1 EVOLUO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS 1900 1910 1920

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EVOLUÇÃO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990

EVOLUÇÃO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Racionalização do trabalho e Gerência Administrativa. Relações Humanas e processos Funcionalismo Estrutural e Gerência por Objetivos Sistemas Abertos e Planejamento estratégico Contingências Ambientais e Competitividade Movimento: refere-se ao movimento que predominou no período. Foco: refere-se aos conceitos administrativos predominantes. Não se tem um movimento predominante, mas há cada vez mais o foco no papel do empreendedor como gerador de riqueza para a sociedade. 2 2

RANKING IC-FIESP 2008 COMPETITIVIDADE Grupo QI Elevada País Estados Unidos Japão Noruega Suíça Suécia

RANKING IC-FIESP 2008 COMPETITIVIDADE Grupo QI Elevada País Estados Unidos Japão Noruega Suíça Suécia Holanda Hong Kong Alemanha Coréia do Sul Israel Cingapura Nota 89, 81 76, 52 76, 43 75, 34 74, 75 73, 96 72, 97 68, 38 67, 89 67, 1 67, 01 RK 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Grupo País República Theca Itália Malásia Hungria China Grécia Portugal Rússia Argentina Polônia Chile Nota 49, 93 47, 52 45, 32 44, 72 42, 52 42, 12 39, 02 38, 23 37, 23 36, 43 35, 83 RK 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 Q 3 Média Grupo Q 2 satisfatória Grupo Q 4 Baixa País Dinamarca Canadá Bélgica Finlândia Reino Unido Irlanda Franca Austrália Áustria Nova Zelândia Espanha Nota 66, 71 64, 21 63, 71 62, 31 60, 42 60, 31 60, 32 55, 02 50, 42 RK 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 País Tailândia México Venezuela Brasil África do Sul Colômbia Filipinas Turquia Índia Indonésia Nota 31, 63 27, 73 26, 73 23, 44 18, 54 16, 04 15, 61 14, 04 11, 34 RK 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 FONTE: FIESP 2009. Disponível em: http: //www. fiesp. com. br/competitividade/sistemica/indice. aspx 3

RESUMO DA COMPETIVIDIDADE 4 Os gastos em educação, apesar de altos, ainda não se

RESUMO DA COMPETIVIDIDADE 4 Os gastos em educação, apesar de altos, ainda não se refletiram totalmente em melhora do nível educacional, que é um dos piores dentre os países que concorremos. 4 Além disso, o Brasil elevou seus gastos em P&D, mas pouco evoluiu nos resultados (patentes e exportações de alta tecnologia), caracterizando uma baixa eficiência no aspecto tecnológico. 4 Carga tributária elevada e crescente, aliada a juros e spread muito superiores aos dos nossos concorrentes, restringem o crédito e criam um ambiente de baixa atratividade para o investimento. 4 Desta forma, a despeito do ganho de competitividade, o Brasil está em 37º, pois, o país ainda apresenta problemas estruturais. FONTE: FIESP 2009. Disponível em: http: //www. fiesp. com. br/competitividade/sistemica/indice. aspx 4

A REVOLUÇÃO DO EMPREENDEDORISMO 4 O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para

A REVOLUÇÃO DO EMPREENDEDORISMO 4 O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para o século 21 mais do que a revolução industrial foi para o século 20” (Timmons, 1990) 5

EMPREENDEDORISMO NO BRASIL 4 OS PROGRAMAS SOFTEX E GENESIS(1990) 4 O PROGRAMA BRASIL EMPREENDEDOR(2000)

EMPREENDEDORISMO NO BRASIL 4 OS PROGRAMAS SOFTEX E GENESIS(1990) 4 O PROGRAMA BRASIL EMPREENDEDOR(2000) 4 INCUBADORA DE EMPRESAS(AMPROTEC) 4 EMPRETEC 6

EMPRETEC 4 Organização das Nações Unidas(ONU) 4 Pesquisas de David Mc. Clelland 4 Comportamento

EMPRETEC 4 Organização das Nações Unidas(ONU) 4 Pesquisas de David Mc. Clelland 4 Comportamento Empreendedor 4 Traços e Comportamentos 4 EMPRETEC 4 SEBRAE 7

As MPES NO BRASIL Variável Participação(%) Fonte/ano Número estabelecimentos 98 SEBRAE/2006 Empregados com carteira

As MPES NO BRASIL Variável Participação(%) Fonte/ano Número estabelecimentos 98 SEBRAE/2006 Empregados com carteira 53 RAIS/TEM 2004 Faturamento 28 SEBRAE NA 2000 Produto Interno Bruto(PIB) 20 SEBRAE NA 1991 Valor das exportações 2, 7 SEBRAE NA 2006 FONTE: SEBRAE/SP disponível em: http: //www. sebraesp. com. br/Tenho. Uma. Empresa/Biblioteca/ Outros. Conteudos/Estudos. EPesquisas/MPEs. Em. Numeros/Paginas/MPEs. Em. Numeros. aspx 8

MORTALIDADE DE PEQUENAS EMPRESAS 9

MORTALIDADE DE PEQUENAS EMPRESAS 9

Causas dificuldades e razões para o fechamento da empresa Categoria Falhas gerenciais Causas econômicas

Causas dificuldades e razões para o fechamento da empresa Categoria Falhas gerenciais Causas econômicas conjunturais Logística Operacional Políticas Públicas e Arcabouço Legal Ranking Dificuldades/ Razões % de empresários que responderam 1º Falta de capital de giro 42 3º Problemas financeiros 21 8º Ponto/Local Inadequado 8 9º Falta conhecimentos gerenciais 7 2º Falta de clientes 25 4º Maus pagadores 16 6º Recessão econômica 14 12º Instalações Inadequadas 3 11º Falta de mão-de-obra qualificada 5 5º Falta de crédito bancário 14 10º Problemas com fiscalização 6 13º Carga tributária elevada 1 7º Outras razões 14 10 FONTE: SEBRAE - FATORES CONDICIONANTES, TAXA DE MORTALIDADE EMPRESAS NO BRASIL

