7 pratos que quase todo tocantinense aprecia Por








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7 pratos que (quase) todo tocantinense aprecia Por Samuel Lima Todo agrupamento humano tem características próprias de vestuário, idioma, tipo de música, hábitos sociais e, por vezes, religiosos e também o que é relacionado à gastronomia, que pode até se tornar símbolo de um povo. Trazendo o assunto para algo mais regional, elencamos, a seguir, sete pratos (ou iguarias) que (quase) todo tocantinense que se preze faz questão de comer – ou de pelo menos dizer que “isso é lá da minha terra”. Como o Estado foi ‘colonizado’ principalmente por mineiros, goianos, maranhenses e até por pessoas que vieram da região Sul do Brasil, a variedade de comidas típicas é grande (e até pode também representar a comida típica do local de origem), sem falar na influência indígena e também dos negros (quilombolas) que por aqui passaram e deixaram sua marca cultural, também. Podemos, entretanto, resumir nestas que serão apresentadas a seguir:
Arroz Sirigado, ou Arroz Maria Izabel Com diversas variações no próprio Tocantins, o Arroz Sirigado faz parte da culinária tocantinense. Atribuem sua origem ao Mato Grosso, à comida de boiadeiros. As variações dizem respeito ao que se coloca junto à carne-de-sol com arroz (abóbora, cenoura, ou qualquer outra verdura ‘cozinhável’). . . Só não podem faltar o arroz (dãããã) e a carne-seca. Fonte da Imagem: Cyber Cook Receitas
Arroz com pequi O pequi é uma fruta típica do cerrado (presente principalmente em Goiás e no Tocantins). A mistura com o arroz faz este prato ser um dos mais apreciados pelos tocantinenses. O prato não passa desapercebido por sua coloração amarelada e de cheiro caracteristicamente forte. Há quem não goste (e é bom que não diga isso, principalmente se estiver em Goiás ou no Tocantins). Fonte da Imagem: Blog Regiões do Brasil (http: //vidaativa 7 e 01060721. blogspot. com. br/)
Feijão tropeiro Típico da culinária mineira, o feijãotropeiro é inseparável quando o assunto é o espetinho ou churrasco de fim-detarde em qualquer restaurante (grande ou pequeno) no Tocantins. A receita conta com feijão misturado à farinha de mandioca, torresmo, linguiça, ovos, alho, cebola e outros temperos. . . Aliás, o prato aceita diversas misturas, inclusive de culinárias diferentes da própria região. Fonte da Imagem: Site Multireceitas
Chambari Preparado de carne bovina com arroz branco, cheiro-verde e farinha de mandioca (de preferência a ‘puba’). Em alguns lugares é possível experimentar a iguaria com pimenta, mas o uso do condimento é opcional. Fonte da Imagem: Site Encantos do Cerrado Este prato é bastante consumido no Estado e tem diversas propriedades atribuídas a ele, por ser forte e bastante simples no preparo. Entre suas exóticas propriedades estão a afrodisíaca e de fortificante. Não é raro encontrarmos pessoas dizendo que o prazo tem ‘sustança’, ou seja, é forte o suficiente para manter um trabalhador braçal trabalhando por boa parte do dia.
Galinhada Outro prato de influência mineira radicado no Tocantins. A galinhada e o chambari são pratos que se podem encontrar em qualquer restaurante de beira de estrada (como se diz na região). O prato leva arroz cozido com pedaços de frango, temperado com açafrão (opcional), vinagrete e como acompanhamento o tutu de feijão (ou feijão tropeiro). Fonte da Imagem: Blog Cozinha da Rafinha (cozinhadarafinha. files. wordpress. com/) A receita é muito prática de se fazer e também muito rápida, sendo bastante apreciada também em Goiás.
Peixe na telha Por ser banhado por dois rios (Araguaia e Tocantins) que integram uma importante bacia hidrográfica no País, não poderia faltar prato com peixe. O peixe na telha tem sua origem na culinária goiana, mas também é muito apreciado no Tocantins, sendo especialmente encontrado em restaurantes de cidades ribeirinhas. Fonte da Imagem: Site Sem Medida (http: //semmedida. com/receitas/) O prato é feito com peixe de couro (surubim ou pintado) e leva ainda leite de coco, tomate, cebola, alho, suco de limão, pimenta (opcional), farinha de rosca e cheiro-verde.
Tapioca (beijú) De origem indígena e feito com polvilho de tapioca, esse prato é especialmente apreciado com café e tem variações que podem agregar no recheio pratos de outras regiões, como a carne-seca, coco, queijo, banana, canela, etc. . . No preparo, o polvilho é espalhado uniformemente em uma frigideira quente, tornando-se uma panqueca seca, cuja espessura também pode variar conforme o gosto. Fonte da imagem: Site Receitas (http: //receitaereceitas. com. br/) O nome "tapioca" é derivado da palavra tupi tïpï'og, que significa "sedimento, coágulo", sendo o nome tupi para este amido, e podendo referir-se tanto ao produto obtido da fécula quanto ao prato em si feito a partir dele. "Beiju" e "biju" são oriundos do termo tupi mbe'yu.