 8. Tratamento instituído no seguimento dos casos de CAD.

Resultados 12 Tempo médio: 7, 3 h. 10 8 6 4. 5 10. 25

Resultados 12 Tempo médio: 7, 3 h. 10 8 6 4. 5 10. 25 5, 9 4 2 0 Leve Moderada Graus CAD Severa Figura 11. Tempo de reversão da CAD (em horas) de acordo com a classificação de gravidade.

Resultados 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 7. 7

Resultados 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 7. 7 Sim 5. 8 Primodescompensação Não Figura 10. Relação entre o tempo de reversão da CAD (em horas) e os casos de primodescompensação.

Resultados 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 8. 5

Resultados 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 8. 5 7. 1 Intramuscular Uso da Insulina Endovenoso Figura 12. Tempo médio para reversão da CAD (em horas) em relação à via utilizada para a administração da insulina.

Resultados Literatura mundial: 0, 5 -1% (9, 13) Elevado grau Brasil: 1% (8)de suspeição?

Resultados Literatura mundial: 0, 5 -1% (9, 13) Elevado grau Brasil: 1% (8)de suspeição? Confusão com outros diagnósticos? Taxa de mortalidade: 21 -24% (9) 14 24% dos casos 12 10 8 Não 6 Sim 4 2 0 Leve Moderada Graus CAD Severa Figura 13. Relação entre a classificação da CAD e a ocorrência (sim) de edema cerebral.

Discussão – Edema Cerebral * Fatores de risco potenciais (9): - Hipocapnia mais grave

Discussão – Edema Cerebral * Fatores de risco potenciais (9): - Hipocapnia mais grave na admissão (após correção pelo grau de acidose) - Uréia aumentada na admissão - Acidose mais severa na admissão - Tratamento com bicarbonado para correção da acidose. - Diminução da osmolaridade sérica efetiva precoce. - Aumento na concentração de Na ou queda precoce do Na corrigido durante a terapia. - Grande volume de fluido nas primeiras 2 h. - Administração de insulina na primeira hora do tratamento com fluidos.

Discussão – Edema Cerebral * Critérios diagnósticos: 1 diagnóstico + 2 maiores OU 1

Discussão – Edema Cerebral * Critérios diagnósticos: 1 diagnóstico + 2 maiores OU 1 maior + 2 menores ~ S = 92% Falso + = 4% - Resposta motora ou verbal anormal à dor. - Postura em decorticação ou decerebração. - Paralisia de nervos cranianos (esp. III, IV e VI) - Padrão respiratório neurogênico anormal (p. e. grunhidos, taquipnéia, respiração de Cheyne-Stokes, apnéia). * Critérios maiores: - Flutuação do nível de consciência - Desaceleração da FC sustentada (diminução >20 bpm) não atribuída à melhora do volume IV e ao sono. - Incontinência inapropriada à idade. Sintomas que já existiam antes do tratamento não devem ser considerados. * Critérios menores: - Vômitos - Cefaléia. - Letargia ou despertar difícil - PAD >90 mm. Hg - Idade <5 a (9)

Resultados 20 17 18 16 Mais graves? Mais líquido? Necessita confirmação com estudos com

Resultados 20 17 18 16 Mais graves? Mais líquido? Necessita confirmação com estudos com maior amostra. Edema cerebral > entre os pacientes que fizeram uso de insulina endovenosa (p<0, 05). 14 12 10 8 6 4 3 3 1 2 0 Intramuscular Uso Simda Insulina Não Endovenoso Figura 14. Relação entre a via de administração da insulina e a ocorrência (marcada como sim) ou não-ocorrência (marcado como não) de edema cerebral em pacientes em tratamento para CAD.

Resultados Média 10, 4 dias 12 10 8 6 4 2 0 Leve Moderada

Resultados Média 10, 4 dias 12 10 8 6 4 2 0 Leve Moderada Graus CAD Severa Figura 15. Relação entre a classificação da CAD e o tempo médio de internação (em dias).

Resultados 20 18 Treinamento da família. 16 14 12 11. 9 10 8 6

Resultados 20 18 Treinamento da família. 16 14 12 11. 9 10 8 6 4. 2 4 2 0 Sim Primodescompensação Não Figura 16. Relação entre o tempo médio de internação (em dias) e os casos de primodescompensação.

Resultados 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 11. 5

Resultados 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 11. 5 10 Intramuscular Uso da Insulina Endovenoso Figura 17. Tempo médio de internação (em dias) em relação à via utilizada para a administração da insulina.

Resultados Nenhum paciente evoluiu com óbito. Literatura mundial: Taxa de mortalidade de 0, 15

Resultados Nenhum paciente evoluiu com óbito. Literatura mundial: Taxa de mortalidade de 0, 15 -5% (9, 14)

Conclusão Cuidado oferecido satisfatório. Insulina EV é padrão ouro nos diversos protocolos mundiais. Atenção

Conclusão Cuidado oferecido satisfatório. Insulina EV é padrão ouro nos diversos protocolos mundiais. Atenção com as anotações do prontuário. Baixo grau de suspeição = casos mais graves = maior ônus.

Conclusão Trainamento contínuo dos médicos da atenção primária. Divulgação do protocolo já existente na

Conclusão Trainamento contínuo dos médicos da atenção primária. Divulgação do protocolo já existente na unidade. Melhora das anotações do prontuário.

