2 Semestre de 2020 Marcos Luiz Mucheroni CBD
2º. Semestre de 2020 Marcos Luiz Mucheroni CBD – Escola de Comunicações e Artes www. marcosmucheroni. pro. br/blog Universidade de São Paulo, São Paulo mucheroni. marcosl@gmail. com Escola de Comunicações e Artes – CBD
l l l Formação: Ciência da Computação: UFSCar Mestrado: Engenharia USP – São Carlos Doutorado: Engenharia USP – POLI Pós-doutoramente – UAb Lisboa - PT Formação complementar filosofia (seminário) Escola de Comunicações e Artes – CBD
Uma intuição de Henri Bergson (1859 -1941) – filósofo francês. Bergson vê nisto uma dualidade ontológica da própria realidade: a matéria inorgânica de um lado, o espírito e a vida de outro. Um termo novo que passei a adotar, está no poeta Hordelin e no filósofo Peter Sloterdijk, Aórgico – que significa a relação da matéria inorgânica com o espírito e a vida. Escola de Comunicações e Artes – CBD
Uma ideia apenas, profunda. . . “A memória, conforme tentamos provar, não é a faculdade de classificar recordações numa gaveta ou de as inscrever num registro. Não há registro, não há gaveta, não há sequer, aqui, propriamente uma faculdade, porque uma faculdade age por intermitências, quando quer ou quando pode, ao passo que o amontoar-se do passado sobre o passado prossegue sem tréguas. Na realidade, o passado conserva-se por si próprio, automaticamente. Acompanha-nos, sem dúvida, por inteiro, a cada instante: aquilo que sentimos, pensamos e quisemos desde a nossa primeira infância ali está, inclinado sobre o presente que se lhe vai juntar, fazendo pressão sobre a porta da consciência. [. . . ] Pois, o que somos nós, o que é o nosso caráter, senão a condensação da história que vivemos desde o nosso nascimento, e até antes de termos nascido, já que trazemos conosco disposições pré-natais? É com o nosso passado Inteiro, até mesmo com a curvatura primordial da nossa alma, que desejamos, queremos e agimos”. l. l BERGSON, Henri; A Evolução Criadora, Silo Paulo: Martins Fontes, 2005. página 5. (ver o livro no Moodle). Escola de Comunicações e Artes – CBD
Questões. É há muita informação e a qualidade ? A inverdade são os fake News ? Os livros são pouco usados, mas a Web é aliada ou vilã ? Deve-se discutir padronização e protocolos, mas de qual conteúdo ? Deve-se usar o software mais simples ou mais complexo ? Tecnologia é para facilitar, porque as vezes complica ? Escola de Comunicações e Artes – CBD
Módulo 01 Apresentação dos objetivos e critérios disciplina. Questões iniciais. Histórico de Informação e Informática. Enfoques (ou paradigmas) físico, cognitivo e o social? (1º. teste) O conceito ontológico-fenomenológico da informação. (2º. teste) Módulo 02 Tecnologias e Informação: informática e tecnologia Conceitos de Informática: algoritmos e definições. Linguagens Computacionais: breve abordagem A Web e a evolução das linguagens: Java e outras. Módulo 03 - Gestão de TI em Bibliotecas (3º. teste) Bases de Dados, Big. Data e novos ambientes (software) Bases de Dados em Sistemas integrados, um banco de dados. Bibliotecas Digitais, DTLDs e os novos sistemas federados. Módulo 04 – Evolução da Web: Linked. Data, blogs e vídeos. 4º. teste. Escola de Comunicações e Artes – CBD
l l Nota igual para o total dos trabalhos e uma primeira resenha. Valorização do trabalho individual. Ao menos uma nota mensal de trabalhos e uma bimestral de provas. Assim em média deve-se ter: N 1 = (Teste 1 + Teste 2 ou Prova 1)x 0, 5 N 2 = (Teste 3 + Teste 4 ou Prova 2)x 0, 5 Próxima aula: leituras do texto sobre a Informação e o Ser. (Tipos de testes: múltipla escolha e alguns dissertativos) Escola de Comunicações e Artes – CBD
