A Crise do Imprio Portugus no sc XVI

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A Crise do Império Português no séc. XVI

A Crise do Império Português no séc. XVI

A Crise do Império Português no séc. XVI No segundo quartel do século XVI,

A Crise do Império Português no séc. XVI No segundo quartel do século XVI, o Império Português entrou em decadência com a diminuição do comércio das especiarias orientais.

Causas da Crise do Império Português Foram vários os motivos que conduziram à crise

Causas da Crise do Império Português Foram vários os motivos que conduziram à crise do Império Português: • naufrágios; • concorrência internacional; • reanimação das rotas do Levante e ataques de corsários; • falta de recursos financeiros, militares e humanos; • administração corrupta.

Causas da Crise do Império Português Pelo contrário, o Império Espanhol desenvolveuse, tendo atingido

Causas da Crise do Império Português Pelo contrário, o Império Espanhol desenvolveuse, tendo atingido o seu apogeu na segunda metade do século XVI. Remessas de metais preciosos da América espanhola

A União Ibérica

A União Ibérica

Retorno ao Norte de África • A crise do império oriental, na segunda metade

Retorno ao Norte de África • A crise do império oriental, na segunda metade do séc. XVI, levou muitos portugueses a defenderem o regresso das conquistas no norte de África. • Marrocos não estava longe como a Índia, tinha menos riscos e despesas e fornecia cereais e o comércio de que Portugal necessitava.

D. Sebastião • D. Sebastião sobe ao trono de Portugal com apenas 14 anos.

D. Sebastião • D. Sebastião sobe ao trono de Portugal com apenas 14 anos. • O jovem rei teve uma educação muito religiosa e motivado pelo espírito de cruzada, decidiu organizar uma expedição ao norte de África, para aumentar o Império e espalhar a fé cristã.

Batalha de Alcácer-Quibir • A organização da expedição não foi a melhor e o

Batalha de Alcácer-Quibir • A organização da expedição não foi a melhor e o exército português sofre uma grande derrota na Batalha de Alcácer-Quibir. • Para além dos milhares de mortos e de prisioneiros, a batalha de Alcácer-Quibir teve ainda uma importante consequência: o desaparecimento do rei D. Sebastião.

Cardeal D. Henrique • O desaparecimento do rei D. Sebastião, solteiro e sem filhos,

Cardeal D. Henrique • O desaparecimento do rei D. Sebastião, solteiro e sem filhos, fez com que o seu sucessor fosse o seu tio-avô Cardeal D. Henrique. • Devido à sua idade é à sua condição de religioso, a sucessão do novo rei constituía um problema.

Candidatos ao trono • D. Catarina, duquesa de Bragança. • Era apoiada por alguns

Candidatos ao trono • D. Catarina, duquesa de Bragança. • Era apoiada por alguns membros do clero e da nobreza, mas o seu principal apoio era o tio, o rei cardeal D. Henrique.

Candidatos ao trono • D. António, prior do Crato. • Era apoiado pelo povo

Candidatos ao trono • D. António, prior do Crato. • Era apoiado pelo povo que temia a perda da independência

Candidatos ao trono • D. Filipe II, rei de Espanha • Era apoiado pelo

Candidatos ao trono • D. Filipe II, rei de Espanha • Era apoiado pelo clero, pela nobreza (a união trazia novos cargos e honras) e pela burguesia (a união abria o comércio no império espanhol).

Candidatos ao trono Candidato Apoiantes D. Filipe II, rei de Espanha O clero e

Candidatos ao trono Candidato Apoiantes D. Filipe II, rei de Espanha O clero e a nobreza esperavam obter novos cargos e rendimentos; A burguesia queria ter acesso ao comércio no império espanhol. D. António, prior do Crato O povo que temia a perda da independência D. Catarina, duquesa de Bragança Alguma nobreza e clero e , sobretudo, pelo o tio, o rei cardeal D. Henrique

D. Filipe I de Portugal • Quando o Cardeal D. Henrique morre, Filipe II

D. Filipe I de Portugal • Quando o Cardeal D. Henrique morre, Filipe II de Espanha entra em Portugal com o seu exército e derrota o auto-proclamado D. António na Batalha de Alcântara. • Manda reunir, em 1581, as Cortes de Tomar onde se faz aclamar rei de Portugal, com o título de Filipe I de Portugal.

Cortes de Tomar • Nas cortes de Tomar o rei Filipe I de Portugal

Cortes de Tomar • Nas cortes de Tomar o rei Filipe I de Portugal prometeu manter o país como um Estado Soberano e com direitos próprios: • O português continuava como língua oficial; • A moeda portuguesa continuava em circulação; • Os cargos da administração só podiam ser ocupados portugueses; • O rei tinha que respeitar as leis e os costumes portugueses; • O rei tinha que reunir as cortes em Portugal para tratar dos assuntos nacionais.

Monarquia Dualista • Entre 1581 e 1640 viveu-se numa Monarquia Dualista, uma vez que

Monarquia Dualista • Entre 1581 e 1640 viveu-se numa Monarquia Dualista, uma vez que Portugal e Espanha eram governados pelo mesmo rei mas “mantinham a sua independência”. Filipe I de Portugal Filipe II de Espanha

Dinastia Filipina

Dinastia Filipina