Referências bibliográficas 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. American Diabetes Association. [Guideline]

Referências bibliográficas 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. American Diabetes Association. [Guideline] Standards of Medical Care in Diabetes - 2015: Abridged for Primary Care Providers. Clinical Diabetes. 2015. 33: 2. Disponível em: http: //clinical. diabetesjournals. org/content/33/2/97. full. pdf+html. Acessado em: 10 de setembro de 2015 American Diabetes Association. Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus. Diabetes Care. 2010; 33(Suppl 1): S 62 -S 69. doi: 10. 2337/dc 10 -S 062. Disponível em: http: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pmc/articles/PMC 2797383/ Acessado em: 10 de setembro de 2015 Neu A, Hofer SE, Karges B, Oeverink R, Rosenbauer J, Holl RW. Ketoacidosis at diabetes onset is still frequent in children and adolescents: a multicenter analysis of 14, 664 patients from 106 institutions. Diabetes Care. 2009 Sep. 32(9): 1647 -8 Neu A, Willasch A, Ehehalt S, et al. Ketoacidosis at onset of type 1 diabetes mellitus in children--frequency and clinical presentation. Pediatr Diabetes. 2003 Jun. 4(2): 77 -81. Onyiriuka, A. N. , Ifebi, E. Ketoacidosis at diagnosis of type 1 diabetes in children and adolescents: frequency and clinical characteristics. Journal of Diabetes and Metabolic Disorders. 2013; 12: 47. doi: 10. 1186/2251 -6581 -12 -47. Disponível em: http: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pmc/articles/PMC 3937174/ LONE, S. W. et. al. Frequency, clinical characteristics and outcome of diabetic ketoacidosis in children with type-1 diabetes at a tertiary care hospital. J Pak Med Assoc. Vol. 60, No. 9, September 2010 Disponível em: http: //jpma. org. pk/Pdf. Download/2288. pdf Razavi, Z. Frequency of Ketoacidosis in Newly Diagnosed Type 1 Diabetic Children. Oman Medical Journal. 2010; 25(2): 114 -117. doi: 10. 5001/omj. 2010. 31. Disponível em: http: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pmc/articles/PMC 3215499/ CASTRO, L. Cetoacidose diabética: análise das internações no departamento de pediatria do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas no período de Janeiro de 1994 a Deszembro de 2003. 2006. 79 f. Dissertação (Mestrado em Saúde da Criança e do Adolescente) - Faculdade de Ciências Médicas - Universidade Estadual de Campinas, SP. Disponível em: < http: //www. bibliotecadigital. unicamp. br/document/? code=vtls 000380380 >. Acesso em: 21 mar. 2015.

Referências bibliográficas 9. Wolfsdorf, J. I. et al. A Consensus Statement from the International

Referências bibliográficas 9. Wolfsdorf, J. I. et al. A Consensus Statement from the International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes: Diabetic ketoacidosis and hyperglycemic hyperosmolar state. Pediatric Diabetes, 2014: 15 (Suppl. 20): 154– 179. Disponível em: < https: //www. ispad. org/sites/default/files/resources/files/11 diabetic_ketoacidosis_and_hyperglycemic_hypwrosmolar_state. pdf > Acesso em: 22 mar. 2015. 10. POIRIER, M. P. et al. A prospective study of the “two-bag system” in diabetic ketoacidosis management. Clin Pediatri (Phila). 2004 Nov-Dez; 43(9): 809 -13. Disponível em: < https: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pubmed/15583776? dopt=Abstract >. Acessado em: 10 de junho de 2015. 11. GRIMBERG, A. et al. The “two bag system”for bariable intravenous dextrose and fluid administration: benefits in diabetic ketoacidoses management. J Pediatr. 1999 Mar; 134(3): 376 -8. Disponível em: < https: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pubmed/10064682? dopt=Abstract >. Acessado em: 10 de junho de 2015. 12. SO, T. Y. , GRUNEWALDER, E. Evaluation of the two-bag system for fluid management in pediatric patients with diabetic ketoacidosis. J Pediatr Pharmacol Ther. 2009 Apr-Jun; 14(2): 100 -105. Disponível em: < http: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pmc/articles/PMC 3461977/ >. Acessado em: 12 de junho de 2015. 13. Muir AB, Quisling RG, Yang MC, Rosenbloom AL. Cerebral edema in childhood diabetic ketoacidosis: natural history, radiographic findings, and early identification. Diabetes Care. 2004 Jul. 27(7): 1541 -6. http: //care. diabetesjournals. org/content/27/7/1541. full. pdf 14. PIVA, J. P. et al. Perspectivas atuais do tratamento da cetoacidose diabética em pediatria. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, Porto Alegre, v. 83, n. 5, supl. Nov. 2007. Disponível em: <http: //www. scielo. br/scielo. php? script=sci_arttext&pid=S 0021 -7557200700002&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 22 Mar. 2015. SAVOLDELLI, Roberta D; FARHAT, Sylvia Cl; MANNA, Thais D. Alternative management of diabetic ketoacidosis in a Brazilian pediatric emergency department. Diabetol Metab Syndr, [s. l. ], v. 2, n. 1, p. 41 -49, 2010. Disponível em: <http: //www. ncbi. nlm. nih. gov/pmc/articles/PMC 2903515/pdf/1758 -5996 -2 -41. pdf>. Acesso em: 27 set. 2015