O QUE É EMPREENDEDORISMO? 4 O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica

O QUE É EMPREENDEDORISMO? 4 O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos (Joseph Schumpeter; 1949) 11

CRIAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS 4 Há 15 anos era considerado loucura um jovem recém-formado

CRIAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS 4 Há 15 anos era considerado loucura um jovem recém-formado aventurar-se na criação de um negócio próprio, pois os empregos oferecidos pelas grandes empresas nacionais e multinacionais , bem como a estabilidade que se conseguia nos empregos e repartições públicas, eram muito mais convidativos, com bons salários, status e possibilidade de crescimento dentro da organização 12

EMPREENDEDORISMO DE OPORTUNIDADE E DE NECESSIDADE 4 A criação de empresas por si só

EMPREENDEDORISMO DE OPORTUNIDADE E DE NECESSIDADE 4 A criação de empresas por si só não leva ao desenvolvimento econômico a não ser que esses negócios estejam focando oportunidades no mercado. 4 Empreendedorismo de oportunidade: O empreendedor visionário sabe onde quer chegar, cria uma empresa com planejamento prévio, tem em mente o crescimento quer buscar para a empresa e visa a geração de lucros, empregos e riqueza. 4 Empreendedorismo por necessidade: o candidato empreendedor se aventura na jornada empreendedora mais por falta de opção, por estar desempregado e não ter alternativas de trabalho. 13

É POSSÍVEL ENSINAR EMPREENDEDORISMO NAS ESCOLAS? 4 Por essas razões, a capacitação dos candidatos

É POSSÍVEL ENSINAR EMPREENDEDORISMO NAS ESCOLAS? 4 Por essas razões, a capacitação dos candidatos a empreendedor está sendo prioridade das instituições de ensino. Há quinze anos era loucura aventurar-se na criação de um negócio próprio. O Foco da educação era formar profissionais para administrar grandes empresas e não criar empresas 14

O PROCESSO EMPREENDEDOR • Oportunidades : Abrangência, Valores percebidos e reais, Riscos e retornos,

O PROCESSO EMPREENDEDOR • Oportunidades : Abrangência, Valores percebidos e reais, Riscos e retornos, habilidade e metas pessoais, situação dos competidores • Estilo de Gestão, Fatores críticos de sucesso, sistemas de controles, profissionalizar a gestão, entrar em novos mercados 1 2 Identificar e avaliar oportunidades Desenvolver o Plano de Negócio Gerenciar a empresa criada Determinar e captar os recursos necessários 4 3 O Processo empreendedor (adaptado de Hisrich, 1998) 15 • • Sumário Executivo O conceito do negócio Equipe de gestão Mercado e Competidores Marketing e Vendas Estrutura e Operação Análise Estratégica Plano Financeiro e Anexos • Recursos próprios e de terceiros: (Bancos, Governo, Incubadoras, Angels, Capital de Risco etc. )

PROCESSO EMPREENDEDOR (Modelo de Timmons) e ad Fo rç üid as big Ex t

PROCESSO EMPREENDEDOR (Modelo de Timmons) e ad Fo rç üid as big Ex t Am er na s COMUNICAÇÃO RECURSOS OPORTUNIDADES Business Plan LIDERANÇA Me r CRIATIVIDADE ca do de Ca pi ta is EQUIPE 16 Inc te er za

Bibliografia 4 PLT - Dornellas, J. C. A. Transformando Idéias em Negócios. 2ª ed.

Bibliografia 4 PLT - Dornellas, J. C. A. Transformando Idéias em Negócios. 2ª ed. – Rio de Janeiro, Elsevier, 2005. 4 SEBRAE. Fatores condicionantes, taxa de mortalidade de empresas no Brasil. 2004. disponível em: http: //www. biblioteca. sebrae. com. br/bte. nsf/9 A 2916 A 2 D 7 D 88 C 4 D 03256 EEE 00489 AB 1/$File/N T 0008 E 4 CA. pdf 17

QUESTÕES 4 O QUE O GRUPO ENTENDE POR COMPETITIVIDADE? E DIFERENCIAIS COMPETITIVOS? 4 O

QUESTÕES 4 O QUE O GRUPO ENTENDE POR COMPETITIVIDADE? E DIFERENCIAIS COMPETITIVOS? 4 O BRASIL REUNE CONDIÇÕES ALTAMEMENTE FAVORÁVEIS À COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL? 4 O QUE É EMPREENDEDORISMO? QUAL A IMPORT NCIA DESSA QUESTÃO PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DE UMA NAÇÃO? 4 INFELIZMENTE, MUITAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE FECHAM PREMATURAMENTE AS PORTAS. NA VISÃO DO GRUPO, QUAIS SÃO AS PROVÁVEIS CAUSAS DISSO? 4 O INTERESSE POR MONTAR NEGÓCIOS PRÓPRIOS CRESCE OU AINDA PREDOMINA A VISÃO DE QUE SER FUNCIONÁRIO É A MELHOR OPÇÃO DE CARREIRA PROFISSIONAL? Justifique 4 DIFERENCIE EMPREENDEDORISMO DE OPORTUNIDADE DE EMPREENDEDORISMO POR NECESSIDADE. 4 É POSSÍVEL ENSINAR EMPREENDEDORISMO NAS ESCOLAS? 18