l l O que é não é Ciência da Informação, e, Schrader estou aproximadamente 700 definições de CI, entre 1900 e 1981, e: "A literatura de CI é caracterizada pelo caos conceitual. Este caos conceitual advém de uma variedade de problemas na literatura conceitual da CI: citação a-crítica de definições anteriores, fusão de teoria e prática, afirmações obsessivas de status científico, uma visão estreita da tecnologia, descaso pela literatura sem rótulo de ciência ou tecnologia, analogias inadequadas. . . ” (SCHRADER, 1983, p. 99, op. cit in Capurro e Hjorland, 2008, pag. 154). Perspectivas em ciência da Informação, v. 12, n. 1, p. 148 -207, jan. /abr. 2007, Tradução (autorizada) do capítulo publicado no Annual Review of Information Science and Technology. Ed. Blaise Cronin, v. 37, cap. 8, p. 343 -411, 2003. Escola de Comunicações e Artes – CBD
l O que é informação: De fato, não somos obrigados a aceitar a palavra informação como um termo profissional em si. Pode ser que esta palavra seja mais útil quando deixada sem qualquer definição formal como, por exemplo, a palavra discussão ou a palavra dificuldade ou a palavra literatura (Spang Hansen, 2001, in Capurro e Hjorland, 2008, p. 153). . . inclui características como novidade e relevância. . . transformação do conhecimento e, particularmente, à seleção e interpretação dentro de um contexto específico. . . (idem, p. 154) CAPURRO, R. e HJORLAND, B. O conceito de informação. Perspectivas em ciência da Informação, v. 12, n. 1, p. 148 -207, jan. /abr. 2007, Tradução (autorizada) do capítulo publicado no Annual Review of Information Science and Technology. Ed. Blaise Cronin, v. 37, cap. 8, p. 343 -411, 2003. Escola de Comunicações e Artes – CBD
Resumo da compreensão de Levy das mudanças acarretadas pelas novas tecnologias intelectuais a partir do esquema: l Antes disto: qual foi a primeira tecnologia ? mudanças nas tecnologias intelectuais: As tecnologia mudanças no imaginário : mudanças na forma como as pessoas se relacionam entre si e com a própria tecnologia surgimento de novos meios de sociabilidade : são diferentes, porém estruturalment e semelhantes exigem novos códigos, uma apropriação diferenciada è Voltaremos no Histórico da Informação, aqui só uma introdução (aula que vem). Escola de Comunicações e Artes – CBD
aç ão m ot oc ol os . og Pr Co Pr g. Lin m u Co nic m açã pu o ta Da çã do o s fo r In de de t. Sis Software Tecnologia exponencial Tecnologia da Informação Escola de Comunicações e Artes – CBD Hardware tecnologia exponencial
l l l Ontologias (ou desambiguação) – Computação e C. I. Uma ontologia é um modelo de dados que representa um conjunto de conceitos de entes dentro de um domínio e os relacionamentos entre estes entes. Uma ontologia é utilizada para realizar inferência sobre os objetos em um determinado domínio. Serviços na Web (Web Services), definição genérica: “uma solução utilizada na integração de sistemas e na comunicação entre aplicações diferentes” Escola de Comunicações e Artes – CBD
Uma nova concepção - serviços l “Um Web service é uma interface que descreve uma coleção de operações que são acessíveis por rede através de mensagens padronizadas em XML. ” Hoje usa-se RDF(S) (gramática) e Lo. D (Linked open Data) – OWL. Heather Kreger IBM Software Group Escola de Comunicações e Artes – CBD
"O real assemelha-se ao possível; em troca o atual em nada se assemelha ao virtual: responde-lhe. " Pierre Lévy Cibercultura, Edit 34, 1996, p. 17 Escola de Comunicações e Artes – CBD
- Metodologia e tempo de aula. Trocar os textos por testes. Incluir alguma coisa escrita (s) ou (n). Dificuldades de acesso (alguém tem). Escola de Comunicações e Artes – CBD
BERGSON, Henri. A Evolução Criadora, Silo Paulo: Martins Fontes CAPURRO, R. e HJORLAND, B. O conceito de informação, Perspectivas em Ciência da Informação, v. 12/1, p. 148 -207, 2007. CAPURRO, R. Epistemologia e Ciência da Informação. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNIA DA INFORMAÇÃO. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação UFMG, 2003. LÉVY, Pierre. Cibercultura, Editora 34, 1996. Cada tópico terá referências próprias e serão colocadas no Moodle. Escola de Comunicações e Artes – CBD
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